Pessoal das corridas, dia 21/06/2008, domingo participei da 8ª edição da Meia Maratona de Santo André, região do ABC, da Grande São Paulo, aproximadamente 20 quilômetros da capital paulista. As inscrições eram feitas pelo site www.ativo.com, com opção de 10km. A organização informou que o percurso era tranqüilo, entretanto não foi o que vi. A largada estava prevista para às 09:10 ao lado do Shopping ABC, na Av. Pereira Barreto.
Eu saÍ bem cedo. Ainda bem, pois me perdi na ida. Chegando ao local da prova retirei meu numeral e chip (numeral 150, 64,0kg) sem qualquer problema. Lá encontrei o Carlão, guerreiro de todas as horas. O clima estava fechado e frio, bom para uma prova longa, onde a velocidade não é fator preponderante, mas sim a resistência. A largada se deu em duas etapas: às 09:00 saíram as mulheres e às 09:10 saíram os homens, isso para 10km e para 21km. Não havia tapete na largada para marcação de tempo líquido, logo o resultado sairá pelo tempo bruto. Devido ao fato que essa semana não foi bom para treinos para uma meia maratona, me contentaria bem com com um tempo de 1h:45m, mas tinha que seria bem difícil tal acontecimento. Meu melhor tempo em meias maratonas é de 1h:38m, ou seja, uma regressão em tanto.
O percurso foi perverso, sendo que mais da metade do trajeto é feita de longas subidas e descidas, não muito fortes, mas contínuas. Para um combatente como eu, hora ou outra ia dar encrenca. Os primeiros quilômetros estiveram dentro do script: 05m:00s/km. Fechei os 10km em 46m:30s e os 15km em 1h:15m. Fiquei contente, mas daí para a frente desandou de vez. O curioso é que no trecho restante, dificuldade de altimetria somente no fim da prova. Os joelhos começaram a incomodar e a parte anterior das coxas deu sinal que algo iria dar errado mesmo. Nesse ínterim no 12km tomei o gel para dar uma ‘recarga’.
Pensei em parar, mas no final desistir seria muito frustrante. A marcha reduziu muito, sendo que o último quilômetro fiz em pouco mais de sete minutos. Esses quilômetros finais foram sofridos e o biomecânica era uma piada. Manquitolando pelas dores nos joelhos e coxas passei a trotar bem esquisito. Senti incômodo em um dos dedos do pé direito. Acabei a prova em 1h:52m:14s (não oficiais), muito distante de minha média histórica. Mesmo quando não fiz uma boa prova, rodei abaixo de 1h:45m. TALVEZ parar seria uma opção mais racional.
Após cruzar a linha, caminhei uns metros, tirei o tênis e vi o dedo do pé ensangüentado. Um dos dedos apertou tanto o outro que o feriu. Verifiquei algumas bolhas no pé esquerdo. Tudo isso nada tem haver com a performance (?!) da prova, mas sim com o jeito esquisito que trotei nos últimos quilômetros. O kit de chegada veio com uma maçã, uma caixinha de suco, um muffim, um pão com queijo. Nada de isotônico, mas água não faltou, mas o tempo também não exigiu. A camiseta razoável. Organização aceitável.
Fui para casa e o joelho direito continuou a incomodar, mas com mais intensidade, sendo que estou andando mancando e bem devagar. Acho que estourei o joelho. Terei que ir ao médico, infelizmente. Acho que é o fundo do poço... Estou tentando correr sem mínimo de treino. Isso não resolve mesmo...
Eu saÍ bem cedo. Ainda bem, pois me perdi na ida. Chegando ao local da prova retirei meu numeral e chip (numeral 150, 64,0kg) sem qualquer problema. Lá encontrei o Carlão, guerreiro de todas as horas. O clima estava fechado e frio, bom para uma prova longa, onde a velocidade não é fator preponderante, mas sim a resistência. A largada se deu em duas etapas: às 09:00 saíram as mulheres e às 09:10 saíram os homens, isso para 10km e para 21km. Não havia tapete na largada para marcação de tempo líquido, logo o resultado sairá pelo tempo bruto. Devido ao fato que essa semana não foi bom para treinos para uma meia maratona, me contentaria bem com com um tempo de 1h:45m, mas tinha que seria bem difícil tal acontecimento. Meu melhor tempo em meias maratonas é de 1h:38m, ou seja, uma regressão em tanto.
O percurso foi perverso, sendo que mais da metade do trajeto é feita de longas subidas e descidas, não muito fortes, mas contínuas. Para um combatente como eu, hora ou outra ia dar encrenca. Os primeiros quilômetros estiveram dentro do script: 05m:00s/km. Fechei os 10km em 46m:30s e os 15km em 1h:15m. Fiquei contente, mas daí para a frente desandou de vez. O curioso é que no trecho restante, dificuldade de altimetria somente no fim da prova. Os joelhos começaram a incomodar e a parte anterior das coxas deu sinal que algo iria dar errado mesmo. Nesse ínterim no 12km tomei o gel para dar uma ‘recarga’.
Pensei em parar, mas no final desistir seria muito frustrante. A marcha reduziu muito, sendo que o último quilômetro fiz em pouco mais de sete minutos. Esses quilômetros finais foram sofridos e o biomecânica era uma piada. Manquitolando pelas dores nos joelhos e coxas passei a trotar bem esquisito. Senti incômodo em um dos dedos do pé direito. Acabei a prova em 1h:52m:14s (não oficiais), muito distante de minha média histórica. Mesmo quando não fiz uma boa prova, rodei abaixo de 1h:45m. TALVEZ parar seria uma opção mais racional.
Após cruzar a linha, caminhei uns metros, tirei o tênis e vi o dedo do pé ensangüentado. Um dos dedos apertou tanto o outro que o feriu. Verifiquei algumas bolhas no pé esquerdo. Tudo isso nada tem haver com a performance (?!) da prova, mas sim com o jeito esquisito que trotei nos últimos quilômetros. O kit de chegada veio com uma maçã, uma caixinha de suco, um muffim, um pão com queijo. Nada de isotônico, mas água não faltou, mas o tempo também não exigiu. A camiseta razoável. Organização aceitável.
Fui para casa e o joelho direito continuou a incomodar, mas com mais intensidade, sendo que estou andando mancando e bem devagar. Acho que estourei o joelho. Terei que ir ao médico, infelizmente. Acho que é o fundo do poço... Estou tentando correr sem mínimo de treino. Isso não resolve mesmo...

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Que isso, combatente ? "Fundo do poço" é expressão que não combina nem um pouco com essa sua bela trajetória esportiva, com toda a história que você tem pra contar. Coisa de gente que se deixa derrotar, o que também não tem a ver contigo. Bons e maus momentos normalmente fazem parte de qualquer caminho; e dar a volta por cima é sempre muito gratificante.
Cuide-se bem, dê a você o tempo e o descanso (ou o treinamento, dependendo do seu feeling) necessários e volte a fazer bonito, como você nos acostumou a ver.
Abraço,
Fábio
Combatente, sou de Santo Andre e sei como esse trajeto é "puxado" mas nao desanime, um treino regenerativo e algumas sessões de musculação lhe farão muito bem.
Abraços e espero te ver novamente em Santo Andre.
Marco Aurelio
Sabias, que um general nunca deixa de lutar, muitas vezes sabe que a Guerra esta perdida, mas vai lá pra lutar, nunca desistir... porque uma batalha sem vitoria é apenas para preparar melhor as tropas
amo a maratona de santo andre
Corri pela primeira vez em Santo André e não gostei muito, primeiro pelo tapete que não havia na largada, isso é inaceitável nos dias de hoje com tanta tecnologia disponível.
Corri os 10km. Nos primeiros 5km (18:37), mas depois caminhei praticamente terminando a corrida em 40:57 meu pior tempo desde Outubro de 2007.
Bem pretendo voltar lá porque é muito bom tentar vencer algo quando agente conheceu o gostinho da derrota.
Estarei lá no ano quem vem para bater meu recorde.
Abraço e força.
Jailcorredor@gmail.com (jailson playteam.)
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