A retirada do chip e numeral (n° 150, 66kg) eu fiz antes da largada, no local do evento, sendo que se formou uma fila significativa, que me segurou quase 20 minutos, entretanto como havia chegada muito cedo, ainda me sobrou tempo. Tinha boa área de estacionamento no local o que facilitou aos corredores. Encontrei o Max, colega de corridas ‘alternativas’, Reginaldo, Walmir e família, Waldemar, Sherida e Walquíria. A largada estava prevista para às 09:30, mas atrasou 10 minutos. Não havia marcação de tempo na largada, logo o resultado sai com tempo bruto. Como não tivemos uma massa grande de corredores, não houve prejuízo.
Baixa adesão, percurso difícil e premiação razoável é sinal de bons competidores e assim foi. De cara, uma subida considerável, alias todo o percurso foi uma montanha russa, as subidas eram longas e íngremes, mas as descidas, para mim, era o pior: curtas e muito, muito, inclinadas. Só houve um trecho reto no final após o oitavo quilômetro. Os três primeiros quilômetros consegui rodar no tempo padrão de 04m:30s/km, daí para frente não consegui mais manter o ritmo. Sei que é acontecimento recorrente, mas é assim que sei correr, paciência. No 4km até o 6,5km um trecho de subida mais forte que o restante, aí que comecei a perceber combatentes caindo... No final, outra subida curta, mas íngreme, com a tal reta de descanso. Últimos metros uma descida para ver se dava para compensar alguns segundos. Puro desespero. Acho que esse percurso é tão ou mais difícil que de Cotia, alias as cidades são vizinhas, logo o DNA da dificuldade está em ambas.
Como a organização é da prefeitura, ou seja, não profissional, os percalços são os de sempre. O mais grave foi correr com ônibus à frente e à trás (isso mesmo). Os veículos invadiram o trajeto, nos dois sentidos e foi uma sorte não termos algum incidente. A marcação de quilometragem estava pintada no asfalto, que dificultava a identificação. Havia uns cinco postos de hidratação, totalmente satisfatório, só que um deles (próximo do 6km, acho eu) não tinha água. Ainda bem que o tempo estava fechado. Abafado, mas fechado, sendo que o sol só deu as caras quando faltava um quilômetro para o fim. Terminei a prova com 45m:13s, mas temos aí dois estágios: 3km em 04m:30s/km e 6km em 05m:18s/km, a média foi de 05m:02s/km. Ruim, mas não péssimo.
Outra ocorrência foi o kit de chegada continha apenas a camiseta e a medalha, mais nada. Ainda bem que trouxe algumas frutas e me virei com elas. A camiseta de malha, imprópria para correr. Já a medalha tem um desenho interessante, com um atleta correndo, em relevo. Uma boa recordação, ponto para prefeitura. Alias o locutor não parava de falar o nome do prefeito e ‘primeira-dama’, tecendo elogios aos mesmos, mas essas coisas são comuns em terras brasilis.
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O resultado oficial foi o seguinte: 1. Vanderlei Alves Tiburcio, 27m:59s; 2. Bernardo Alves da Silva, 28m:13s; 3. Marcelo José da Silva, 28m:23s; 4. Edson Alves Tiburcio, 28m:31s; 5. Benedito Donizete Gomes, 28m:32s. Os melhores da PlayTeam foram Paulo Sérgio Viana, 33m:54s; Reginaldo dos Santos Ilário, 35m:41s, e Henrique Shitsuka, 39m:56s. Parabéns também aos senhores José Antonio Felix (M7099), 48m:20s; Geraldo de Souza (M6069), 35m:34s; Edvaldo Pereira de Souza (M5059), 31m:08s; campeões em suas categorias.
Essa semana eu não treinei um metro sequer e também não consegui assistir nenhuma aula na USP. O trabalho no escritório e nas aulas que ministro está me tomando tempo, sendo que sábado trabalhei até tarde, mas os prazos estão mais amplos. Hoje, domingo, vou ver se consigo deixar pelo menos duas semanas de aulas prontas. Assim vou me direcionar a por as coisas da USP em dia, são muitos livros a ler e estou muito atrasado o que pode comprometer meu semestre.
Estou pensando sobre se farei a maratona de Florianópolis, no fim de abril. Tenho receio de completá-la insatisfatoriamente e começar a desanimar. Corredor amador é assim: quando as coisas vão bem, treina mais, mas quando começa a degringolar... O teste será domingo que vem, na meia maratona da Corpore. A la jacta est. Próximo tiro: 05/04 – Meia Maratona da Corpore – USP. Good run!
Essa semana eu não treinei um metro sequer e também não consegui assistir nenhuma aula na USP. O trabalho no escritório e nas aulas que ministro está me tomando tempo, sendo que sábado trabalhei até tarde, mas os prazos estão mais amplos. Hoje, domingo, vou ver se consigo deixar pelo menos duas semanas de aulas prontas. Assim vou me direcionar a por as coisas da USP em dia, são muitos livros a ler e estou muito atrasado o que pode comprometer meu semestre.
Estou pensando sobre se farei a maratona de Florianópolis, no fim de abril. Tenho receio de completá-la insatisfatoriamente e começar a desanimar. Corredor amador é assim: quando as coisas vão bem, treina mais, mas quando começa a degringolar... O teste será domingo que vem, na meia maratona da Corpore. A la jacta est. Próximo tiro: 05/04 – Meia Maratona da Corpore – USP. Good run!
















