
Pessoal das corridas, neste domingo, dia 05/04/2009, domingo, participei da 10ª edição da Meia Maratona Internacional Corpore Cidade de São Paulo, na Cidade Universitária e imediações, aproximadamente a 99km do centro da capital. As inscrições eram feitas pelo sítio
www.corpore.com.br e a retirada do kit e chip podia ser feita nos dias 02, 03 e 04/04, na USP, Travessa C, das 09:00 às 18:00 (numeral 1000, 64,6kg).
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Essa semana fiz dois treinos curtos de 10km e uma ida à academia, sem muito esforço, mas deu para sair do marasmo. Exercícios me fazem muito bem, tanto quanto treinos de corrida, pois me dão confiança. Mesmo sendo metade das séries, e com pesos menores, deu para sentir as pernas. Os treinos me dão aptidão de maneira aritmética, mas a falta deles me faz retroceder geometricamente.
Saí cedo de casa e cheguei à USP antes das 06:45. A CET interditou uma grande região nos arredores, então tive que estacionar o carro do outro lado da ponte, mas ressalto que, chegando mais cedo, havia possibilidade de estacionar dentro da Cidade Universitária. No meu caso foram, aproximadamente, três quilômetros de caminhada.
O percurso foi muito interessante, com uma oscilação de 25 metros na travessia da ponte Goldfarb, do resto tudo plano. Acrescente a isso o clima, que mesmo ensolarado, não chegou a comprometer a prova. Outro fator relevante foi a boa premiação, que atraiu corredores de peso. A premiação foi para os 10 primeiros desde R$ 5.000,00 ao vencedor a R$ 100,00 para décimo colocado; com possibilidade de bônus de R$ 500,00 a 2.500,00 por desempenho.
Cheguei à tenda da PlayTeam e encontrei muitos colegas que há tempos não via. Pois bem papo rápido, me troquei e fui alinhar. A largada, prevista para às 07:30, se deu pontualmente, como todos os eventos da Corpore. Larguei junto com pessoal de ponta da PlayTeam, até caçoei deles, pois fiquei à frente de todos por uns 200 metros, mas foi só, eles dispararam na frente, só os vi na tenda, após a prova.
Os quatro primeiros quilômetros consegui rodar no tempo padrão de 04m:30s/km, mas começou dores na parte de trás da coxa e passei para 04m:45s/km. Fechei a metade da prova com 48m:30s, tempo ruim, mas pelas circunstâncias e também ser uma meia maratona, não dá para qualificar de péssimo. Fazendo a dobra desse tempo e acrescentando 4 minutos pelo cansaço final, que é praxe nos meus cálculos de meia maratona, vislumbrei um tempo de 1h:41m. Minha melhor marca em meias é de sub-1h:39m, logo até que daria para relevar a desempenho (?!). A última meia que fiz, 1h:45m, logo seria uma evolução em tanto.
Passada essa metade, tomei meu gel e um copo de isotônico oferecido pela organização. Parei por alguns segundos para finalizar essa operação. A partir do 15km, o cansaço veio e o ritmo caiu, não por falta de fôlego, meu normal, mas por sentir as pernas pesadas mesmo. Mais adiante começou os incômodos nos joelhos, parecendo que tinha ‘martelinhos’ batendo nos joelhos a cada passada. O jeito foi muita água gelada nos joelhos, mais um gel e dose reforçada de perseverança. Os pés também começaram a incomodar e as passadas ficaram irregulares e os movimentos desequilibrados. Terminei a prova com 1h:43m:32s, classificado em 136°/829 por faixa etária e 972°/5113 no geral. Meus pés ficaram estragados, feridos na parte interna e nos calcanhares, mais uma bolha no dedão esquerdo. Ao tirar o tênis arderam à beça, mas vamos tratar para que possa treinar essa semana.
Pela Playteam os melhores foram Leandro Mario da Silva, 1h:23m:04s; Reginaldo dos Santos Ilário, 1h:24m:11s; José Maria dos Santos, 1h:24m:23s; Marco Antonio de Oliveira, 1h:26m:30s; Jaílson Ribeiro Lima, 1h:29m:14s; Antônio Fernandes da Costa, 1h:29m:26s; Antonio Carlos Vieira, 1h:29m:53s. Pois bem, desses que estão aí, Leandro, Marco e Antonio Carlos, fazem parte da equipe de revezamento da PlayTeam. Acrescer ainda Américo Gabriel Salles, 1h:32m:33s e Jorge Santana Rodrigues, 1h:30m:40s. Ah! Também eu, a âncora do time, com 1h:43m:23s. Ano passado, mesmo pesando na equipe, ficamos em 5° lugar no revezamento do Ayrton Senna. Pessoal não é pouco, pois os quatro anteriores eram semi-profissionais e profissionais. Acho que neste ano darei uma chance a eles e passarei o bastão a alguém mais competente. Acho que vai dar pódio. Meus colegas estão em franca evolução, só mesmo eu que fiquei muito para trás.
Parabéns aos senhores João Rosário (M8099), 2h:12m:27s; José Antonio Felix (M7579), 2h:00m:37s; João Hernandes Lopes (M7074), 1h:40m:27s; Lourival Alves Gonzalez (M6569), 1h:38m:24s, campeões nas suas categorias. O destaque final da PlayTeam foi a 5ª colocação no geral nos 5,5km de Renilson Vitorino da Silva, com 16m:43s; a 10ª colocação no geral/elite nos 21km, de Angelina das Graças Rafael, com 1h:26m:44s, a 22ª colocação na geral de 21km de Ednéia Gomes Costa, 1h:39m:09s. Dá-lhe Play!
O resultado oficial foi 1. Damião Ancelmo de Souza, 1h:05m:06s; 2. Paulo Roberto Almeida Paula, 1h:05m:15s; 3. Luis Paulo da Silva Antunes, 1h:05m:54s; 4. Marcos Alexandre Elias, 1h:06m:45s; 5. Luis Fernando de Almeida Paula, 1h:07m:05s; 6. Célio Falcão, 1h:07m:05s; 7. Jaílson Araújo dos Anjos, 1h:07m:58s, 8. Bernardo Alves da Silva, 1h:08m:12s; 9. Silvano Lima Pinto, 1h:08m:32s; 10. Gilson Rodrigues de Miranda, 1h:08m:41s. Os quenianos que estavam inscritos foram impedidos de participar por falta de regulamentação na Federação. É gente, a lei veio para ficar mesmo...
A organização foi ‘padrão Corpore’, muitos assistentes e muita informação. O kit de chegada veio uma banana, uma maçã (todas bem frescas), 1 caixa de adoçante, um pequeno chocolate, um sanduíche de peito de peru, 3 barrinhas de cereal e um isotônico. Na retirada do chip e numeral recebi a revista “Womem Health”, edição de janeiro. Próximo tiro: 11/04/2009 – Corrida de Aleluia 8km – São Roque/SP. Good run!