Pessoal das corridas sei que não tem relação Michel Jackson com corridas, mas parafraseando Fábio, outro patrício corredor, também quando adolescente MJ era literalmente ‘o cara’ (que São Jimmy Hendrix não me ouça). Pondo sua vida pessoal à parte, MJ foi um fenômeno na expressão literal do termo. Existe o POP antes MJ (AMJ) e pós MJ (PMJ).
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Os shows pirotécnicos que antes estavam sob a batuta dos roqueiros, viu MJ se metendo a meio e alterar definitivamente a idéia de artista de shows. Do mesmo modo deu nova roupagem ao vídeo clipe. Foi o primeiro artista negro a ter seu vídeo clipe na MTV. Tornou-se o queridinho da indústria fonográfica, pois transmitia a mensagem de certa mudança, mesclada com sensualidade, sem libertinagem, e 'doideira', sem as drogas. Inspirava a garotada a cantar e dançar, ou seja, divertir-se.

Para se ter uma idéia de como ele alterou o mercado de discos, sempre calcado no nosso bom Rock’Roll, os números dão uma pista: MJ vendeu com álbum 'Thriller' 109 milhões de discos, recorde absoluto, com direito a registro no Guiness book, bem acima dos concorrentes, todos na verve do rock como ‘The Dark Side of the moon’, do Pink Floyd, ‘Back in Black’, do AC/DC e ‘The Greatest Hits’, do Eagles, esses todos na faixa de 40 milhões de cópias.
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Junto com MJ não podemos esquecer também da presença marcante do Maestro Quincy Jones, responsável pela produção da trilogia ‘Off the Wall’, ‘Thriller’ e ‘Bad’, que elevaram MJ ao status de Rei do POP. A informação das gravadoras é que MJ já alcançou a vendagem de 750milhões de discos.
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Sua discografia é impressionante, sendo dele o recorde mundial de venda de discos, com 5 álbuns entre os mais vendidos no planeta: ‘Off the Wall’, de 1979, ‘Thriller’, de 1982, ‘Bad’, de 1987, ‘Dangerous’, de 1991 e ‘HIStory: Past, Present and Future – Book’, de 1995. Em prêmios importantes MJ ganhou 19 Grammy na sua carreira a solo e outros seis com os Jackson 5.
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Abaixo percebam o carisma de MJ que leva a loucura uma multidão em seu show. O que ele fez? Ficou parado em cima do palco durante 2 minutos. Alguém consegue isso hoje em dia???

Pessoal das corridas com o marasmo de minha carreira de atleta (?!) nada melhor que uma matéria sobre o maior corredor portugues. O sítio da revista O2 trouxe uma matéria sobre Carlos Lopes.
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Sei que o tema aqui nessa página é recorrente, mas não me canso em lembrar dessa fera lusitana.
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DO BAILE AS PISTAS

Foi voltando de uma festa a pé com os amigos que o português Carlos Lopes trocou o sonho do futebol pela corrida

Por Nanna Pretto

Carlos Alberto de Souza Lopes nasceu em fevereiro de 1947, em Vildemoinhos, um pequeno vilarejo próximo à cidade de Viseu, ao norte de Portugal. De família humilde, começou a trabalhar cedo, por volta dos dez anos, para ajudar em casa. O sonho era de ser jogador de futebol no clube Lusitano de Vildemoinhos, mas a fisionomia franzina não ajudava. Nessa época Lopes não imaginava que correria atrás de recordes, e não de uma bola.
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O atletismo surgiu por acaso. Em 1966, aos 19 anos, Lopes voltava de uma festa a pé com os amigos. Era tarde da noite e, por dentre a escuridão dos pinheiros, uivos e ventanias, a turma entrou em pânico. No corre-corre Lopes disparou, chegando ao vilarejo antes dos amigos. E ele disputou a informal competição com amigos vendedores de jornais, ou seja, que já tinham a mania das corridas nos pés.
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Foi com esse grupo de adolescentes que nasceu a ideia de criar um núcleo de atletismo no Lusitano de Vildemoinhos. Certo dia, Lopes e os amigos saíram para um treino... de 20 km. O resultado foram três dias se arrastando e com dores em todo o corpo. Mas isso não o desanimou.
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A estréia o leva ao mar
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Em dezembro de 1966, Lopes estreou oficialmente na São Silvestre de Viseu. O pai, que informalmente já sabia da escolha do filho, nada comentava sobre o assunto. Naquela noite, antes da corrida, os dois jantaram como se nada tivesse acontecendo. Ao retornar para casa com a medalha de prata no peito, Lopes encontrou um pai sorridente e orgulhoso do mérito do filho.
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Ainda naquele ano, Carlos Lopes foi medalha de ouro em Viseu, no campeonato distrital de cross-country e terceiro no campeonato nacional da mesma modalidade em juniores, o que valeu uma classificação na disputa do Cross das Nações, em Rabat, Marrocos. Lopes foi o melhor português, em 25° lugar. Como prêmio, aos 19 anos, era a primeira vez que o atleta luso via o mar.
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A carreira no Sporting
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No ano seguinte, 1967, Lopes recebeu a visita do Sporting Clube de Portugal, de Lisboa. Literalmente, o sonho batia a sua porta. Assim, ele ingressou no clube, tendo como treinador Mário Moniz Pereira. Assim começava a carreira profissional.
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A ida para Lisboa, deveu-se tanto a razões desportivas, como à promessa de um melhor emprego. Veio também a primeira desilusão: o prometido emprego de torneiro mecânico não aconteceu. Depois de cumprir o serviço militar, em Lisboa, vai trabalhar como contínuo no jornal Diário Popular.
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Em 1975, os melhores atletas portugueses são dispensados de parte do trabalho para treinar duas vezes por dia. E os resultados de Lopes não tardaram a aparecer.
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No mundial de cross-country realizado em Chepstown (País de Gales), 1976, as instruções do técnico para aquela prova eram que o português desse o máximo de si na marcação dos adversários, não os deixando fugir. Conseguindo isso, seria grande a possibilidade de vencer, já que como sprinter, era superior a qualquer corredor.
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Lopes, no entanto, não seguiu as orientações técnicas. "Quando entro numa prova não tenho instruções. Os que estão de fora não podem mandar e dizer que a determinada altura temos de fazer isto ou aquilo. Quem manda é o atleta porque é ele que sabe como se sente”, disse ele, na época, após a vitória.
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No dia seguinte, o jornal francês L´Équipe publicou: "Indiferente, soberbo, atleta ligeiro com pernas de puro-sangue, Carlos Lopes parecia um cavaleiro solitário e está estampada na testa a certeza da sua superioridade."
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A história olímpica
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Carlos Lopes, que já tinha estado sem glória nos Jogos de Munique em 1972, era uma das maiores esperanças de Portugal para os Jogos Olímpicos de Montreal, no verão de 1976. Lopes teve, aliás, a honra de ser o porta-bandeira da equipe portuguesa durante a cerimônia de abertura das Olimpíadas.
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A vitória nos 10 mil m, dava a sensação de que Lopes poderia voltar para Portugal com o ouro olímpico. A tática, segundo o técnico Pereira, era forçar até ao limite. E, das duas, uma: ou o português se arrebentava ou arrebentava os outros. Seguindo as instruções do técnico, Lopes entrou nos últimos 500 m bem adiantado do pelotão. Mas não ia só. O finlandês Lasse Viren era o único a conseguir acompanhar Lopes. Nos últimos metros, Viren atacou forte, ultrapassou Lopes e ganhou o ouro, deixando o atleta luso com o segundo lugar.
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Quando conduzo uma corrida não é para ganhar, é para não perder, porque o que tenho que fazer é afastar os outros, ir dando cabo neles. Esse é o meu espírito”, explicou o atleta após a competição.
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Crise de lesões curada pela acupuntura
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Após ficar com o vice-campeonato no mundial de cross-country na Alemanha, em 1976, Lopes passou por uma fase de lesões. Foram cinco anos de angústias, entre fisioterapias, abandonos de treinos e desistências de provas."Nesse período negro, o que mais me custou foi não poder participar nos Jogos Olímpicos de Moscou. Se não fossem as lesões, não teria boicotado as Olimpíadas. Sempre achei que política e desporto não podiam ser misturados”, disse o atleta na época.
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Em 1979, algumas pessoas já apressavam a aposentadoria do atleta. “Me senti humilhado com as palavras de alguns senhores que me preparavam o funeral e me consideravam uma espécie de velho inútil" disse o atleta, então com 32 anos.
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A recuperação veio através de tratamentos com acupuntura, realizado pelo mestre especialista, conhecido por Koboyashy, em Portugal. “Quando ninguém dava mais nada por mim, ele me curou e me deu confiança para o futuro”.
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O retorno às pistas

Em 1982, nos Bislett Games, em Oslo, Lopes reapareceu recuperado. Em uma corrida que o norte-americano Alberto Salazar assumia o ataque para quebrar o recorde europeu, Lopes transcendeu-se. Na metade da prova os atletas conseguiram dez segundos de vantagem em relação à marca histórica. Aos 8.000 m metros ocupavam as primeiras posições, Lopes, Salazar e o belga Alex Hagelsteens. Nos 200 metros finais Lopes apertou o passo, garantiu a vitória e cravou um novo recorde mundial com o tempo de 27min24s39.
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O próprio Carlos Lopes ficou impressionado com o desempenho. "Não contava com o recorde europeu dos 10.000 m. Pela primeira vez na minha carreira tive um comboio até 250 metros da meta. Foi tudo simples. O atletismo não tem segredos. Quem tem força anda, quem não tem...
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Em abril de 1983, em Roterdã, Holanda, a disputa pela vitória da maratona ficou entre Lopes, o australiano Robert de Castella e, novamente, Salazar, que detinham as melhores marcas mundiais. Aos 36 km de prova Salazar cedeu e, aos 38 Km só restava Lopes e Castella. Por dois segundos, o sprint do australiano definiu a vitória, mas foi de Lopes a marca do novo recorde europeu, com o tempo de 2h08min39s.
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Do acidente ao pódio
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Faltava pouco mais de uma semana para a viagem dos atletas para as Olimpíadas de Los Angeles, em 1984, quando, no decorrer de um treino, Carlos Lopes foi atropelado por um carro. Poderia ter sido o fim de um sonho: "Fui aos ares, caí e levei algum tempo para me levantar com medo de pensar que já não iria a Los Angeles. Me ergui e a primeira coisa que fiz foi tentar correr. Corri... o sonho podia continuar”, relatou o atleta após o acidente.
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A disputa da maratona aconteceu sob um forte sol, no dia 12 de agosto. A alta temperatura começou a desgastar Salazar, que cedeu no quilômetro 19. Castela agüentou até o 34° km. De acordo com o Comitê Olímpico Internacional, Lopes correu os próximos 5 km em 14min33s. A quatro quilômetros da chegada, Lopes abriu um ataque rumo ao sonho. Entrou no estádio com 200 metros de vantagem, em passada firme, com o sorriso nos lábios. Os braços erguidos ao céu. Lopes conquistava para Portugal, a primeira medalha olímpica de ouro, com o tempo de 2h09min21, recorde olímpico que durou até Pequim 2008, batido pelo queniano Samuel Wanjiru, com o tempo de 2h06min32s.
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"Decidi não me preocupar antes dos 37 Km, a partir daí sabia que tinha de dar forte. Foi o que fiz", resumiu o atleta.
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Bicampeão na São Silvestre
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A vitória de Lopes na São Silvestre de 1982 foi marcada pela superação, afinal ele estava longe do favoritismo e muitas pessoas já consideravam a carreira do português, então com 35 anos, acabada no cenário internacional.
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Assim como no ano anterior, o brasileiro José João da Silva saiu na frente, com o colombiano Victor Mora pressionando. No elevado Costa e Silva, a briga estava entre José João e o tanzaniano Zakaria Bary. Foi quando Lopes surgiu. Por 150 m, ele correu lado a lado com Zacaria para, finalmente, se distanciar na liderança com Mora em segundo. Forçando o ritmo, ele puxava a prova na Consolação quando sentiu uma fisgada na virilha.
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Em entrevista ao jornal Gazeta Esportiva, após a competição daquele ano, Lopes relatou seu pensamento no momento da dor: “Não é uma contusão que vai me arrancar a vitória que eu espero há tantos anos.” O incentivo, no entanto, veio de um policial militar, a poucos metros da avenida Paulista. “Ele gritou ‘Não desista! Estamos quase no fim da Consolação, depois é a Paulista, uma linha reta. Vá em frente, não tem ninguém atrás de você’.”
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O apoio moral fez com que a dor fosse isolada no cérebro até a chegada. “Se pudesse teria agradecido o policial naquele momento. Aquelas palavras me ajudaram”, afirmou o corredor depois da prova.
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Após dois anos Lopes retornou ao Brasil, dessa vez acompanhado da mulher e dos dois filhos. Aos 37 anos, ele carregava o título de campeão olímpico da maratona e o favoritismo. Como nos anos anteriores, José João largou na frente e forçou o ritmo nos primeiros 5.000 m. Logo que Lopes percebeu o sacrifício que João fazia para manter a liderança, ele avançou rumo à primeira colocação. Naquele ano, a atleta portuguesa Rosa mota também pegou o pódio na categoria feminina.
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A festa da comemoração do campeão foi familiar: um jantar com direito a vinho, bacalhau e frutos do mar. A comemoração durou até as quatro horas em um dos restaurantes típicos mais tradicionais da cidade.
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Fonte: Arquivo Gazeta Esportiva
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Ficha técnica
Nome: Carlos Alberto Sousa Lopes
Nascimento: 18 de fevereiro de 1947
Cidade natal: Viseu (Portugal)
Nacionalidade: Portuguesa
Esporte: Atletismo
Medalhas em Olimpíadas
Montreal, 1976 – Prata nos 10.000 m, com 27min45s17
Los Angeles, 1984 – Ouro na maratona, com 2h09min21 (recorde mundial)
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Outros feitos da lenda
Campeonatos mundiais de Cross Country: (3 medalhas de ouro em 1976, 1984 e 1985) e 2 medalhas de prata (em 1977 e 1983)
800 m: 1min56s5, em Barreiro, agosto de 1970
1.500 m: 3min41s4, em Lisboa, julho de 1982
3.000 m: 7min48s8, no Estádio Nacional, maio de 1976
5.000 m: 13min16s38, em Oslo, agosto de 1984
10.000 m: 27min17s48, Estocolmo, julho de 1984
20.000 m, 59min44s2, em Lisboa, agosto de 1975
Bateu o recorde pessoal nove vezes consecutivas.
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Fonte: Revista O2 - Edição 43 - Novembro de 2006

Pessoal das corridas, dia 21/06/2008, domingo participei da 8ª edição da Meia Maratona de Santo André, região do ABC, da Grande São Paulo, aproximadamente 20 quilômetros da capital paulista. As inscrições eram feitas pelo site www.ativo.com, com opção de 10km. A organização informou que o percurso era tranqüilo, entretanto não foi o que vi. A largada estava prevista para às 09:10 ao lado do Shopping ABC, na Av. Pereira Barreto.

Eu saÍ bem cedo. Ainda bem, pois me perdi na ida. Chegando ao local da prova retirei meu numeral e chip (numeral 150, 64,0kg) sem qualquer problema. Lá encontrei o Carlão, guerreiro de todas as horas. O clima estava fechado e frio, bom para uma prova longa, onde a velocidade não é fator preponderante, mas sim a resistência. A largada se deu em duas etapas: às 09:00 saíram as mulheres e às 09:10 saíram os homens, isso para 10km e para 21km. Não havia tapete na largada para marcação de tempo líquido, logo o resultado sairá pelo tempo bruto. Devido ao fato que essa semana não foi bom para treinos para uma meia maratona, me contentaria bem com com um tempo de 1h:45m, mas tinha que seria bem difícil tal acontecimento. Meu melhor tempo em meias maratonas é de 1h:38m, ou seja, uma regressão em tanto.

O percurso foi perverso, sendo que mais da metade do trajeto é feita de longas subidas e descidas, não muito fortes, mas contínuas. Para um combatente como eu, hora ou outra ia dar encrenca. Os primeiros quilômetros estiveram dentro do script: 05m:00s/km. Fechei os 10km em 46m:30s e os 15km em 1h:15m. Fiquei contente, mas daí para a frente desandou de vez. O curioso é que no trecho restante, dificuldade de altimetria somente no fim da prova. Os joelhos começaram a incomodar e a parte anterior das coxas deu sinal que algo iria dar errado mesmo. Nesse ínterim no 12km tomei o gel para dar uma ‘recarga’.

Pensei em parar, mas no final desistir seria muito frustrante. A marcha reduziu muito, sendo que o último quilômetro fiz em pouco mais de sete minutos. Esses quilômetros finais foram sofridos e o biomecânica era uma piada. Manquitolando pelas dores nos joelhos e coxas passei a trotar bem esquisito. Senti incômodo em um dos dedos do pé direito. Acabei a prova em 1h:52m:14s (não oficiais), muito distante de minha média histórica. Mesmo quando não fiz uma boa prova, rodei abaixo de 1h:45m. TALVEZ parar seria uma opção mais racional.

Após cruzar a linha, caminhei uns metros, tirei o tênis e vi o dedo do pé ensangüentado. Um dos dedos apertou tanto o outro que o feriu. Verifiquei algumas bolhas no pé esquerdo. Tudo isso nada tem haver com a performance (?!) da prova, mas sim com o jeito esquisito que trotei nos últimos quilômetros. O kit de chegada veio com uma maçã, uma caixinha de suco, um muffim, um pão com queijo. Nada de isotônico, mas água não faltou, mas o tempo também não exigiu. A camiseta razoável. Organização aceitável.

Fui para casa e o joelho direito continuou a incomodar, mas com mais intensidade, sendo que estou andando mancando e bem devagar. Acho que estourei o joelho. Terei que ir ao médico, infelizmente. Acho que é o fundo do poço... Estou tentando correr sem mínimo de treino. Isso não resolve mesmo...

Pessoal das corridas, domingo, dia 28/06/2009, teremos a edição da maratona do Rio de Janeiro, na capital fluminense. As inscrições eram feitas pelo sítio www.maratonadorio.com.br ou www.ativo.com, com opções de maratona, da meia-maratona e family run (6km). A entrega dos kits será nos dias 25, 26 e 27/06 (quinta, sexta e sábado), das 9:00 às 18:00, Centro de Convenções Sul América, localizado na Avenida Paulo de Frontin, esquina com Avenida Presidente Vargas – Cidade Nova – Próximo a Estação Estácio do Metrô, ao lado do prédio da Prefeitura. Para maratona a largada às 08:00 na Praça do Pontal do Tim Maia, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, e chegada no Aterro do Flamengo, bairro do Flamengo. A nossa colega Yara Achôa participará na opção de meia maratona que sairá da Praia do Pepê na Barra, mas também termina do Aterro do Flamengo.
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O percurso da maratona atravessará as praias da Barra da Tijuca, São Conrado, Leblon, Ipanema, Copacabana e Botafogo. O trajeto é bem plano, exceto uma curta elevação entre os 22km e 23km (10 metros) e outra do 27km ao 29km (20 metros), sendo que os 21 primeiros quilômetros são totalmente planos. A organização informa que haverá postos de hidratação a cada 3 quilômetros.
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A premiação será a seguinte: 1º R$ 16.000,00; 2º R$ 8.000,00; 3º R$ 6.000,00; 4º R$ 5.000,00; 5º R$ 3.000,00; 6º R$ 1.600,00; 7º R$ 1.400,00; 8º R$ 1.200,00; 9º R$ 1.000,00; 10º R$ 800,00. Haverá também um bônus de R$ 4.000,00 caso o atleta ganhador da prova termine com tempo inferior a 2h:13m. Por categoria haverá premiação: 1º R$ 200,00; 2º R$ 100,00; 3º R$ 50,00. Ano passado corri a opção da meia-maratona, mas esse ano não me sinto atraído a participar, ainda mais com o péssimo condicionamento.

Quanto aos resultados uma curiosidade: das 25 posições nos pódios, de 2003 a 2007, somente os “Bergue’s” (Gutemberg e Lindembergue) estiveram em mais de uma vez, o resto subiu e sumiu. Ano passado a escrita foi quebrada: além de não ter “Bergues” (Lindemberg ficou em 7° e Gutemberg em 14°), Mauro Teixeira Pinto repetiu a dose de 2007 e Eliésio Miranda da Silva a de 2005.
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Eis os resultados: 2008- 1. Domingos Nonato da Silva, 2h:17m:20s; 2. Eliésio Miranda da Silva, 2h:17m:47s; 3. Mauro Teixeira Pinto, 2h:18m:14s; 4. Silvio Guerra, 2h:18m:28s; 5. Marcos Alexandre Elias, 2h:18m:56s. 2007- 1. Elson Alex Gracioli, 2h:18m:33s; 2. Mauro Teixeira Pinto, 2h:19m:02s; 3. Genílson Junior da Silva, 2h:19m:33s; 4. José Gutemberg Ferreira, 2h:19m:41s; 5. Giomar Pereira da Silva, 2h:21m:22s. 2006- 1. José Pereira da Silva, 2h:21m:14s; 2. José Gutemberg Ferreira, 2h:21m:57s; 3. Weber Dias Ferreira, 2h:22m:55s; 4. Liélzio Santana de Jesus, 2h:23m:08s; 5. Lindenbergue Gomes Nunes, 2h:23m:11s. 2005- 1. Cláudio Pereira da Cruz, 2h:21m:18s; 2. Eliésio Miranda Silva, 2h:23m:50s; 3. Lindenbergue Gomes Nunes, 2h:23m:57s; 4. Flávio Alves da Silva, 2h:24m:35s; 5. Marcos Antonio F. Lopes, 2h:26m:37s. 2004- Francisco Armendes Cardoso, 2h:20m:48s; 2. Maurício dos Santos, 2h:21m:27s; 3. Francismar de Barros Dias, 2h:21m:45s; 4. José Gutemberg Ferreira, 2h:22m:28s; 5. Vilmar Gonçalves de Camargo, 2h:23m:14s. 2003- 1. Alex Januário de Mendonça, 2h:16m:39s; 2. Flávio Alves da Silva, 2h:21m:19s; 3. Marcos dos Santos, 2h:21m:34s; 4. Anúbio Fernandes da Silva, 2h:22m:08s; 5. Alexandre da Cruz Brasil, 2h:23m:25s.

Pessoal das corridas, domingo, dia 21/06/2009 será realizada a 3ª edição da Corrida Hebraica Macabi Brasil, na USP. As inscrições poderão ser feitas pelo site www.corpore.com.br, com taxas de R$ 40,00 para associados e R$ 50,00 para não associados, com opção de 6km e 3,4km. A premiação com troféus para os cinco primeiros colocados. A prova largará na Avenida da Raia da USP às 08:00. A retirada do kit e chip será na data e local da prova. O trajeto será dentro da USP, logo sem diferenças altimétricas relevantes.

Nas edições anteriores tivemos os seguintes resultados: 2008- 1. Fábio Luiz Rodrigues Santos; 2. Sivaldo Santos Viana; 3. Adriano Bastos; 4. Everton Ludvice Moraes; 5. Renilson Vitorino da Silva (PlayTeam). 2007- 1. Osmar João Vieira; 2. Juvenal Ferreira de Andrade; 3. Vladimir da Silva; 4. Giorgio Marques; 5. Raphael Sergio de Paula Filho.

Pela PlayTeam os melhores colocados foram: Renilson Vitorino da Silva, 18m:25s (5°colocado no geral!); José Maria dos Santos, 21m:49s; Sérgio Rogério Lopes Vicente, 21m:51s; Marco Antonio de Oliveira, 22m:05s; Marcelo Aparecido Gomes, 22m:31s. Esse ano não participarei dessa prova, estarei em Santo André.

Pessoal das corridas, dia 21/06/2008, domingo teremos a 8ª edição da Meia Maratona de Santo André, região do ABC, da Grande São Paulo, aproximadamente 20 quilômetros da capital paulista. O evento, nas edições anteriores, fazia parte da comemoração do aniversário da cidade, mas mesmo assim continua tendo apoio da prefeitura local. Normalmente caía em abril, na data da meia maratona da Corpore. A evento tem início no Shopping ABC, na Avenida Pereira Barreto, 42. Temos dois roteiros para local da prova. A primeira seguindo a Rodovia Anchieta, pegar a alça para Avenida Piraporinha, passando praça Ibrahim Almeida Nobre, sua continuação é Av. Lucas Nogueira Garcez. Siga até final atravessando o viaduto José Fernando de Medina e chegará na Avenida Pereira Barreto, siga pela esquerda. Por dentro de São Paulo, pegar a av. Salim Farah Maluf (ponte do Tatuapé), siga Av. Prof. Luiz Ignácio Anhaia Mello pela esquerda, siga pela Av. dos Estados, depois na Av. Dom Pedro II e suba viaduto. Continue seguindo até chegar na Av. Pereira Barreto.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.ativo.com, com taxa de R$ 40,00 para meia maratona, R$ 35,00 para 10km e R$ 25,00 para caminhada de 5km. A previsão é que supere 1.500 participantes do ano passado (meia, 10k e caminhada), sendo que, na meia maratona, houve apenas 313 concluintes. A retirada do número e do chip se dará no local da prova no dia 20/06 (sábado), das 10:00 às18:00 e dia da provadas 06:00 às 08:00. A premiação para meia maratona será 1º- R$ 3.000,00; 2º- R$ 2.500,00; 3º- R$ 2.100,00; 4º- R$ 1.700,00; 5º- R$ 1.300,00; 6º- R$ 700,00; 7º- R$ 500,00; 8º- R$ 400,00; 9º- R$ 350,00; 10º- R$ 300,00. Já nos 10km: 1º- R$ 1.700,00; 2º- R$ 1.300,00; 3º- R$ 1.000,00; 4º- R$ 800,00; 5º- R$ 650,00; 6º- R$ 500,00; 7º- R$ 400,00; 8º- R$ 350,00; 9º- R$ 300,00; 10º- R$ 250,00. Há troféus para os três primeiros por categoria. Desse modo com uma premiação muito interessante certamente atrairá pessoal de ponta. Se você está nessa turma informo que haverá um pelotão de elite para a Meia Maratona, assim os interessados deverão enviar seus currículos com os resultados das últimas 5 provas, pelo fax (11) 4229-3363 aos cuidados de Wilson Parreiras de Santana ou por e-mail wilson.parreiras@globo.com

A largada está prevista para às 09:00 para 10km e 09:10 para meia maratona. O percurso tem início no referido Shopping, passa pela Avenida Ramiro Colleoni, Avenida D. Pedro II até a divisa com São Caetano, retornando pelo lado oposto até a Rua Catequese, Avenida Perimetral, Avenida Pirelli, atingirão a divisa com Mauá e, depois, seguirão em pista contrária até o Shopping. Segundo um dos organizadores do evento o trajeto não contempla diferenças de altimetria significativas: “É uma prova fácil, num percurso rápido, com poucas subidas”, explica Wilson Parreiras de Santana.
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Já na pista, a curiosidade é que a primeira e última edições foram vencidas pelo grande Marílson dos Santos, sendo esses são os dois melhores tempos da prova. Ano passado ele venceu com 1h:02m:57s, quebrando seu próprio recorde de 1h:03m:27, estabelecido em 2002. Vamos então à classificação das últimas edições: 2008- 1. Marilson Gomes do Santos, 1h:02m:57s; 2. Joshua Kiprugut Kemei, 1h:06m:02s; 3. Israel dos Anjos, 1h:07m:04s. 2007- 1. Márcio Ribeiro da Silva, 1h:05m:01s; 2. Marcos Alexandre Elias, 1h:06m:11s; 3. Everton Ludivice Moraes, 1h:06m:26s. 2006- 1. Luis Paulo da Silva, 1h:05m:53s; 2. Domingos Nonato da Silva, 1h:05m:57s; 3. Leonardo Vieira Guedes, 1h:07m:15s. 2005- 1. Leonardo Vieira Guedes, 1h:05m:45s; 2. Domingos Nonato da Silva, 1h:06m:01s; 3. Alan Wendel Bonfim, 1h:06m:13s. 2004- 1. Élson Alex Gracioli, 1h:05m:33s; 2. Rildo Alves dos Santos, 1h:05m:40s; 3. Wellington Correia Fraga, 1h:06m:15s. 2003- 1. Paulo Vitor Lunkes, 1h3m58s; 2. Israel dos Anjos, 1h4m11s; 3. Alendo Francisco dos Santos, 1h4m54s. 2002- 1. Marilson dos Santos, 1h:03m:27s; 2. Valdenor Santos, 1h:05m:21s; 3. Clodoaldo Silva, 1h:05m:33s. Ano passado Walquiria Milaine Martins da PlayTeam ficou em 9 colocação no geral.

Pessoal das corridas, nesse domingo dia 21/06/2009, teremos a 4ª edição da Corrida UNICEP, em São Carlos, interior de São Paulo, distante aproximadamente 250km da capital paulista. Para chegar a São Carlos basta seguir pela Rodovia Bandeirantes (SP-348) ou Rodovia Anhanguera (SP-330). Após passar por Limeira, pegar o trevo de acesso a Rodovia Washington Luis (SP-310), chegando a UNICEF aproximadamente no quilômetro 240 da rodovia.

As inscrições podem ser feitas pelo site www.ativo.com, com taxa de R$ 30,00 e limitada a 1.000 participantes, com opções de 5km e 15km. A retirada do chip será na data e local do evento. A largada está prevista para às 09:00, em frente ao campus da UNICEP, na Rua Miguel Petroni, 5.111, Jardim Centenário, mesmo local da chegada.
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A premiação é bem atrativa: 1º R$ 2.000,00; 2º R$ 1.000,00; 3º R$ 500,00; 4º R$ 300,00; 5º R$ 200,00. Há também troféus por categorias. Eis algumas classificação: 2008- 1. Paul Kipkemei kipkorir (QUE), 43m:55s; 2. Marcelo Cabrini, 44m:55s; 3. José Magno dos Santos Mota, 45m:24s; 4. Pius Nmangata Wepoghe (QUE), 45m:30s; 5. Paulo Alves dos Santos, 46m:42s. 2007- 1. Márcio Ribeiro da Silva, 48m:40s; 2. Paulo Alves dos Santos, 49m:04s; 3. Anoé dos Santos Dias, 50m:00s; 4. Lindomar Modesto de Oliveira, 50m:34s; 5. David Andrade de Mesquita, 50m:56s.

Pessoal das corridas nesse domingo, dia 14/06/2009, participei de mais uma etapa do Circuito de Corrida de Rua da Prefeitura de São Paulo, agora no bairro de Santana, zona norte da capital paulista. As inscrições eram feitas gratuitamente pelo site www.ativo.com, limitada a 1.000 participantes. O percurso de 5km foi em torno do Clube Escola Jardim São Paulo, situado na Rua Viri, 245, próximo a SESC-Santana no Avenida Luis Dumont Villares e do metrô Jardim São Paulo.

O local do evento é bem pertinho de casa, assim não podia gazetar essa corrida. No sábado fui à academia por as pernas a ferros e saí de lá com a parte interna das coxas incomodada. O tempo estava bem frio e o vento gelado cortava a pele feito navalha. Isso fez com que o quórum fosse baixo, posto que não havia 300 participantes, isso para a corrida. Eu mesmo, confesso, não fui com vontade, pois além do frio, ainda tinha o incômodo nas coxas de ontem, assim de tão negligente nem relógio eu trouxe. A tosse está menos forte, incomoda, mas parece que começa a ceder. O peso estabilizou, por enquanto.

A largada foi às 08:00 sem bagunça, tudo tranquilo. O trajeto se compôs de duas voltas no circuito de 2,5km, sendo que havia duas subidas e, consequentemente, duas descidas. A primeira longa e a outra bem curta, entretanto deu para suar o combatente. Esse lance de volta em circuito, para perna-de-pau como eu, desanima. Enfrentar aquela subida já sabendo que terá que enfrenta-la novamente... complica.

Assumi a corrida como treino. Isso já me bastou. A prova foi bem perto de casa. Largada 08:00 e 08:47 já estava de volta tomando meu café-da-manhã. Às 09:00 escrevo essas linhas. Já acabou... agora espero que mais tarde possa ir à academia, mas mais devagar. O kit final teve banana, maçãs, uma barrinha de cereal e um pequeno torrone. A camisa padrão para todo o circuito, só que agora na cor laranja, e a medalha idêntica às demais etapas. A organização foi razoável, um pouco de desorganização na retirada do chip e numeral, e acho que o locutor devia ser alguém com mais ânimo, pois o combatente parecia que vinha da balada e caiu ali de paraquedas!

Pois bem, uma corrida que se revelou um bom treino, próximo de casa, deixou o combatente um pouco cansado, e que vai fazer esse domingo render mais, por acordar cedo. Encontrei alguns colegas ao cruzar a linha, mas infelizmente minha disposição pós-prova normalmente não é das melhores, principalmente preocupado em me aquecer, me alimentar e descansar. Desculpe-me Marcelo Jacoto, Carlão, dentre outros. Completando: 10:00 e o resultado já foi divulgado: 24m:33s, em 10/27 na categoria e 102/254.

Pessoal das corridas nesse feriado cristão de Corpus Christi, dia 11/06/2009, participei da Corrida de Santo Antonio, em Osasco. As inscrições eram feitas pelo site www.ativo.com ou da PlayTeam, com taxa de R$ 25,00. A retirada do numeral e chip se deu no dia da prova, no campus da UNIFIEO, Av. Franz Voegeli, 300 - Vila Yara, local da largada e chegada. O percurso de 6km se deu no entorno da universidade, que, aliás, bancou o evento. A premiação foi do 1° ao 5° colocados no geral.

A ida até o local do evento foi bem tranqüilo: segui pela marginal do rio Tietê, peguei a alça da ponte do Jaguaré sentido Osasco, continuei pela Avenida Corifeu de Azevedo Marques e, passando pelo Shopping Continental, cheguei à Rua Franz Voegeli.

Pois bem, adentrando o campus da UNIFIEO, retirei meu numeral (950, 63,7kg) e chip. Encontrei um grande número de PlayTeam’s, alguns eu não via a tempos, devido a minha ausência em provas e treinos, como Regis, Marco Antônio, Marcos, Rogério Lagos, Walquiria, Renilson, dentre muitos outros, bem como o guerreiro Marcelo Jacoto (que também fazia tempo que não encontrava).

Não havia grande contingente de corredores, mas isso não foi óbice para que Adriano Bastos aparecesse para disputá-la. O cara é mesmo uma máquina, pois ganhou três maratonas em quatro meses. Tudo bem que a prova tinha somente seis quilômetros, mas um cara desse não vai para brincar, mesmo que não haja premiação em dinheiro.

Saí de casa com garoa, todo encapotado, ainda tossindo muito. Cheguei a Osasco com tempo estava fechado e frio, mas sem chuva. Fiz a prova de camisa de manga comprida e bermuda, com receio de piorar o estado do português. A prova teve dois postos de hidratação, suficientes pelo clima, e passei em todos direto. Percebi como os corredores diminuem a marcha para se hidratar. Interessante.

A largada atrasou em 10 minutos. Fiz quase metade da prova em ritmo forte. No primeiro quilômetro devido a prova começar em descida, aí todo santo ajuda, não é mesmo? Agora como tem coisas que só acontece comigo, encontrei no percurso um cachorro de três pernas (isso mesmo, só três). O animal percorreu um bom trecho em ritmo razoável. Ele ficou a minha frente e eu tentando passá-lo. Hilário. Conversei com um corredor ao meu lado: “Perder para um cachorro de três pernas, é para parar de correr definitivamente”. Lá fomos nós...

Ultrapassando o trípede, verifiquei que estava abaixo de 04m:30s/km. Que incentivo! Passado o 5km a tal descida inicial, virou uma subida longa, e fustigou o combatente. Suando aos pingos consegui vencê-las ao som das tossidas e da torcida que incentivava. Fechei a prova com 27m:20s não oficiais.

Terminada a prova tivemos bananas, maçãs e tangerinas à disposição. A camiseta simples e a medalha com dados da prova. Uma organização simples, para uma prova simples. Devido ainda estar com um pouco de falta de ar, resolvi trocar de roupa e ir para casa. Por um lado foi bom que me fez ao menos treinar um pouco, mas por outro me cansou bastante. Faz parte...

Pessoal das corridas depois de ser eleito pela FIFA como melhor jogador de futebol na temporada 2008, depois de receber elogios por sua velocidade pelo recordista mundial Usain Bolt, Cristiano Ronaldo dos Santos Aveiro – CR7 - o atleta portugues de apenas 24 anos (nascido 05/02/1985 – Funchal), vai de encontro ao apogeu. Acaba de ser confirmada a transferência de CR7 para o Real Madrid por 94 milhões de euros com rendimentos anuais de 12 milhões de euros.
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Os números podem ser contestados, mas a ida do ex-atleta do Sporting de Lisboa está sacramentada, mesmo após a tentativa frustrada de Alex Fergunson de convencer CR7 a cumprir seu contrato até 2012 com os ‘red devils’, donde está desde 13/08/2003. Em nota no site, o Manchester United confirmou a ida do português de Manchester para Madrid.

"Manchester United have received a world-record, unconditional offer of £80million for Cristiano Ronaldo from Real Madrid. At Cristianos request - who has again expressed his desire to leave - and after discussion with the players representatives, United have agreed to give Real Madrid permission to talk to the player. Matters are expected to be concluded by 30 June. The club will not comment until further notice."

O Real Madrid, depois de contratar Káka, eleito pela FIFA como melhor jogador da temporada 2007, por 65 milhões de euros (CR7 vale um Kaká e meio), tentar montar um novo time de galácticos. A dinheirama do Real Madrid, além da Inglaterra, também deve aportar em Portugal. A transferência de CR7 vai render ao Sporting uma verba de aproximadamente 2,5 milhões de euros, devido ao clube de Alvalade ter sido o formador do atleta. O contato de CR7 com os 'leões' se iniciou em 1986, quando tinha 11 anos de idade.
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Valores à parte, o clube merengue é responsável pela 4 maiores contratações da história do futebol mundial, sendo desses 2 portugueses e um brasileiro. Viva os lusófonos!

1. Cristiano Ronaldo (POR), do Manchester United ao Real Madrid (2009) - 94 milhões de euros; 2. Zinedine Zidane (FRA), do Juventus ao Real Madrid (2001) - 75 milhões de euros; 3. Kaká (BRA), do Milan ao Real Madrid (2009) - 65 milhões de euros; 4. Luis Figo (POR), do Barcelona ao Real Madrid (2000) - por 61 milhões de euros; 5. Hernán Crespo (ARG), do Parma à Lazio (2000) - 56 milhões de euros; 6. Gaizka Mendieta (ESP), do Valencia à Lazio (2001) - 48 milhões de euros; 7. Rio Ferdinand (ING), do Leeds ao Manchester United (2002) - 47 milhões de euros; 8. Andriy Shevchenko (UCR), do Milan ao Chelsea (2006) - 46 milhões de euros; 9. Juan S. Verón (ARG), da Lazio ao Manchester United (2001) - 46 milhões de euros; 10. Ronaldo (BRA), da Inter ao Real Madrid (2002) - 45 milhões de euros.


Pessoal das corridas continuo com a saga lusa de conseguir transformar o dia em 30hs. Ainda estou bem mal, mas tento não dispensar qualquer pequeno momento para desenferrujar a carcaça. Rodei hoje 11km no Parque da Vila Maria, em rítmo até que aceitável. A falta de ar continua se fazendo presente. Ao final da rodagem, já encostando para alongar, a chuva começou. Saí de imediato, pois, de certo, a situação do combatente ia piorar. Hoje à noite tentarei ir à academia, ver se com exercícios cria algumas gramas de músculos. Aliás o peso continua caindo... Como já disse, ainda escrevo um livro: "Emagreça sem esforço...". Se essa semana os pulmões não melhorarem procurarei o médico, pois mais de duas semanas assim, pode ser algo grave. Já tivemos a gripe aviária, depois a gripe suína, quem sabe 'invento' a gripe tartaruguina??

Pessoal das corridas hoje nada de provas. Esse portuguesinho ainda está, literalmente, mal das pernas. Essa semana as atividades foram um caminhada, duas rodagens uma de 15km e outra de 10km (com 2 tiros de 600m) e duas sessões na academia. A preocupação é ainda os pulmões. Estou preocupado pois essa tosse continua forte e os pulmões incomodam. Sabem como é...

Quanto ao peso ainda está bem abaixo dos 65kg. A última pesagem, antes da maratona, era de pouco mais de 67kg. Agora que acabaram as provas dos alunos na Universidade, terei um pouco mais de tempo. Na USP, funcionários e professores entraram em greve. Os alunos prometem aderir. Pronto... acabou o semestre. A vida acadêmica só não entre em hibernação pois, mês que vem, começa execução do projeto de monografia na PUC. A correria parece infinita...

Vamos ver se consigo cuidar da saúde, aproveitando esse pit stop acadêmico. Penso em ir ao médico se os pulmões não melhorarem. Quem sabe, invertendo a máxima lusa, dou uma melhorada na carcaça de frango: Mens sana in corpore sano

Pessoal das corridas sexta-feira, dia 04/06/2009 aconteceu a 2ª etapa Troféu Brasil de atletismo, no estádio do “Engenhão”, no Rio de Janeiro. Na modalidade 10km a vitória ficou com Marílson Gomes dos Santos, bicampeão da Maratona de Nova York dentre outros feitos. Além de vencer estabeleceu um no recorde para a prova: 27m:58s:83. Aliás o recorde anterior, 28m:21s:38, era do próprio Marílson, estabelecido em 2004. Com essa nova marca o atleta brasiliense está classificado para o Mundial de Berlim, na Alemanha, haja vista que o índice requerido pela CBAt era de 27m:59s:50. Quanto aos demais atletas, destaca-se que o ritmo foi forte, sendo que todos os 5 melhores ficaram abaixo dos 29 minutos, sendo que desses cinco, três eram atletas patrocinados pela BM&F Bovespa, incluindo o próprio Marílson. Eis a classificação oficial: 1. Marilson Gomes dos Santos 27m:58s:83; 2. Damião Ancelmo de Souza, 28m:41s:64; 3. Daniel Chaves da Silva, 28m:49s:42; 4. Antônio José Nunes Júnior, 28m:53s:83; 5. Reginaldo de Oliveira Campos Júnior, 28m:56s:04.

Pessoal das corridas continuemos a comentar a ‘marvada’, mas agora com viés mais profissional. Como amplamente divulgado o vencedor foi... isso mesmo, um queniano. Dessa feita Elias Chelimo, de 27 anos, com tempo de 2h:13m:59, ou seja, continua em pé o recorde estabelecido por Vanderlei Cordeiro de Lima, em 2002, de 2h:11m:19s. O clima colaborou com o queniano que disparou à frente, cruzando a linha de chegada com quase 4 minutos à dianteira de Franck Caldeira, segundo colocado, que finalizou com 2h:17m:23s.

Chelimo é novato em maratonas, sendo que São Paulo foi sua terceira participação na modalidade, mas demonstrou seu valor com um histórico expressivo: em 2008 completou a maratona de Milão com tempo de 2h:08m:39s e em 2007 maratona de Roma com tempo de 2h:09m:36s. Esses tempos na Itália demonstram como a ‘marvada’ da maratona de São Paulo, pela diferença entre os tempos, tem mesmo um alto grau de dificuldade, uma das maratonas mais difíceis do planeta.

Com ‘falsa modéstia’ o campeão declarou que “Essa foi minha primeira prova no Brasil e gostei muito. Ainda tentei puxar o meu colega junto comigo, mas como ele não vinha resolvi apertar para tentar a vitória.”, e ainda concluiu “O tempo foi bom para correr, mas o vento contra atrapalhou um pouco”.

A classificação oficial foi a seguinte: 1- Elias Chelimo (QUE), 2h:13m:59s; 2- Franck Caldeira, 2h17m:23s; 3- José do Nascimento Souza, 2h:19m:17s; 4- Giomar Pereira da Silva, 2h:21m:36s; 5- Tola Ketema Nigusse (ETI), 2h:22m:38s. Desse modo o tira-teima entre quenianos e brasileiros, após a 15ª edição da 'marvada', ficou assim: sete vitórias brasileiras, sete vitórias quenianas e uma vitória marroquina (1996). Ano que vem vamos ver que país fica com a coroa.

Outro pódio importante foi a conquista do 1° lugar nos 10km de Renilson Vitorino da Silva, atleta da PlayTeam (mas que correu sobre patrocínio da Montevérgine nessa prova), com tempo de 32m:56s.

Pela PlayTeam os melhores colocados na ‘marvada’ foram: Leandro Mario da Silva, 3h:10m:43s; Geadiel Luiz de Sales, 3h:17m:24s; Carlos Alexandre Batista Ribeiro, 3h:30m:38s; Clóvis Claudino Bento, 3h:30m:51s; Jorge Santana Rodrigues, 3h:36m:06s; Clay Santos, 3h:38m:20s; Sildeni Costa Rezena, 3h:42m:32s; Leonardo de Marostegam, 3h:46m:50s; Oséias Tavares de Lima, 3h:48m:42s; José Maria dos Santos (super-Zé), 3h:59m:56s; Luis Fernando Pagliusi, 4h:00m:01s.

Terminando os relatos sobre a PlayTeam um destaque também do dia 31/05/2009, foi a vitória do nosso colega da PlayTeam Paulo Fonseca na categoria solo da Maratona de Revezamento Bertioga-Maresias, com 75km de percurso, com o tempo de 6h:13m:59s. Salvo engano essa modalidade ‘solo’, ou ‘survivor’ como queiram, qualifica o combatente para a COMRADES. A conferir...

Pessoal das corridas dia 31/05/2009, domingo, tivemos mais uma vez a “marvada”, ou seja, a 15ª edição da maratona de São Paulo, na capital paulista. As inscrições eram feitas pelo site www.maratonadesaopaulo.com.br, com opção de participação de 10km, 25km e a “marvada”. A entrega do chip e numeral foi no Ginásio Poliesportivo do Ibirapuera, nos dias 28 29 e30/05. Até aqui tudo muito organizado.

Na sexta-feira retirei meu numeral – 3000 – e iniciei o planejamento (??!) para correr a maratona. Mesmo não reunindo condições físicas mínimas, achei por bem encarar como teste de meu corpo, haja vista que meus treinos nesses últimos 45 dias se resumirem a dois 'longões', um de '5km' e outro de '10km'. Fui fazer a pesagem da carcaça de frango para registro: 64,2kg, ou seja, perdi 2,5kg em 45 dias sem treino! Acho que devo escrever um livro sobre essa façanha, “Emagreça sem esforço algum”, será um best seller. Analisando por outro viés, visto que minha cintura continua, de certo modo, proeminente, acho então que perdi meus únicos 2,5kg que tinha de músculos (ou filé de frango, como queiram...) no corpo. Caso raro a ser estudado pela medicina (rss).

Para que não pairasse qualquer dúvida sobre a enorme possibilidade de fiasco, eis que me ataca a garganta e os pulmões. Minha voz ficou uma mistura de Adoniram Barbosa com Dom Corleone, do ‘Poderoso Chefão’. Hilário. Tomei medicamentos esperando que até domingo estivesse curado. Lêdo engano, pois na noite de sábado, mesmo não tendo febre, a tosse atacou. O domingo da prova amanheceu frio e com respingos de garôa. Não dava para piorar...

Como não consegui dormir direito, levantei bem mais cedo e fui para o Parque Ibirapuera, local da chegada. Todo encapotado, cheguei à tenda da PlayTeam, coloquei calção e camiseta, deixei meus pertences e fui para ônibus que levaria os corredores até a largada, na Avenida Roberto Marinho, no Brooklyn, junamente com os colegas Reginaldo, Nelsão (figuraça...), Luis Fernando dentre outros.

No alinhamento encontrei mais colegas da PlayTeam. A ansiedade era grande. Toca o hino nacional brasileiro e pouco depois um tiro de canhão. O combatente aqui tomou um susto, mas pelo menos deu para acelerar o coração. Saí com o seguinte planejamento: 10km- 5min/km; 10km- 5:30min/km; 10km-6:00min/km; depois o ritmo ficaria a cargo da situação da 'carcaça do frango' na ocasião.

Pois bem, segui os 10km iniciais nessa tocada, acompanhado pelo colega Léo, que é infinitamente superior a mim (39min/10km), mas estreava em maratonas. Queria um ritmo lento no início, logo eu era o cara perfeito para tal lentidão. Fomos nessa tocada, de próximo a 5min/km, até a metade da prova. Fechamos 21,1km em 1h:48m. Pronto, foi a senha para que esse portuguesinho ficasse empolgado. Nesse ínterim revezamos nos pontos de hidratação: um continuava e o outro pegava os copos de água. Eu fiquei com os sem gelo e ele com os gelados, visto que a garganta ainda estava bem ruim.

Ao adentramos a Cidade Universitária ele sumiu, pois o meu rítimo já começava a ceder. Então ajustei uma marcha mais confortável, pois, pelos cálculos até então, daria para fechar próximo aos 3h:50m. Seria uma marca excelente, mas no meio do caminho tinha uma pedra... e tinha uma pedra no meio do caminho...

No 26km a coisa desandou de vez, sendo que já estava rodando perto dos 06m:30s/km, jogando por terra a expectativa anterior. A ventania aparentemente começou a soprar mais forte, ou era eu já delirando. Estava me contentando em terminar a ‘marvada’ em 4 horas. Na área dos túneis, pouco antes do 34km, chegou o colega Reginaldo que deu certo ânimo, fomos trotando com mais firmeza. Nesse momento eram dores por todo o corpo. A chacota foi que determinado instante além do início de câimbras nas pernas começou no braço direito. Como alguém sem músculos no bícepes, consegue ter câimbra!! Novo desafio á ciência...

Faltando míseros 4km, pensei seriamente em desistir. Lembrando que a partir do 37km é só subidas. O corpo desse pobre escriba estava todo retorcido, sendo ultrapassado por todos outros corredores, a maioria todos inteiros. Somente os ‘andarilhos’ eu consegui passar, mas mesmo assim com dificuldades. Já devia estar rodando por volta de 8m:00s-08m:30s/km. O coitado do Reginaldo teve que agüentar as lamúrias desse que vos escreve. Deve ter sido uma ‘maratona’ para ele também. Já no último quilômetro o Marcelo se reúne a nós, e me acompanha até o final. Fecho em 04h:08m:36s oficiais, atravessando a linha com a bandeira portuguesa. Acho que humilhei o país. Peço desculpas aos patrícios. Todo escangalhado vou até a tenda da PlayTeam. Repenso algumas coisas...

Poderia até me vangloriar pelo treinamento e estado físico lástimável, assim foi uma prova pouco sofrível, mas com características de perda de tempo e desgaste desnecessário. Por outro lado, simplesmente desistir seria muito cômodo. Concluindo penso que bastasse um treino mediano e cuidado com saúde, conseguiria ir bem melhor, ou seja, por muito pouco conseguiria uma resultado expressivo (para meu porte é claro). Cada maratona se aprende algo. Falta-me ainda dominar uns 15km, para então me declarar um maratonista.

O kit de chegada veio a contento: 1 torrone, 2 barrinhas de cereais, 1 pão de mel, 1 banana, uma maça e um isotônico. A medalha bem feita e camiseta idem. Bom, chego em casa, tomo banho, almoço e desabo na cama. Acordo à noite com febre. A garganta havia piorado e as dores também. Tomei medicamentos para ambos problemas. Jantei e voltei a dormir. Hoje, segunda-feira, não fui ao escritório, mas já estou sem febre. As pernas continuam incomodando. Tomarei mais medicamentos e irei para USP, assistir às aulas à tarde, bem como aplicar provas aos alunos à noite. Ainda bem que essa semana só serão provas, poderei então ‘descansar’ durante às aulas.

Por consideração aos leitores, dividirei essa postagem em duas: a minha, de pouco valor, e outra parte com os competidores de verdade. Assim não perdem tempo com lamúrias desse pobre escriba. Fica então a mensagem: qualquer pode concluir uma maratona, desde que esteja disposta a sofrer.