Pessoal das corridas dia 28/03/2010 participei da 10ª Prova Pedestre de Francisco Morato, na cidade de mesmo nome. O evento fazia parte das comemorações do 44º aniversário do município. Para chegar à cidade utilizei o trajeto da estrada velha de campinas que contempla avenida Raimundo Pereira de Magalhães e rodovia Tancredo Neves (resumo bem grosseiro). As inscrições eram feitas pelo sítio da runnerbrasil sem cobrança de taxa, limitada a 300 participantes. O percurso de 9km é duro, um dos piores que pisei.

A largada se deu em frente à prefeitura, na Rua Progresso, 759, e estava prevista para às 16:00, mas atrasou. Não sei quanto tempo, mas atrasou. A premiação na geral foi assim: 1º R$ 350,00; 2º R$ 250,00; 3º R$ 150,00; 4º R$ 100,00 e 5º R$ 50,00, mais troféus. Os três melhores em cada categoria receberam troféus e melhor colocado R$ 50,00.

Pois bem, cheguei a Francisco Morato sem dificuldade, e por minha negligência, não anotei o local exato da largada. Perguntei por toda cidade e ninguém tinha a mínima noção do evento. Num dos postos de gasolina, o frentista me afirmou que diversas outras pessoas fizeram esse mesmo questionamento e, no entanto, ele não pôde ajudar. Detalhe, a largada era a uns 300 metros do tal posto. A chuva caiu durante o trajeto à cidade, mas no horário da largada somente garoava.

Estava tão estressado que esqueci o cronômetro. Estacionei por perto e saí em disparada para retirar meu chip e numeral e, graças ao atraso, consegui alinhar a tempo. Primeiro saiu o feminino, pouco depois o masculino. O curioso é que quando da saída do feminino, saímos, os homens, passamos pelo tapete de largada e nos posicionamos uns metros adiante e... esperamos a nova largada. E aí? E essa passagem pelo tapete? Vai entender.

Eu, sem cronômetro e sem a marcação do portal de chegada, já tive indícios que algo não daria tão certo nesse domingo. Já corri de manha, de tarde e de noite. Já corri em subida, em plano e em morros. Já corri na chuva, nos sol, e com tempo nublado. Mas domingo à tarde, em pirambeiras, e com chuva ainda não. Por um lado seria bem... inusitado, mas havia muitos “inusitados” a me esperar.

Estiquei o pescoço na baia de largada e verifiquei que não tínhamos nem próximo a 150 corredores. Nem “forçando” chegávamos a esse montante. Como eu não estava disputando nada, não fez qualquer diferença. Um dos corredores me alertou que havia uma descida em terreno barrento no final que era para eu tomar cuidado. Se esse fosse o problema estava tudo resolvido, pensei eu.

Um dos problemas foi que não havia segurança no percurso, dois guardas bem que tentaram segurar alguns metros, mas a quase totalidade foi disputando com os veículos as posições no asfalto. Eu, que corro com cabeça baixa e desligada, bati na lateral de um carro que trafegava em sentido contrário. Dei uma pirueta de 360 graus e continuei minha batalha. Hilário. Nem pra xingar o motorista tive ímpeto.

SE FOSSE SÓ ISSO... mas o pior do pior era mesmo o percurso. Já tenho a "bandida" (SS), a "danada" (meia SP) e a "marvada" (maratona SP). Esse evento inspirou uma nova categoria de provas: “matadora”. Desde a minha tenra estrada de pseudo-pré-corredor-iniciante tenho outras duas: Corrida de Natal de Cotia e Corrida Pedestre de Jandira. Agora temos a Corrida de Francisco Morato. São subidas e descidas íngremes e umas sobre as outras. Ainda bem que são só 9km. Durante o trajeto o “incentivo” dos cidadãos moratenses eram fazer piada com os corredores. Era tudo que precisava: bordoada no físico e chibatada no emocional.

A marcação de quilometragem começou no sexto quilômetro, ou seja, no final, e mesmo assim pintado no chão. Para piorar na chegada foram dados aos corredores água, água e mais... águas. Para finalizar mais um pouco d’água. Durante o trajeto tivemos dois postos de... água. Tudo bem que é uma prova bem simples, sem patrocínio, exceto a secretaria de esportes da cidade. Acho que uma fruta daria para se ofertar aos guerreiros. A camiseta era de malha e a medalha foi de “honra ao mérito”. Uma prova dura de correr e dura de acabar, que leva o combatente a pensar; “que estou fazendo aqui?”.

Essa “matadora” vai total contraposto à corrida de Barueri, também gratuita, mas deu oportunidade à muitas pessoas a ter contato com o esporte. Tenho comigo que a secretaria de esportes deveria dar mais publicidade ao evento, melhorar a segurança dos corredores, ajustar a marcação de quilômetragem e oferecer uma fruta ao final da prova. Não daria muito custo, acho até que daria retorno exponencialmente maior. Daria um salto enorme na estrutura e atrairia mais pessoas. Tudo bem que, pelo que vi, a cidade tem inúmeras carências, mas aniversário da cidade é evento importante. Não sei meu tempo, acabei cansado e com fome... Ano que vem estou de volta.

Pessoal das corridas em 03/04/2010, sábado, teremos a 63ª edição da Corrida de Aleluia, em São Roque, distante 60 km da capital paulista. Para chegar lá o melhor é utilizar a Rodovia Castelo Branco, pegar a saída km54, no trevo para São Roque, ir pelo acesso Prefeito Livio Tagliassechi. As inscrições podem ser feitas pelo sítio do nosso amigo Harry: webrun, com taxa de R$ 25,00, limitado a 1.000 participantes. Pela primeira vez vi uma taxa de inscrição baixar, pois ano passado era de R$ 35,00. Entretanto alerto que a prova do ano passado não apresentou bom kit de chegada: a camiseta não dava nem para treino, uma maça e uma banana e só, nem mesmo um isotônico; e a medalha foi razoável. A retirada do chip e numeral será no dia e local da prova. A largada está prevista para às 16:00, ao lado da Praça da Matriz, no centro, entretanto alerto que ano passado a largada atrasou em um hora, o que é inadmissível para um evento com tantas estrelas.

Essa é uma corrida tradicional, sendo a quinta prova pedestre mais antiga do Brasil e uma das poucas alterações ocorridas na história do evento se deu em 2009, pois antes a largada era às 20:00. Melhor, pois dá para passear na cidade e conhecer seus atrativos. Essa prova é muito recomendável, entretanto por ser no sábado de aleluia, véspera da Páscoa Cristã, dificulta, em tese, uma visita a São Roque. Alguns colegas foram atrás dos vinhos da região (rss). Quem puder dar uma ‘escapadinha’ no dia de malhar o judas, vale a pena. Ano passado a PlayTeam foi em peso para São Roque: Reginaldo, Carlão, Waldir, Tandaya, José Márcio, Sr. Nelson, Marcos, Ronaldo e também o colega Marcelo Jacoto dentre muitos outros.

O percurso de 8km é composto de duas voltas de 4km, sendo que aproximadamente entre o 3km e 4km é em aclive, não muito íngreme, mas contínuas. Depois do 4km ao 6km é todo em descida, então aproveitemos para ‘sentar a púa’. Depois da bonança vem a tempestade, assim do 6km até o 7,5km outra subida longa e razoavelmente difícil. Se não estiver preparado (como é meu caso) vai sofrer um pouco. Outro aviso é de que o tempo da listagem é pelo bruto, pois não temos tapete de largada. Fiquem atentos. A premiação é interessante: na geral: 1º R$ 1.500,00; 2º R$ 800,00; 3º R$ 500,00; 4º R$ 400,00; 5º R$ 300,00. Também há troféus para categoria moradores de São Roque e para o atleta mais “experiente” (mais “velho”... detesto esse tal de ‘politicamente correto’).

Assim prova com premiação boa, percurso curto e poucos 'combatentes', atrai atletas de peso. O nome dessa prova é o cruzeirense João Ferreira da Silva, João da Bota, que é o atual o tetracampeão (2006/2007/2008/2009), aliás, o Cruzeiro tem onze vitórias consecutivas nesta prova (1999-2009). Em 2009 a classificação oficial ficou assim, com o Cruzeiro ‘papando’ cinco dos sete primeiros lugares: 1. João Ferreira de Lima, 24m:03s; 2. Franck Caldeira de Almeida, 24m:09s; 3. Emanuel Kpkemei (QUE), 24m:17s; 4. Marcos Alexandre Elias, 24m:25s; 5. Gilberto Silvestre Lopes, 24m:28s. Pela Playteam os melhores foram: Reginaldo dos Santos Ilário, 32m:02s e Carlos Ribeiro, 35m:31s. Eu? Nem me atrevo a dizer...

Pessoal das corridas mudei o script da nossa página. Com a anuência do combatente Fábio Namiuti utilizo suas impressões da Prova General Salgado, em Taubaté, para nossos leitores. Eu sou fã da prova, entretanto não pude ir ao evento. Recomendo a todos participar em 2011. Eis a classificação oficial de 2010: 1. Luiz Paulo da Silva Antunes, 30m:26s; 2. Gilmar Silvestre Lopes, 30m:31s; 3. Jacob Kemboi Kiprotich (QUE), 31m:00s; 4. Ednelson dos Reis Santana, 31m:25s; 5. Alessandro de Souza, 31m:34s. Não houveram PlayTeam na prova. Vamos à prova...
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"Chegamos bem cedo ao 5º BPM/I, local da chegada. Como sempre, o esquema foi deixar os carros ali por perto (a rua lateral, ao contrário do ano passado, estava liberada) e tomar o caminho da Av. do Povo, onde a largada seria dada. A comitiva tinha além de mim, Janete e Dudu, também os meus tios, participando da primeira edição da caminhada (boa iniciativa!) e os casais Toninho/Ana e Jorge/Samira. A indefinição climática era a tônica do dia. No caminho, ora nublado, ora chuvoso, ora com sol ameaçando abrir, ficava difícil saber qual seria a opção para a hora da corrida. Antes dela, a chuva caiu forte e deixou Janete e Dudu presos no carro, sem poder assistir à largada.

Todo relax, deixei tão para a última hora os cinco minutinhos de aquecimento que, quando vi, só faltavam dois. Aí pedi desculpas para o Acacio, hoje só de bike (em abril segurem a fera, que está de volta!) e fui alinhar. Já tinha tanta gente que tive medo de ter que largar lá na rabeira. Mas consegui abrir caminho e chegar até um lugar mais condizente. A chuva tinha parado e até o sol resolvera aparecer, mas a Janete não. Pedi para o meu tio tirar uma foto para comprovar que eu estava lá, desejei boa prova aos vizinhos de grid Orlando (e o irmão, estreando hoje nas corridas), Souto, Paulo Gallo, Bruno, Fabios Matheus e Vilhena. E até o Alexandre, no "lugar errado", dizendo que hoje ia só na base do trotinho. Com seis minutos de atraso, na minha marcação, a massa começou lentamente a se mexer. Ao passarmos no tapete foi como se recebêssemos uma descarga elétrica, um pouco de velocidade adicional para todos.

Não havia sido divulgada a informação, mas tudo indicava que o percurso, mudado no ano anterior para tornar a prova mais rápida, iria ser mantido. A começar pela placa seis ao lado da largada, como em 2009. E isso se confirmaria. Fui desviando de um monte de gente e ganhando posições a granel enquanto subia a Av. Kennedy e seguia rumo à praça da CTI. Via na alça de mira curta o Paulo e o xará, que diziam ter metas parecidas com a minha, na casa de 48 minutos. Mas pareciam começar em um ritmo muito forte, difícil de acompanhar. Sem outros coelhos confiáveis à vista, optei por correr no meu autopace. Logo cheguei à primeira esquina, com a Av. Tiradentes; e em seguida à praça com outras sete. A placa um nela passou com exatos 4’52’’. Descontando a subidinha nem tão forte e nem tão longa, mas um pouco de cada coisa, um ritmo inicial razoável. A partir dali eu sabia que teria um longo trecho plano e tratei de aproveitar para apertar o passo.

Na Nove de Julho encontrei rapidamente com o João, trocamos incentivos e segui tentando ganhar ritmo. Quase ao lado da rodoviária velha já estava o primeiro posto de hidratação, antes mesmo do Km 2. O sol, convidado indesejável, já tinha feito a temperatura subir bem, menos um pouco que o previsto pela meteorologia na véspera, mas mais do que parecia que seria ao amanhecer. Joguei sem dó quase um copo no cocuruto e bebi os 10% restantes. A segunda placa veio para animar: 4’42’’ foi o tempo nela, sem qualquer sensação de desconforto aparente.

Ao final do retão, viramos à direita duas vezes, pegamos a lateral da chamada Praça da Eletro e seguimos novamente reto pela Rua Duque de Caxias, paralela à reta anterior. A volta não era tão planinha quanto a ida. Uma rampinha suave, mas sempre incômoda, logo surgiu, quebrando o ritmo e mostrando que a coisa não seria tão fácil quanto parecia. A placa três passou ainda com boa marca, de 4’49’’, mas com nítida impressão de que não seria moleza sustentar ritmos deste naipe dali para frente. Ao longe eu via duas camisetas idênticas à minha. Uma do velho parceiro Toninho, de tantas e tantas provas, inclusive algumas edições anteriores dessa própria. Outra, um pouco mais à frente, do Brazilino, correndo com muita desenvoltura, muito mais solto que na Meia de SP. O primeiro eu alcancei na volta ao trecho plano, logo depois dele trombar com um bebum em pleno calçadão (já tinha visto muitos deles em corridas, mas nunca de tão perto assim!). O outro seguia forte, como referência de ritmo.

Percebi que a quarta placa demorou um pouco mais a chegar e não foi só impressão: ela veio na descidinha, com já altos 5’15’’. Restava saber quanto disso se devia à queda de rendimento e quanto à falha no posicionamento, já que seguramente o ritmo não tinha baixado tanto assim. Logo à frente, uma chicane, com curvas à direita e à esquerda para o contorno da Praça de Santa Terezinha. Como no ano passado, tive dificuldade de pegar ali meu segundo copo d’água. Ainda bem que dessa vez havia mais opções de distribuidores. Mesmo com um falhando, consegui pegar com o seguinte, sem necessidade de parar e, pior, como na edição anterior, até voltar andando para não ficar a seco.

A reta da Dr. Emilio Winther era curta, logo vinha mais uma dobrada à direita para voltar à Av. Tiradentes, uma descida bem gostosa e que serviu para uma ligeira recuperação. 5’06’’ foi o pace do quilômetro e 24’46’’ a parcial de metade da prova. Os auspiciosos 48’ de antes da corrida já pareciam meio inalcançáveis, mas um sempre bem-vindo sub-50’, nem tanto. A única preocupação era conhecer o percurso e saber que a segunda metade não era nem um pouco tranquila como a primeira. Muito pelo contrário... Duas perguntas básicas vinham à minha cabeça:

a) por que eu tinha feito esse danado de treino de 30,5 Km na quinta-feira? (resposta simples: porque o que interessa, na verdade, é a maratona!)

b) por que eu não tinha feito a inscrição para os 5 Km???

Mas o negócio era não desanimar. Quando eu parecia que ia dar uma rateada, o Toninho me chamava à razão e não me deixava ficar muito para trás. Era uma ajuda e tanto! Voltamos ao ponto de partida, passando na parte descoberta ao lado da avenida do carnaval. O ritmo praticamente estava sendo mantido, com 5’09’’ no sexto quilômetro. Ao final da reta, no entanto, acabava a alegria do corredor de planície. Já vinha a primeira parte da rampa, ao lado da Dutra, antes de um me engana que eu gosto em descida, e da subida propriamente dita começar. Em 2009 ela tinha sido surpresa, ninguém sabia que ela existia, até o treino simulado no percurso previamente anunciado não passava por ela. Dessa vez, ela já estava devidamente catalogada. Mas isso não queria dizer mais fácil. Marechal Arthur da Costa e Silva é mesmo nome de logradouro que gosta de esculhambar minhas corridas, Minhocão que o diga. O pace do Km 7 foi de 5’21’’, daqueles de desanimar. O do Km 8 até melhorou um pouco, com 5’11’’. Mas botaram, juntos, a perder a meta de fechar a prova com tempo começando com quatro.

Para esse trecho final da prova, incluindo a lomba, ganhamos, além dos muitos caminhantes, também a companhia do Michel, que disse ter começado forte e quebrado no Km 4. Seguia firme, ainda que soubesse que não daria pra repetir o ótimo tempo do ano passado. Ameaçou dar uma caminhada no longo (mais de mil e trezentos metros) trecho em subida, mas ajudou a ditar um bom ritmo logo que a coisa voltou a se estabilizar no plano. Faltou a placa para averiguar o tamanho do estrago. Pelas medidas dos GPS’s, ela deveria estar na esquina ou bem próxima disso. Se alguém viu, não me contou. Entramos praticamente juntos na penúltima reta, onde em 2009 eu havia encontrado o Jorge para ajudá-lo no final da prova dele, após concluir a minha. O sprint sugerido pelo Michel era temeridade, mas deu pra voltar a correr com gosto, alargando a passada e corrigindo a postura meio caída de morro acima. Depois da última curva e da chegada à Av. Independência, novamente ele propôs acelerar, dessa vez para alcançar o Brazilino, logo mais à frente. Ele conseguiria. Eu seria mais conservador. Para evitar qualquer incidente, cheguei na boa, diminuindo até, para pisar no tapete da chegada praticamente junto com o Toninho.

Quem me viu chegando, como o Sylvio, comentou que eu não estava com uma expressão das mais alegres. Não sou de esconder o que sinto. Apesar de ter baixado o meu tempo da edição anterior em louváveis 15 segundos (51’13’’ líquidos, contra os 51’28’’ de 2009), não concluí a prova satisfeito comigo mesmo. Não com o resultado em si. Na realidade, como sempre menciono, pela sensação de não ter rendido o que poderia. Mas foi coisa momentânea. O bode, se existiu, logo cedeu lugar à alegria de estar ali, assistido pela minha esposa e pelo meu filho, ao lado dos meus companheiros de equipe e grandes amigos, fazendo pela quinta vez seguida uma prova muito agradável, de boa estrutura, praticando o esporte que eu gosto e que me dá, de tempos em tempos, a oportunidade de desafiar meu grande adversário: eu mesmo.

O kit pós-prova, para fazer jus à tradição, veio no capricho. Além da camiseta (de boa qualidade, mas não tão bonita como a anterior) e da amostra de protetor solar entregues na véspera, recebemos frutas, torrone, pão de mel, barra de cereal, suco e iogurte. A medalha, item no qual a prova também sempre se destacou, veio bonita, de bom tamanho, em cores, com data e logomarca do evento. Só faltou mesmo, para ficar completa, indicar a distância (ou modalidade, já que houve também a caminhada) disputada. Distribuição tranquila, com filas curtas e três ou quatro opções de “corredores” de entrega.

O cafezinho depois da prova, novamente sob chuva (o sol foi sob encomenda e com duração estritamente durante), foi modesto e vapt-vupt, quem a gente encontrou pelo caminho chamou para participar. O Fabio Matheus, apesar de ter estacionado perto da largada, por conta da kitaiada toda, ainda arrumou tempo de dar um tchau e traçar um sanduba".

Pessoal das corridas eis o resumo de corridas de 03/04 a 04/04/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

SÁBADO
Maratona Two Oceans – África do Sul
Circ. Corridas dos Amigos da Riviera – Bertioga/SP
23ª Minimaratona de Aleluia – Monte Alegre do Sul/SP
63ª Corrida de Aleluia – São Roque/SP

DOMINGO (feriado de Páscoa)
61ª Corrida Aniversário de Cerquilho – Cerquilho/SP

Pessoal das corridas como já adiantado por esse que vos escreve o recorde mundial da meia maratona foi quebrado em Lisboa. No dia 21/03/2010 tivemos a execução da 20ª Meia Maratona de Lisboa, capital de Portugal. As inscrições eram feitas pelo sítio www.meiamaratonadelisboa.com. A entrega dos numerais e chip foi feita na Feira SportExpo nos dias 17 a 20/03, das 10:00 às 20:00, no Museu da Eletricidade, em frente a estação da CP de Belém, na Av. Brasília. A largada se deu às 10:30 no lado sul da Ponte 25 de Abril (ao som do fado) e chegada Praça do Império, junto ao Mosteiro dos Jerônimos (ao lado da confeitaria dos famosos Pastéis de Belém).O percurso da prova é quase que totalmente plano (aliás com declive de 69 metros) e denominada pela organização como “meia maratona mais rápida do planeta” e também, segundo o presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), Lamine Diack, como “a melhor prova do mundo nesta especialidade”. O portugues António Pinto foi o primeiro atleta a percorrer a prova lisboeta abaixo de 60 minutos, aliás a única vitória lusa masculina.

Em 2010 a prova foi vencida pelo eritreu Zersenay Tadese com tempo de 58m:23s, menos 10 segundos que o recorde mundial anterior do queniano Samuel Wanjiru, de 58m:33s, obtido em Haia, na Holanda em 2007. Assim, Tadese estabeleceu o novo recorde mundial da meia maratona e, de quebra, também quebrou o recorde mundial dos 20km, posto que Tadese passou a marca em 55m:21s, ou seja, 17 segundos mais rápido que etíope Haile Gebrselessie, na meia maratona de Phoenix, Arizona, em 2007. Zersenay Tadese chegou à prova lisboeta como um dos favoritos, e na bagagem os títulos de campeão do Mundo da Meia Maratona em 2005, 2007, 2008 e 2009.

O queniano Sammy Kitwara foi segundo colocado, único, fora Tadesse, que conseguiu sub-60, com 59m:47s. Já o melhor europeu foi o espanhol Chema Martinez, que terminou na 11ª posição, com 1h:02m:52s, enquanto os melhores portugueses foram percorrer a prova em grupo: 13º de Hermano Ferreira, com 1h:03m:38s, 14º Alberto Chaíça, com 1h:03m:52; 15º Luís Feiteira, com 1h:04m:38s e 16º Euclides Varela, com 1h:05m:30s. Isso que é trabalho em equipe!

No feminino destaque para portuguesa Fernanda Ribeiro, campeã olímpica dos 10 mil metros em Atlanta (1996) e caminho dos 41 anos, a lusa conseguiu um honroso terceiro lugar, com tempo de 1h:12m:17s. Tivemos ainda 8° lugar de Mónica Rosa, com 1h:14m:35s; 13° de Mónica Silva, com 1h:16m:41s e 14° de Filomena Costa, com 1h:17m:13s. Por outro lado tivemos outra ilustre presença entre as ponteiras: a 10ª colocação da brazuca Cruz Nonata da Silva, com tempo de 1h:14m:58s. Essa piauiense “arretada” foi, em 2009, campeã dos 10k Brasil e 4ª meia maratona do Rio de Janeiro (1h:15m:29s). Parabéns Nonata!

Classificação oficial em 2010 ficou assim: 1. Zerzenay Tadese (ERI), 58m:23s; 2. Sammy Kitwara (QUE), 59m:47s; 3. Emmanuel Mutai (QUE), 1h:00m:03s; 4. Duncan Kibet (QUE), 1h:00m:21s; 5. Gilbert Masai (QUE), 1h:00m:28s; 6. Jaouad Gharib (MAR), 1h:00m:33s; 7. Gedion Ngatuny (QUE), 1h:01m:07s; 8. Mathew Kisorio (QUE), 1h:01m:10s; 9. Samuel Kosgei (QUE), 1h:01m:57s; 10. Ernest Kebenei (QUE), 1h:02m:01s.

Eis os 10 melhores tempos atualizados em meia maratona do planeta: 1. Zersenay Tadese (ERI), 58m:23s, Lisboa/2010; 2. 58m:33s - Samuel Wanjiru (QUE), Holanda/2007; 3. 58m:52s Patrick Makau (QUE) Emirados Árabes/2009; 4. 58m:53s Samuel Wanjiru (QUE), Emirados Árabes/2007; 5. 58m:55s Haile Gebrselassie (ETI), Phoenix/2006; 6. 58m:56s Patrick Makau (QUE), Berlin/2007; 7. 58m:58s Sammy Kitwara Kirop (QUE), Rotterdam/2009; 8. 58m:59s Zersenay Tadese (ERI), Udine/2007 e 58m:59s Wilson Kipsang Kiprotich (QUE), Emirados Árabes /2009; 10. 59m:02s Patrick Makau (QUE), Udine/2007.

Pessoal das corridas dia 21/03/2010 tivemos a 16ª edição da maratona de Roma, na Itália. As inscrições eram feitas pelo sítio www.maratonadiroma.it. A largada se deu às 09:00, na Via de Fori Imperiali, ao lado Coliseo (chiquérrimo) e passou por diversos pontos históricos, inclusive no Vaticano, e retornou ao mesmo local. Em 2009 o vencedor foi o queniano Benjamin Kiptoo Kolum, com tempo de 2h:07m:17s, que também estabeleceu o novo recorde da prova. O anterior pertencia ao italiano Alberigo Di Cecco, de 2h:08m:02s, em 2005. Com esse desempenho o queniano também levou o título de melhor estreante em provas na Itália, que estava em poder do etíope Simretu Alemayehu, com 2h:07m:44s na maratona de Turim, em 2001.

A hegemonia queniana na prova é impressionante com nove vitórias nas últimas 12 disputas anteriores, e eles também não se contentam só em ganhar, querem também povoar todo o pódio. Entretanto 2010 é um ano de comemoração especial em Roma pelos 50 anos da maratona olímpica corrida na cidade (10/09/1960). Na ocasião o vencedor foi o lendário maratonista etíope Abebe Bikila. A festa foi tanta que o numeral 11, com que correu com Bikila, foi entregue a ele em cerimônia especial de comemoração. Desse modo estava tudo preparado para a vitória de um etíope. Não deu outra.
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Assim em 2010 a vitória coube ao etíope Siraj Gena que faturou a prova festiva em 2h:08m:39s (o quinto melhor tempo de 2010), e ainda prestando homenagem ao lendário conterrâneo Abebe Bikila: Gena correu descalço nos últimos 500 metros. Tal homenagem advém que na tal prova de 1960 que Bikila venceu correndo descalço todo o caminho. Como a história tem que ser contada por inteiro, ressalto que a organização já havia combinado com TODOS os corredores que quem cruzasse a linha descalço ganharia um bônus de 5000 euros. No feminino a vencedora TAMBÉM ia terminar descalça, mas como estava acossada pela segunda colocada, ficou impossibilitada de fazer a tal “homenagem” (de 5.000 euros...) Agora está bem explicado, não é mesmo? "Para mim ele sempre será uma inspiração enorme e hoje eu queria sentir como seria cruzar descalço a linha de chegada aqui em Roma, como ele fez uma vez", conta Gena.

Entretanto os quenianos também não deixaram por menos e venderam caro essa derrota. O queniano Benson Barus, aposta fácil de vitória, foi segundo e seu compatriota Nixon Machichim terceiro. Depois vieram muitos da esquadra etíope que, como dito, vieram para “homenagear” Bikila. No feminino a Etiópia conseguiu a proeza de alçar as três primeiras no pódio. É pessoal dessa vez os quenianos não tomaram conta da peleja. Eis a classificação oficial: 1. Siraj Gema (ETI), 2h:08m:39s; 2. Benson Barus (QUE), 2h:09m:00s; 3. Nixon Machichim (QUE), 2h:09m:08s; 4. Kedir Fikadu (ETI), 2h:09m:15s; 5. Shume Hailu (ETI), 2h:11m:48s; 6. Nicholas Manza Kamakya (QUE), 2h:12m:19s; 7. Migidio Bourifa (ITA), 2h:12m:34s; 8.Abdullah Dawit Shami (ETI), 2h:12m:36s; 9. Gosa Tafa Megersa (ETI), 2h:13m:02s; 10. Alemay Ameta Belachew (ETI), 2h:13m:25s.

A parte infeliz é que na listagem oficial, pelo menos até marca de 3h:10m, não tivemos lusos ou brazucas, mas tivemos chineses, canadenses, americanos, japoneses, neozelandeses, finlandeses, belgas, israelenses e até espanhóis. Paciência... para acessar o resultado clique no --> link <--

Pessoal das corridas dia 21/03/2010 tivemos a “1ª Prova de 15km de Barueri”, na cidade de Barueri, a quase 30 quilômetros da capital paulista. O evento foi parte integrante das comemorações pelos 61 anos de emancipação político-administrativa da cidade, cuja data oficial é 26 de março. Para chegar lá utilizei a rodovia Castelo Branco (SP-280) e peguei a saída 26-A. Temos pedágio nos dois sentidos, ida e volta, no valor de R$ 2,80 (~ 1 euro) cada. Na ida sofri com uma chuva razoável.

O local da concentração e retirada de numeral e chip foi no Ginásio Poliesportivo José Corrêa. As inscrições eram feitas pelo sítio oficial da prefeitura www.barueri.sp.gov.br, sem taxa e limitada a 2.000 corredores, nas opções de corrida de 5km e 15km (principal). A largada, em frente ao referido ginásio de esportes, estava prevista para às 09:00, mas se deu com 10 minutos de atraso, porém foi a única ressalva, do mais a prova foi muito boa. A premiação foi em troféus para geral dos 5km e 15km, mas, em dinheiro, somente para os competidores dos 15km: 1º R$ 5.000,00; 2º R$ 3.500,00; 3º R$ 2.000,00; 4º R$ 1.500,00; 5º R$ 1.000,00. Tive informação sobre premiação por categoria, mas sem confirmação.

Cheguei cedo, retirei meu numeral (496) e chip sem problemas, tudo organizado por faixas de numeração, e, devido a prova ter somente 2.000 corredores, não tivemos tumultos. Encontrei muitos colegas da PlayTeam, alguns que não via a tempos: P.A., Clebão, Colucci, Marcio Oliveira (irmão do Marcão), Juvenal, Silvia, Carol, Rogério Rozalen, Luis Pagliusi, Carlão (tava mal, tratando a pubalgia...), Tadeu Riso, Régis, Marcelo Jacoto, o triatleta Diego Ciarroci e Walmir Gaya com a família toda, dentre outros. Alguns desses estão treinando com o professor Augusto, com sua assessoria esportiva Corre Brasil. Maiores informações acesse esse --> link <--.

Pois bem, fiz um aquecimento leve com o Carlão e Riso, e me postei no meio do pelotão. Houve um princípio de ‘muvuca’, posto que o locutor requereu que os participantes dos 5km ficassem na parte de trás do pelotão e os de 15km, consequentemente, se postassem na dianteira. Bom, depois que todos já estavam na baia e a poucos minutos da largada, era impossível de se organizar isso. A solução me parece foi classificar o pessoal dos 5 km por tempo líquido, devido à diferença de posicionamento na largada. Boa solução.

Com a temperatura amena e tempo nublado, a largada se deu com atraso de aproximadamente 10 minutos (talvez pela razão do parágrafo anterior...), mas sem qualquer tumulto. Os dois quenianos e um atleta do Cruzeiro despontaram, no meio de outros cinco ou seis atletas. Não sei se nos 15km ou 5km. Tivemos também uma disputa entre uma brasileira (aparentando muito esforço) e uma queniana (como sempre, tranqüila). Não tenho os resultados, mas não sei se a brasileira agüentou até o final.

O percurso não apresentou muitas dificuldades para atletas preparados, mas eu senti o esforço em duas oportunidades, mas somente uma digna do termo “dificuldade”. Na “ida” de um trecho descemos durante um bom tempo e, logicamente, na “volta” veio o troco. Talvez por estar muito despreparado (pouco mais de 50 dias sem treinos) senti a cobrança. O restante foram pequenas depressões e picos sem obstáculos (até mesmo para mim).

Até o sexto quilômetro, como sempre, eu vou bem, rodando pouco acima dos 04m:30s/km, mas o combatente foi cansando. Do 6km até o 8km iniciou-se um período de elevações que culminou com fechamento dos 10km em 50m:05s. Daí em diante foi falta de condicionamento mesmo que ‘alvejou’ o combatente, com um pouco de ajuda do sol que ‘apresentou armas’. Durante boa parte do percurso fiquei par-e-passo com outro alteta de Jacareí. Um puxando o outro, mas depois que o combatente aqui amainou o pace o jacareiense (é isso??) sumiu à frente. Tomei um gel nos 12km estando rodando já na faixa dos 05m:30s/km. Terminei a prova em 1h:17m:31s. Já fiz a Gonzaguinha em 1h:08m, que tem dificuldade de percurso parecida e deveria (ou não...) fazer um tempo melhor. Por essas e outras que decidi não ir a Porto Alegre para correr a Maratona. Muitos colegas estão já na fase de lapidação do físico e fazendo treinos quase que diários e com muita qualidade, como, por exemplo, o Grande Colega Fábio Namiuti. Fica para a próxima GCFN!

A organização foi muito boa: hidratação sem reparos, dois “mata-furões” (que pegou um senhor esperto, que havia ‘matado’ 4km. Bem feito!); marcação de quilometragem bem visível, pessoal de apoio bem preparado, medalha e camiseta simples, mas sem o enxame de propagandas. O kit final com isotônico ‘I9’, uma maçã e uma barrinha de cereal. Já temos outra prova em Barueri, que é a Corrida de São Silveira, também gratuita e bem organizada. Acho que esse pessoal da secretaria municipal de esportes está ficando craque em eventos de pedestrianismo. Parabéns!

Pessoal das corridas, nesse super domingo de maratonas, temos uma meia maratona especial: 20ª Meia Maratona de Lisboa, capital de Portugal. As inscrições eram feitas pelo sítio www.meiamaratonadelisboa.com, com última taxa de inscrição de 17 euros. Há a expectativa de mais de 35.000 participantes, com opção da meia maratona e corrida de 7,2 km. A entrega dos numerais e chip se dará na Feira SportExpo nos dias 17 a 20/03, das 10:00 às 20:00, no Museu da Eletricidade, em frente a estação da CP de Belém, na Av. Brasília. A largada está prevista para às 10:30 no lado sul da Ponte 25 de Abril (ao som do fado) e chegada Praça do Império, junto ao Mosteiro dos Jerónimos (ao lado da confeitaria dos famosos Pastéis de Belém).

É uma prova com percurso quase que totalmente plano, com lindas paisagens e denominada pela organização como “meia maratona mais rápida do planeta” e também, segundo o presidente da Federação Internacional de Atletismo (IAAF), Lamine Diack, como “a melhor prova do mundo nesta especialidade”. Na verdade entre a largada e chegada há um desnível, em descida, de 69 metros. É mel na sopa. A expectativa é que haja a quebra do recorde mundial de meia maratona. A conferir.

Teremos nessa edição os maiores atletas da especialidade, todos sub-60 minutos, como: Zersenay Tadese (ERI), Sammy Kitwara Kirop (QUE), Jaouad Gharib (MAR) e Emmanuel Mutai (QUE). Zersenay Tadese chega à prova lisboeta com o tempo de 58m:59s e os títulos de campeão do Mundo da Meia Maratona em 2005, 2007, 2008 e 2009, enquanto Sammy Kitwara Kirop vem com recorde pessoal 58m:58s. Ambos tentam destronar o recordista mundial, o queniano Samuel Wanjiru, que fez o tempo de 58m:33s em 2007 (Rotterdam). Martin Lel, vencedor de 2009, com 59min56, é o único tri campeão da prova (2003/2006/2009). Paul Tergat quebrou o recorde mundial da meia maratona na vitória em 2000, com 59m:06s. O portugues António Pinto foi o primeiro atleta a percorrer a prova abaixo de 60 minutos, infelizmente a única vitória lusa masculina. Esperemos pelo desempenho do nosso amigo blogueiro Carlos Lopes...

Eis os melhores tempos em meia maratona do planeta: 1. 58m:33s - Samuel Wanjiru (QUE), Holanda/2007; 2. 58m:52s Patrick Makau (QUE) Emirados Árabes/2009; 3. 58m:53s Samuel Wanjiru (QUE), Emirados Árabes/2007; 4. 58m:55s Haile Gebrselassie (ETI), Phoenix /2006; 5. 58m:56s Patrick Makau (QUE), Berlin/2007; 6. 58m:58s Sammy Kitwara Kirop (QUE), Rotterdam/2009; 7. 58m:59s Zersenay Tadese (ERI), Udine/2007 e 58m:59s Wilson Kipsang Kiprotich (QUE), Emirados Árabes /2009; 9. 59m:02s Patrick Makau (QUE), Udine/2007; 10. 59m:05s Zersenay Tadese (ERI), Newcastle/2005 e Evans Kiprop Cheruiyot (QUE), Udine/2007 (caramba, o campeonato mundial de Udine/2007 rendeu bons tempos!!).

Eis os melhores tempos na meia maratona de Lisboa, com respectiva posição com as demais marcas mundiais. Vejam que só tem feras, para ser campeão mundial tem que se destacar em Lisboa. É passaporte para o sucesso. Confiram: 12. 59m:06s Paul Tergat (QUE), 2000 (QUEBRA RECORDE MUNDIAL); 16. 59m:10s Paul Tergat (QUE), 2005; 20. 59m:15s Haile Gebrselassie (ETI), 2008 (RECORDE DO ANO); 31. 59m:20s Hendrick Ramaala (AFS), 2000; 32. 59m:21s Robert Kipkoech Cheruiyot (QUE), 2005; 39. 59m:27s Wilson Kiprotich Kebenei (QUE), 2005; 45. 59m:30s Martin Lel (QUE), 2006; 48. 59m:31s Patrick Ivuti (QUE), 2000; 59. 59m:35s Robert Cheruiyot (QUE), 2006; 65. 59m:37s Samuel Wanjiru (QUE), 2006; 68. 59m:38s Phaustin Baha Sulle (TAN), 2000; 70. 59m:40s Haile Gebrselassie (ETI), 2002 (RECORDE DO ANO); 72. 59m:42s Hendrick Ramaala (AFS), 2002 e 59m:42s Martin Lel (QUE), 2005; 72. 59m:42s Paul Tergat (QUE), 2006; 75. 59m:43s António Pinto (POR), 1998; 87. 59m:46s Paul Tergat (QUE), 2002; 93. 59m:49s Rodgers Rop (QUE), 2004; 97. 59m:51s William Kiplagat (QUE), 2000 e 59m:51s Martin Lel (QUE), 2004.

Pessoal das corridas estou bem contente, pois recebi um grande presente de além mar. O compatriota António Almeida me enviou o kit da maratona de Valência, em que ele participou. Além da grande consideração do António (que também é blogueiro de mão cheia), o que também me chamou a atenção foi o conteúdo: uma camiseta, sem mangas, feito de tecido tecnológico, um calção padrão de corredor e um boné bem simples. Todos os artigos sem qualquer propaganda, bem diferente como no Brasil, onde a camiseta quase não aparece, mas sim as empresas. Nada contra as empresas, pelo contrário, pois elas que viabilizam o evento, mas esse excesso de exposição estraga a camiseta.

Outro fator foi que todos os artigos eram efetivamente para correr, mais ainda, para correr a própria maratona. Camisetas com mangas (ou camisolas), mesmo curtas, não são as melhores pedidas. Assim a camiseta sem mangas e leve é ideal para correr a “marvada”. O calção (ou short, como queiram) é curto e aberto, também sob medida para a maratona. Por fim o boné é bem simples, daquele que te dá devida proteção, sem peso e que no meio da prova você pode descartar facilmente. Acho que temos algumas coisas a aprender com o velho continente ainda.

Por fim, em agradecimento ao António enviei a ele algumas camisetas para que possa presentear a mais colegas. Novamente muito grato António e todos os patrícios, pelo presente e pela visita constante nessa nossa página.

Pessoal das corridas dia 14/03/2010 tivemos a 8ª edição da Maratona Brescia, cidade do extremo norte da Itália, próximo a Milão e quase na fronteira com a Suíça. As inscrições eram feitas pelo site www.bresciamarathon.it ou pessoalmente na Maratona Village na Praça Paolo VI, com taxa de € 30 (trinta euros). A largada se deu às 09:00 na Corso Zanardelli, com chegada na Praça Loggia. Essa é uma prova em que os quenianos vão com poucos integrantes, mas dominam o pódio. O recorde pertence ao queniano Sigei Matthew Kipkorir, com tempo de 2h:09m:17s, fixado na primeira edição em 2003 (ainda é seu recorde pessoal), que quase foi derrubado ano passado. Uma curiosidade é que os ponteiros simplesmente exterminam os demais, com diferenças significativas com os ocupantes do pódio. Esse ano não foi diferente.

Eis os resultados das últimas edições: 2009- 1. James Cheboi (QUE), 2h:10m:24s; 2. Philip Biwott (QUE), 2:11:06; 3. Dadi Ourge (ETI) 2h:11m:45s; 4 Dereje Tesfaje (ETI), 2h:17m:56s;5. Khalid El Guady (MAR), 2h:19m:12s. 2008- 1. Benjamin Kiptoo Kolum (QUE) 2h:09m:24s; 2. Noah Kiplagat Serem (QUE), 2h:11m:49s; 3. Josphat Kipkurui Ngetich (QUE), 2h:17m:09s; 4. Pietro Colnaghi (ITA), 2h:28m:06s; 5. Marcellino Marroccoli (ITA), 2h:29m:47s. 2007- 1. Philemon Boit (QUE), 2h:13m:06s; 2. Berhanu Chimsa (ETI), 2h:15m:59s; 3. Benjamin Kiprotich (QUE), 2h:16m:28s; 4. Benjamin Kiptoo Kolum (QUE), 2h:16m:54s; 5. Pietro Cilento (ITA), 2h:21m:21s. 2006- James Kwambai (QUE), 2h:10m:19s; 2. Philiph Biwott (QUE), 2h:15m:14s; 3. Pietro Cilento (ITA), 2h:20m:46s; 4. Vito Sardella (ITA), 2h:21m:16s; 5. William Biama (QUE), 2h:23m:39s.

Em 2010 a vitória coube ao queniano David Chelule em um tempo de 2h:13m:54s, seguido pelo compatriota Philip Birech, que terminou em 2h:15m:43s. Depois de oito minutos aparreceu o britanico David Kirkland, que fechou com 2h:23m:37s. O melhor italiano na prova foi Emanuele Zenucchi que terminou em quarto lugar no geral com tempo 2h:27m:16s. No mês passado o italiano venceu a fraca maratona de Siracusa com tempo de 2h:31m:10s (link informativo).

Eis a classificação oficial 1. David Chelule (QUE), 2h:13m:53s; 2. Philip Birech (QUE), 2h:15m:43s; 3. David Kirkland (ING), 2h:23m:37s; 4. Emanuele Zenucchi (ITA), 2h:27m:16s; 5. Riccardo Baggio (ITA), 2h:32m:45s; 6. Stefano Beninca (ITA), 2h:33m:46s; 7. Fiore Moratti (ITA), 2h:42m:48s; 8. Eleni Gebrhiwot (ETI), 2h:42m:53s; 9. Attila Pesle (HUN), 2h:43m:07s; 10. Pio Malfatti (ITA), 2h:46m:53s.

Pessoal das corridas dia 21/03/2010 teremos a 13ª edição da maratona de Mônaco. A curiosidade do percurso é que adentra a França e a Itália. A largada e a chegada são em Mônaco, mas os atletas “passeiam” pelas cidades francesas de Roquebrune-Cap-Martin e Menton e da cidade italiana de Ventimiglia. Mônaco é o segundo menor país do mundo, perdendo para o Vaticano, nesse quesito. As fronteiras monegascas são França, Itália (relativa) e mar Mediterrâneo. As inscrições podem ser feitas pelo sítio www.monaco-marathon.com, com opção de participar na maratona, meia maratona ou corrida de 10km. A taxa de inscrição é relativamente simbólica: 20 euros (em comparação que se vê por lá). A entrega do numeral e chip se dará nos dias 19, 20 e 21/03 na EXPO Marathon no estádio do clube de futebol Mônaco, chamado Stade Louis II. O que me chamou atenção nessa prova foi o charme. Acompanhem...

Verifiquei que percurso não é para iniciantes, sendo que por volta do 30km existe uma subida “assassina” conforme denominaram alguns corredores. Em 2009 a vitória coube ao queniano Ben Mutai Kimwole que terminou com 2h:11m:01s, estabelecendo novo recorde da prova. A disparidade foi tanta que Mutai terminou 6 minutos a frente do segundo colocado. O feito foi tão marcante posto que o recorde anterior de 2h:11m:26s, datava de 1999, terceira edição do evento, estabelecido pelo também queniano Kenneth Cheruiyot.

A prova é manifestamente queniana, sendo que das 12 edições somente em duas ocasiões escapou-lhes o troféu de campeão: 2002 o etíope Tadesse Hailemariam faturou a prova com tempo de 2h:14m:09s e em 2004 foi a vez do russo Andrei Tschernytschow com tempo de 2h:22m:13s, aliás a pior marca de um vencedor. O que vale mesmo é receber o troféu de campeão do Príncipe Albert II, o mesmo que premia os vencedores dos eventos de automobilismo. Alias a largada da maratona é especificamente na avenida Albert I, que serve de grid de largada do Grande Prêmio de Fórmula. Chiquérrimo.

O retrospecto mais recente tem uma situação diferente, pois até 2006 a prova era em novembro, depois passou a ser praticada em março, na primavera. A edição de 2007 não é computada oficialmente, pela organização. A edição de 2010 dessa feita seria a 14ª edição e não a 13ª. Não consegui levantar o por quê. Em 2007 a classificação não oficial foi: 1. Wilfried Cheresek (QUE), 2h:17m:20s; 2. Andrei Bryzgalov (RUS), 2h:17m:49s; 3. Jacob Kitur (QUE), 2h:18m:54s. Não temos maiores informações dessa edição. Quem tiver informações, se possível, me envie.

Em 2008 tivemos 1082 concluintes no prazo estabelecido pela organização. Eis a classificação oficial: 1. Geoffrey Mutai (QUE), 2h:12m:40s; 2. Jacob Kitur (QUE), 2h:13m:22s; 3. Joel Kiplimo Kemboi (QUE), 2h:13m:50s; 4. Henry Tarus (QUE), 2h:16m:57s; 5. Folisho Tum Tuko (ETI), 2h:19m:33s. A esquadra lusitana em 2008 foi composta por 56° Norberto da Costa, 3h:04m:42s; 60° Luís Mota Lopes, 3h:05m:45s; 103° Eduardo Barros, 3h:13m:22s; 188° Celestino Santos, 3h:26m:35s; 585° António Vieira de Sousa, 4h:00m:22s. Nada de brazucas.

Em 2009 tivemos 689 concluintes no prazo, que terminou assim 1- Ben Mutai Kimwole (QUE), 2h:11m:01s; 2. Jackson Rono (QUE), 2h:17m:50s; 3. Andrei Bryzgalov (RUS), 2h:18m:03s; 4. Christopher Rutto (QUE), 2h:22m:45s; 5. Folisho Tum Tuko (ETI), 2h:25m:35s. A esquadra lusa minguou em 2009: 278. José Arrais, 3h:50m:21s e 342. José Pinto, 3h:58m:55s. Nada de brazucas também.

Pessoal das corridas domingo dia 21/03/2010 teremos a 25ª edição da Prova Pedestre General Salgado, na cidade de Taubaté, interior de São Paulo, localizada a aproximadamente 130 quilômetros da capital paulista. Para chegarmos lá, de São Paulo, é seguir direto pela Via Dutra (BR-116), sendo que temos dois pedágios: um no km 204 (R$ 4,20) e outro km 165 (R$ 3,70). Esse evento faz parte das comemorações do 113º aniversário do 5º BEM/I (Quinto Batalhão da Polícia Militar do Interior). Como disse bem o colega Fábio Namiuti essa prova é a “São Silvestre do Vale do Paraíba”. Eu recomendo a todos...

Inscrições on-line podem ser feitas pelo site ‘minhas inscrições’, com taxa de R$ 30,00 e até limite de 2.500 participantes, sendo que há opções de correr 10km ou 5km. A retirada do chip, para quem for de fora da cidade, se dará dia 20/03 (09:00 às 18:00) e 21/03 (06:30 às 08:30), no quartel do 5º BEM/I, na Av. Independência, 247, bairro Independência.
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A largada está prevista para as 09:00 no Centro de Eventos Taubateano, localizado na Av. Walter Thaumaturgo (Av. do Povo) e a chegada será em frente ao Quartel do 5º BEM/I, logo o ideal é deixar a viatura na chegada ir a pé até o local da largada. O percurso de 10km esse ano terá alterações, não de tamanho, mas de dificuldade, de modo a amenizar um pouco o sofrimento dos combatentes. Outra situação peculiar é o forte calor, logo estejam preparados para terem um sol disponível a cada participante. A premiação será somente com troféus para 5 primeiros no geral, mas no regulamento destacada especificamente que PODERÃO (assim mesmo, com letras garrafais) haver prêmios em dinheiro.

Em 2009 não houve uma revoada de PlayTeam à Taubaté, assim o combatente solitário fechou o ano com seguinte retrospecto: 2007- 54m:09s; 2008- 46m:31s; e 2009- 45m:06s. O destaque importante da PlayTeam foi o 11° na categoria militar feminino, obtido por Silvana dos Santos Costa, com tempo de 47m:27s. Essa é uma prova que recomendo a todos. Muito bem organizada, e ainda não espolia muito os corredores. O pessoal da equipe do Cruzeiro gosta dessa corrida, sendo que nos três últimos anos o nome da contenda foi Luiz Paulo da Silva Antunes, com duas vitórias e uma segunda colocação. No ano passado ele cravou novo recorde da prova com 29m:50s. Vale conferir esse ano.

Os últimos pódios foram assim: 2009- 1. Luiz Paulo da Silva Antunes, 29m:50s; 2. Gilberto S Lopes, 30m:06s; 3. Antonio Ribeiro B Filho, 30m:13s; 4. José Magno dos Santos Motta, 30m:38s; 5. Ederson Vilela Pereira; 30m:40s. 2008- 1. Damião Ancelmo de Souza, 30m:15s; 2. Luiz Paulo da Silva Antunes, 30m:29s; 3. Marco Antonio Pereira, 31m:08s; 4. José Cícero Eloi, 31m:19s; 5. Daniel Lopes Ferreira, 31m:33s. 2007- 1. Luiz Paulo da Silva Antunes, 30m:28s; 2. Francisco Barbosa do Santos, 30m:33s; 3. Luiz Carlos Fernandes da Silva, 30m:50s; 4. Benedito Donizetti Gomes, 31m:12s; 5. Daniel Lopes Ferreira, 31m:24s. 2006- 1. Domingos Nonato da Silva, 30m:35s; 2. José Saraiva Frazão Júnior, 30m:55s; 3. Caetano Joaquim dos Santos, 31m:06s; 4. Alex Januário de Mendonça, 31m:33s; 5. Muhammad Eduardo da Silva, 31m:37s.

Pessoal das corridas dia 21/03/2010 a Cidade Universitária será palco da Corrida de Abertura do Circuito Corpore 2010. As inscrições podem ser feitas pelo site www.corpore.org.br, com taxa variando de R$50,00 a R$ 55,00 para associados Corpore e R$ 65,00 a R$ 70,00 para não-sócios para ambas opções: 11km ou 5km. Não quero polemizar, mas ano passado a taxa de inscrição era R$ 30,00 para sócios e R$ 40,00 para não sócios. A Corpore é de longe a melhor organizadora de eventos de corrida, mas essa ‘inflação’ de quase 85% (de R$ 30,00 para R$ 55,00) causou uma insatisfação nos corredores habituais. Eu mesmo deixei de ser associado, entretanto compreendo que se trata de aplicação mais pura e simples da teoria da ‘mais-valia’ de Karl Marx.

Pois bem, retornando à pista observo que não foram só essas as mudanças. A prova que até ano passado era de 12km se reduziu para 11km. A largada está prevista para às 08:00, para ambos os percurso, a partir da Prof. Melo Morais (ao lado da Raia da USP) e percorrerá as avenidas: Prof. Lúcio Martins Rodrigues(entre a Faculdade de Arquitetura e Urbanismo – FAU e a Faculdade de Administração e Economia – FEA), Prof. Almeida Prado (Escola Politécnica – POLI) e Escola Politécnica (Instituto Pesquisas tecnológicas – IPT). A altimetria do percurso não me parece preocupante, por ser dentro da USP e confrontando com a mapa, mas a Corpore não divulgou oficialmente essa informação. A premiação não será em espécie, mas com entrega de troféus para os cinco primeiros colocados na categoria geral. para as distâncias de 11km e 5km.

Em 2009 os melhores da PlayTeam, ainda com 12km, foram José Milton da Silva, 46m:48s; José Maria dos Santos, 47m:32s; Marco Antonio de Oliveira, 47m:40s; Reginaldo dos Santos, 47m:43s; Leandro Mario da Silva, 47m:59s; Antônio Fernandes da Costa, 48m:45s; Antonio Carlos Vieira, 48m:59s; Jorge Santana Rodrigues, 49m:48s. também tivemos outros destaques como pódio feminino de 5km que teve 3 integrantes. 1. Jucimara Felix, 17m:34s; 2. Rosangela Figueiredo da Silva, 18m:28s; 3. Angelina das Graças Rafael (PLAY), 18m:35s; 4. Walquiria Milaine Martins (PLAY), 19m:17s; 5. Vivian de Oliveira (EX-PLAY), 19m:02s. A Vivian foi a primeira atleta feminina a se destacar na Playteam, até ser ‘convocada’ pelo Adriano Bastos. Esse que vos escreve tem um retrospecto extremamente negativo: 2009- 58m:39s 2008- 58m:19s e 2007- 1h:04m:16s.

Vamos ao retrospecto mais recente: 2009- 1. Célio Falcão, 37m:01s; 2. Sivaldo Santos Viana, 37m:21s; 3. Marcelo José da Silva, 37m:46s; 4. Gilson Rodrigues de Miranda, 37m:56s; 5. Fabio Luiz Rodrigues Santos, 38m:00s. 2008- 1. Paulo Roberto Almeida de Paula, 36m:48s; 2. Marco Antonio Pereira, 36m:58s; 3. Benedito Donizetti Gomes, 37m:06s; 4. Luis Fernando Almeida de Paula, 37m:29s; 5. José Everaldo da Silva, 37m:55s. 2007- 1. Naval Freitas, 37m:31s; 2. Jaílson Araujo dos Anjos, 37m:42s; 3. Urias Yostaque de Lima, 37m:49s; 4. Celio Falcão, 37m:52s; 5. Adriano Bastos, 38m:06s. 2006- 1. Domingos Nonato da Silva, 36m:43s; 2. Wellington Fraga, 37m:05s; 3. Francisco Antonio de Oliveira, 37m:23s; 4. Everton Luduvice Moraes, 37m:27s; 5. Gilson Rodrigues de Miranda, 37m:34s.

Pessoal das corridas eis o resumo de corridas de 20/03 a 21/03/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

SUPER DOMINGO --> 21/03/2010
Maratona de Roma - Itália
Meia Maratona de Lisboa - Portugal
25ª Prova Pedestre General Salgado – Taubaté/SP
1ª Prova 15 km de Barueri – Barueri/SP
25km InterPraias – Bertioga/SP
Corrida Corpore Abertura – Cidade Universitária
1ª Corrida de São José – bairro do Ipiranga
22ª Corrida Pedestre de Tarabai – Tarabai/SP
7ª Corrida Ecológica do Rio Sorocaba – Sorocaba/SP
3ª Prova Pedestre de Várzea Paulista – Várzea Paulista/SP
Circ. Corridas do Bar do Mané – Guaratinguetá/SP
Corrida de Aniversário de Cabreúva – Cabreúva/SP

Pessoal das corridas dia 21/03/2010 teremos a 16ª edição da maratona de Roma, na Itália. A capital da Itália se localiza na região central do país (na canela da bota!) e lá também se encontra a cidade do Vaticano. As inscrições poderiam ser feitas pelo site www.maratonadiroma.it, com última taxa de € 65,00, atingiu 15.346 inscritos de 83 nacionalidades, sendo 8.834 italianos e 6.512 estrangeiros. A retirada do número de peito começará no dia 18/03/2010. A largada está prevista para às 09:00, na Via de Fori Imperiali, ao lado Coliseo (chiquérrimo) e passando por todos os pontos históricos, inclusive no Vaticano, retornando ao mesmo local. Falando em história a edição de 2010 comemora os 50 anos da maratona olímpica de Roma (10/09/1960). Na ocasião o vencedor foi o lendário maratonista etiope Abebe Bikila. O numeral 11 foi entregue ao etíope em cerimônia de comemoração.

A premiação é bem interessante e diversificada: 1° € 18.000; 2° € 12.000; 3° € 8.000; 4° € 6.000; 5° € 3.000; 6° € 2.000; 7° € 1.000; 8° € 750; 9° € 500; 10° € 500; e do 11° ao 20° € 200; do 21° ao 30° € 100. Caso o atleta termine abaixo de 2h:10m:00s, recebe mais € 5.000, de 2h:09m:30s, recebe € 10.000, abaixo de 2h:09m:00, recebe € 15.000, abaixo de 2h:08m:30s, recebe € 20.000, e por fim, abaixo de 2h:07m:17s (recorde da prova), recebe € 25.000. A quebra do recorde mundial (2h:03m:59s) € 250.000,00. A do recorde de atleta italiano (2h:07m:44s) € 50.000 e ainda, a qualquer atleta, a quebra do recorde em território italiano (2h:07m:22s) € 75.000,00.
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Em 2009 o vencedor foi o queniano Benjamin Kiptoo Kolum, com tempo de 2h:07m:17s, que também estabeleceu o novo recorde da prova. O anterior pertencia ao italiano Alberigo Di Cecco, de 2h:08m:02s, em 2005. Com esse desempenho o queniano também levou o título de melhor estreante em provas na Itália, que estava em poder do etíope Simretu Alemayehu, com 2h:07m:44s na maratona de Turim, em 2001. Resumindo: o cara simplesmente detonou tudo e todos! Seu histórico é muito bom: em 2009 venceu a maratona de Roma, em 2008 venceu a maratona de Brescia (2h:09m:24s) e a de Pequim (2h:10m:14s). A hegemonia queniana na prova é impressionante: nove vitórias nas últimas 12 contendas, e eles não se contentam só em ganhar, querem também povoar todo o pódio.

Eis alguns resultados que consegui garimpar: 2009- 1. Benjamin Kiptoo Koulum, 2h:07m:17s; 2. Paul Kiprop Kirui, 2h:08m:23s; 3. Joseph Ngeny, 2h:08m:41s; 4. Hosea Kiprop Rotich, 2h:09m:47s; 5. Philip Kiprop Sanga, 2h:10m:09s; 2008- 1. Jonathan Yego Kiptoo (QUE), 2h:09m:58s; 2. Philip Sanga Kimutai (QUE), 2h:10m:02s; 3. Henry Kapkyai Kimeli (QUE), 2h:10m:25s. 2007- 1. Elias Chelimo Kemboi (QUE), 2h:09m:36s; 2. José Manuel Martinez (ESP), 2h:10m:12s; 3. Jonathan Kosgei (QUE), 2h:10m:25s. 2006- David Kipkorir Mandango (QUE), 2h:08m:38s, 2. Daniele Caimmi (ITA), 2h:09m:30s, 3. Laban Kipngetich (QUE) 2h:10m:00s. 2005- 1. Alberigo Di Cecco (ITA), 2h:08m:02s, 2. Philip Manyim (QUE) 2h:08m:07s; 3. Daniel Yego (QUE), 2h:08m:16s; 2004- Pertile Ruggero (ITA), 2h:10m:12s, 2 Migidio Bourifa (ITA), 2h:11m:13s; 3. Samuel Kemboi (QUE) 2h:11m:45s. 2003- Frederick Cherono (QUE), 2h:08m:47s; 2. Noah Bor (QUE), 2h:08m:48s; 3. Alberigo Di Cecco (ITA), 2h:08m:53s. 2002- Vincent Kipsos (QUE), 2h:09m:30s, 2. Steven Matebo (QUE), 2h:10m:38s; 3. Moges Taye (ETI), 2h:11m:07s. 2001- Henry Cherono (QUE), 2h:11m:27s, 2. Ottavio Andriani (ITA), 2h:11m:33s; 3. Alberigo Di Cecco (ITA), 2h:12m:43s. 2000- Josephat Kiprono (QUE), 2h:08m:27s. 1999- Philip Tanui (QUE), 2h:09m:56s.

Pessoal das corridas eis o resumo de corridas de 13/03 a 14/03/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

SABADO
5ª Corrida Cidade de Monte Mor - Monte Mor/SP
Circ. de Corridas Alphaville Running - 1ª etapa - Barueri/SP

DOMINGO
Maratona de Brescia - Itália
Running for Nature - Ilha Bela/SP
Circ. Corridas da Caixa - Ribeirão Preto/SP
Corrida de Verão - Itapira/SP
5ª Corrida de Rua de Iperó - Iperó/SP

Pessoal das corridas dia 07/03/2010 participei da 4ª edição da Meia Maratona Internacional de São Paulo. As inscrições eram feitas pelo sítio da Yescom, que reuniu mais de 9.000 corredores, com opções para 21km e 10km. Retirei meu chip e numeral (2359) no Ginásio Poliesportivo Mauro Pinheiro, ou simplesmente, Ginásio do Ibirapuera. A largada se deu pontualmente às 08:00 na Praça Charles Miller, em frente ao estádio do Pacaembú. A altimetria destacava três pontos críticos, a saber: entre 12km e 13km, subida de quase 40 metros; entre 13,5km e 15km, sudida de quase 30 metros; e entre 19km e 20km, subida de quase 35 metros. Na prática eu percebi mais uma rampa, ou seja, quatro desafios.

Cheguei cedo, estacionei a viatura a alguns quarteirões para evitar o assédio dos ‘flanelinhas’. Encontrei a tenda da equipe “Corre Brasil”, capitaneada pelo prof. Augusto. Conversei com muitos colegas que não via a tempos, desde a degringolada da equipe PlayTeam. Esse tema não será objeto da nossa conversa, ok? Serginho, Elson, José Maria, Sidney, Toninho, Elson, Laércio, Américo, Luis Pagliusi (que correu muito bem), Régis, Sinésio, Anderson Bos, Walmir Gaya, Reginaldo, Clóvis, Marcos Paulo, Solange, Walquiria, Karina e Silvia Belezinha e o Grande Renílson. Faço questão de fazer essa relação, pois são pessoas que me acompanham durante essa jornada pseudo-pré-atleta-amador. No meio da prova consegui dar um “salve” para o Marcelinho, fotógrafo da Webrun e aposentado das corridas aos 18 anos!

Fui para a largada na baia vermelha, bem à frente. Encontrei de novo o Sidnei. Tempo nublado e sem abafamento. Dada a largada vamos nós descendo a avenida Pacaembú. O marcador de tempo da Caixa, para 5:00m/km, passou por mim como um raio e já me bateu aquele desânimo. Fui atrás do gajo e para minha surpresa fechei o primeiro quilômetro abaixo de 04m:30s! Isso que eu chamo de falso “coelho”. Pisei no freio e consegui baixar a média para 04m:45s/km, e mesmo a subida da rua Silva Pinto, consegui um ritmo satisfatório (marquei o endereço de TODAS as danadas das rampas...). Até o 12km foi tudo ótimo, com média abaixo dos 5m:00s/km, mas começou o cansaço por ali. Tomei o gel que havia trazido e o isotônico oferecido pela organização. Resolvi andar por uns 30 metros para sacramentar esse processo. O sol começou a dar sinal de sua graça. Como na canção “nada foi mais como antes...”.

A rótula esquerda começou a incomodar e parecia que estar queimando. Depois foram as panturrilhas que deram sinais de fadiga. Ultrapassado por todos, a subida final da avenida Pacaembu não teve dó do combatente. As mãos começaram a formigar e só pensava em terminar essa “bandida”. Ao cruzar a linha de chegada encontrei novamente o Luis Pagliusi que havia terminado em 1h:44m. Fiquei muito contente por ele, pois está com mesmo problema de tempo que eu. Retirei meu kit de chegada e com a fúria da fome devorei-o. Voltei à tenda do Corre Brasil e me despedi da turma. Nem fiz alongamentos, pois estava todo estragado, cansado e dolorido. Cheguei a casa e me satisfiz com grandes quantias de macarrão. Fiquei tão mal que nem fui ao jogo do Santos, e foi a menos de 2km de casa. Meu histórico no evento ficou assim 2007- 2h:08m:10s; 2008- 1h:44m:11s; 2009- 1h:44m:55s e 2010- 1h:48m:16s. Vamos então aos corredores “de verdade”.

O recorde da prova pertence ao falecido queniano Kiprono Chemwolo Mutai de 1h:04m:02s, estabelecido em 2008, aliás a prova mais disputada de todas as edições. Em 2010 a vitória FINALMENTE sorriu para Guiomar Pereira da Silva, com tempo de 1h:04m:31s, um segundo a frente de Kiprop Mutai. Tal situação ocorreu de maneira inusitada. Sob os gritos de incentivo do público, adentrando a praça Charles Miller, Guiomar, emparelhado com Mutai, aproveitou um descuido na tangência pelo queniano e assumiu a ponta com alguns metros de dianteira, mas suficiente para faturar a prova. A curiosidade é que Guiomar esteve em todos os pódios, mas nunca havia vencido a prova: 5° em 2007; 4° em 2008 e 4° em 2009. Nada melhor que vencer e de maneira marcante. Seus companheiros de clube, Frank Caldeira e João da Bota tiveram problemas e só completaram a prova. Outro que despontou foi o colombiano William Naranjo que ficou com a quinta colocação, com 1h:05m:06s. Os colombianos já haviam se destacado na última São Silvestre, e na edição de 2009 da meia maratona.

Outra façanha do evento foi o desempenho do Grande Marílson Gomes dos Santos (GMGS) na prova de 10km. GMGS venceu com tempo de 29m:06s, com vantagem de 1km sobre o segundo colocado (isso mesmo um quilômetro). Eu cruzei com GMGS no meio da prova e ele já tinha uma vantagem de mais de 400 metros. Ele utilizou a prova como avaliação de seu condicionamento, após a tratamento no tornozelo. Caio da Rocha Silva, que chegou em segundo lugar, terminou com 31m:56s.

Como tenho ressaltado sempre, a organização da Yescom tem melhorado significativamente nos últimos anos (não tenho procuração para tanto, mas...). Pelo segundo ano consecutivo próximo ao 12km foi oferecido aos corredores um isotônico e a hidratação foi suficiente. A medalha bem desenhada e a camiseta eu já presenteei, mas vi que era Adidas. O kit foi dividido em duas fases. Antes da prova, um pacote de café e um pacote de refresco artificial. Meio “non sense”, mas enfim é de alguma valia. Ao final da prova, tivemos mais isotônico, uma banana, uma maça, uma barrinha de cereal, um mini pão de mel e um torrone. Pelos R$ 40,00 que paguei na inscrição (bem antecipada) valeu cada centavo. Os colegas da PlayTeam e Corre Brasil os melhores foram: 24º Renilson Vitorino da Silva, 1h:08m:35s; 129º José Maria dos Santos, 1h:22m:41s; 246º Américo Gabriel Salles, 1h:28m:17s; 324º Leandro Mário da Silva, 1h:30m:31s e 312º Sidney Gonalves da Silva , 1h:30m:09s.

Eis a classificação oficial da meia maratona: 1º Giomar Pereira da Silva , 1h:04m:31s; 2º Kiprop Mutai (QUE), 1h:04m:32s; 3º Mathew Kiptoo Cheboi (QUE), 1h:04m:37s; 4º José Magno dos Santos Mota, 1h:05m:05s; 5º William Naranjo (COL), 1h:05m:06s; 6º Solonei Rocha da Silva, 1h:05m:20s; 7º Valdir Sergio de Oliveira, 1h:05m:26s; 8º Sivaldo Santos Viana, 1h:05m:43s; 9º Marcos Alexandre Elias, 1h:05m:48s; 10º Luis Paulo da Silva Antunes, 1h:05m:56s. --> resultados <--

Pessoal das corridas dia 07/03/2010 tivemos 30ª edição da Maratona de Barcelona, região da Catalunha, na Espanha. A cidade sediará o Campeonato Mundial de Atletismo entre 26/07/2010 e 01/08/2010. As inscrições eram feitas pelo site www.maratobarcelona.es e obteve um recorde de mais de 12.000 inscritos, mas efetivamente “só” 10.550 participantes. A largada se deu às 08:30 na Avenida Maria Cristina. O percurso da prova não apresenta uma altimetria de dificuldade. Com esse palco quem brilhou foi o queniano Jackson Kotut que venceu com tempo fantástico de 2h:07m:30s e de quebra pulverizou o antigo recorde do marroquino Abdesalem Serrokh, com 2h:09m:48s, estabelecido em 1998.

O histórico de Kotut não o credenciava para atingir esse desempenho, tanto que ele mesmo se mostrou surpreso com a marca. "Eu vim para Barcelona em ótima forma e penso que o sucesso em alcançar essa marca, foi realmente o trabalho especial dos 'coelhos' em todo o percurso, sem eles eu não teria conseguido", admitiu o campeão. É, meus amigos, mas não é só isso. Kotut quebrou o recorde da prova, quebrou o recorde espanhol, estabeleceu a quarta melhor marca em 2010 para maratonas e sua melhor marca pessoal. Barcelona foi a quinta maratona de Kotut. Em 2009 correu 3 maratonas: 10° lugar na maratona de Nova York (2h:15m:10s), 5° lugar na maratona de Roterdam (2h:08m:54s) e 1° lugar na maratona de Israel (2h:08m:07s – atual recorde da prova). Em 2008 ele estreou na modalidade com um 3° lugar na maratona de Israel (2h:10m:57s).

A presença africana na prova foi marcante, tanto que estabeleceram um ritmo muito forte. O pelotão dos ponteiros detinha 13 quenianos, 2 etíopes e 1 marroquino. Eis a classificação oficial: 1. Jackson Kipkoech Kotut (QUE), 2h:07m:30s; 2. Felix Kenya (QUE), 2h:07m:36s; 3. Samuel Woldeamanuel Grebremischsel (ETI), 2h:08m:45s; 4. Silas Toek (QUE), 2h:09m:09s;5. Bellor Yator (QUE), 2h:09m:21s; 6. Raymond Kandie Kiplagat (QUE), 2h:09m:23s; 7. Siyoum Debele Lemma (ETI), 2h:11m:25s; 8. Gebresilassie Tsegay (ETI), 2h:12m:17s; 9. Hailo Mekonnen (ETI), 2h:12m:36s; 10. Mohamed Blal (MAR), 2h:13m:07s; 11. Samson Kawai (QUE), 2h:14m:47s; 12. Hosea Kogei (QUE), 2h:17m:30s; 13. Demelash Dinku Habte (ETI), 2h:17m:46s; 14. Joel Lokwiamuk (QUE), 2h:18m:35s; 15. Marc Roig (ESP-Catalunha), 2h:18m:53s; 16. Toni Bernado (AND), 2h:20m:01s; 17. Berhanu Tesfaye Tadesse (ETI), 2h:20m:48s; 18. Dadi Ourge Bedane (QUE), 2h:22m:45s; 19. Getnet Dejen Birhane, 2h:23m:16s; 20. Daniel Bargiela Araujo (ESP), 2h:26m:36s.

Pessoal das corridas no dia 07/03/2010, domingo, teremos mais uma edição da Maratona de Barcelona, região da Catalunha, na Espanha. Além do evento em si a prova oferece a oportunidade de aproveitar das belezas da cidade catalã, recheada de uma cultura sem igual. As inscrições eram feitas pelo site www.maratobarcelona.es, com taxa de 65 euros. Esse ano estão previstas a participação de 10.000 atletas, talvez a maior desde 1979, quando da primeira edição. Ano passado tivemos o sorteio de um automóvel Hunday aos corredores. Os numerais e chip serão retirados nos dias 05 e 06/03, na EXPO Maratón, na Avenida Reina María Cristina (pavilhão 6), das 10:00 às 19:30.

A largada será às 08:30 na Avenida Maria Cristina, e chegada no mesmo local, passando em diversos locais maravilhosos, e como curiosidade, em frente ao estádio do clube de futebol Barcelona, mundialmente conhecido. As informações que colhi não indicam um percurso com grandes dificuldades, entretanto é curioso como na primeira metade da prova, a altimetria irregular, depois disso somente próximo ao final, aos 34km começa a subir, com diferença de altura próximo a 40 metros.

O recorde da prova pertence ao marroquino Abdesalem Serrokh, com 2h:09m:48s, estabelecido em 1998. Curiosidade é que em 2009 a vitória coube ao queniano Johnstone Chebii que ultrapassou o compatriota Oséias Kosgei, num sprint final impressionante. Entretanto em 2008 Kosgei venceu a prova ficando Chebii em segundo. Por outro lado Chebii venceu em 2007, estabelecendo sua melhor marca pessoal, com 2h:12m:04s, sendo que Kosgei não havia participado dessa edição. Parece mesmo um tira-teima entre esses africanos. Com a vitória de 2009, Chebii tornou-se o quinto atleta a vencer duas vezes a prova catalã, juntando-se ao americano Dave Patterson (1978 e 1979), ao dinamarquês Andreas Zachariassen (1983 e 1990), ao espanhol Benito Ojeda (1994 e 1996) e ao marroquino Abdessalam Serrokh (1997 e 1998).

Em 2008 tivemos a participação de 7 corredores brasileiros e 61 portugueses, com destaque para os maratonistas lusos Fernando Carmo, com 2h:43m:26s (41° colocação) e Pedro Amaral, com 2h:49m:30s (86° colocação), e brazuca Sérgio Souza, com 3h:40m:55s (3021° colocação). Em 2009 tivemos 12 brasileiros concluintes, destaque para Felipe Ferreira Telles, com 3h:45m:38s (3898° colocação) e Daniel Levy, com 3h:45m:39s (3899° colocação), pelo lado luso tivemos 21 concluintes, destaque para 3 atletas André Pereira, 2h:44m:28s (73° colocação), João Valentim, 3h:02:23s (543° colocação)e João Fernando Gomes Silva Marques, com 3h:15m:49s (1153° colocação).

Eis os últimos resultados: 2009- 1. Johnstone Chebii (QUE), 2h:14m:01s; 2. Hoséias Kosgei (QUE), 2h:14m:06s; 3. Teshome Gelana (ETI), 2h:14m:32s; 4. Demelash Denkins (ETI), 2h:16m:35s; 5. Roger Roca (ESP), 2h:17m:41s. 2008- 1. Hosea Kosgei (QUE), 2h:14m:42s; 2. Johnstone Chebii (QUE) 2h:16m:32s; 3. Roger Roca (ESP), 2h:16m:53s; 4. Kebede Bekele (QUE), 2h:18m:15s; 5. Kiprop Korir (QUE), 2h:18m:44s. 2007- 1. Johnstone Chebi (QUE), 2h:12m:04s; 2. James Mibei (QUE), 2h:14m:47s; 3. Toni Bernadó (AND), 2h:14m:52s; 4. Hosea Kogei (QUE), 2h:15m:53s; 5. Roger Roca (ESP), 2h:16m:32s.

Pessoal das corridas dia 06/03/10, sábado, teremos a 14ª edição Corrida da Lua, prova noturna de 10km, em Campinas, cidade a aproximadamente 100km da capital paulista. Uma opção para chegar ao local do evento é seguir pela rodovia dos Bandeirantes (SP-348), depois pela rodovia Dom Pedro I (SP-65) e por fim pela rodovia Gal. Milton Tavares de Souza (SP-332). As inscrições podem ser feitas pelo site do Ativo.com, com taxa de R$ 50,00 (2008- R$ 40,00) até o limite de 2.500 participantes (2009- 3.000), com opção de corrida de 10km e 6km. Desde ano passado a novidade foi a “baia” extra na largada, denominada “pelotão Star”, situado entre a elite e o “povão”, sendo que tal agrado vem com taxa de inscrição majorada para R$ 60,00. O numeral e chip deverão ser retirados no dia 06/03/2010, data do evento, no Ginásio de Esportes do Taquaral entre 09:00 e 17:00.

A premiação será por troféus aos 5 primeiros colocados no ‘geral’ e medalhas especiais aos 3 primeiros colocados em cada categoria. Não há indicação por prêmios em dinheiro. A largada está prevista para às 20:00 na Praça Arautos da Paz, no bairro do Taquaral. O percurso mudou de 2 voltas 5km (2008) para uma única de 10km (2009). Além disso ficou quase que totalmente plano. Como prova noturna é uma boa pedida, mas muita gente reclamou da organização – Proworld. Como não fui na prova, fica somente a informação a ser conferida pelos atletas que participarem. Prova noturna e percurso plano... muito bom.

Os últimos resultados indicam corredores não muito conhecidos (pelo menos para mim) e tempos altos para prova de 10km. Nos últimos anos não tivemos atletas da Playteam disputando o evento. Eis os resultados: 2009- 1. Elias Rodrigues Bastos, 31m:21s; 2. Silvano Lima Pinto, 31m:39s; 3. Gilberto da Silva Roque, 32m:34s; 4. Ivanei Xavier de Araújo, 33m:16s; 5. Adalcio Ferreira, 33m:58s. 2008- 1. Antonio Pedro Silva Sales, 32m:10s; 2. Elias Rodrigues Bastos, 32m:15s; 3. Oraldo Romualdo da Silva, 33m:19s; 4. Cesar Augusto Martins, 33m:31s; e 5. Fernando Pereira, 34m:39s. 2007- José Roberto P Jesus, 33m:26s; 2. Antonio Pedro Silva Sales, 33m:27s; 3. Daniel Mendes, 34m:45s; 4. Francisvaldo Pacheco de Souza, 34m:49s; e 5. Altair dos Santos, 35m:37s. 2006- 1. Antonio Pedro Silva Sales, 32m:34s; 2. Vitor Cesar M Fernandes, 33m:54s; 3. Daniel Mendes, 33m:57s; 4. Adalcio Ferreira dos Santos, 34m:08s; 5. Cesar Augusto Martins, 34m:22s.