Pessoal das corridas dia 31/07/2010 participei da segunda edição da Corrida Noturna da Caixa. As inscrições eram feitas pelo sítio da Yescom, limitada a 4.000 corredores, com opções de 4km, 8km e 12km. Em 2009 a prova ocorreu em outubro e com o trajeto todo dentro da USP, num circuito de 4km: 12km (três voltas), 8km (duas voltas) e 4km (uma volta). Foi “mamão com açúcar”, tudo plano. Em 2010 o percurso se deu num circuito de 4km nas imediações do bairro do Pacaembú. A largada foi no estádio do Pacaembú, fazendo retorno próximo a rua Margarida, voltando até o estádio do Pacaembú, completando assim a primeira ‘perna’. Retirei meu numeral (2003 - branco) e chip em 30/07/2010, na Centauro do Shopping Eldorado, próximo a USP.

Pois bem, na tarde de hoje fiz uma rodagem leve de 7,5km para não deixar o corpo se acomodar. O treino se deu com sol a pino, no parque do Trote. Cheguei A largada está prevista para às 18:40, ao lado do estádio do Pacaembú, entretanto se deu às 19:00. Esse atraso, segundo me foi informado, foi a pedido da CET, para tentar organizar o trânsito, que aliás estava infernal a quilômetros do local do evento.

A área de largada foi ao lado do estacionamento do estádio do Pacaembú, e estava dividida em baias identificadas por cores na pulseira: vermelho, amarelo, verde e vermelho. A divisão era pelo pace do corredor, independente do percurso escolhido. Já a diferenciação de percurso era visível pela cor do numeral de peito: branco, amarelo e outra que não percebi. Tudo bem organizado, não é mesmo? Errado! Devido ao atraso da largada, até às 18:45 não havia sido liberada a as tais baias coloridas aos corredores. Assim quando se abriu a porteira, toda essa ‘organização foi por terra. Ficou impossível ao pessoal do staff impedir entrada de qualquer furão. Ficou tudo misturado.

Minha opção era de correr abaixo de 60 minutos e, pasmem, essa escolha me encaminhou para pelotão vermelho, logo atrás dos atletas de elite. Assim aberta a porteira, como disse, me postei a poucos metros da linha de largada. Já que estava uma bagunça geral, não me vi impedido de ficar por ali. Apesar do que não iria atrapalhar mesmo, caso percebesse que estava sendo inconveniente. A bagunça continuou até o retorno no fim da avenida Pacaembú. Tudo por que não tínhamos uma qualidade boa de corredores (podem jogar pedras...) e estávamos todos misturados, por percurso e por pace, entretanto me chamou à atenção a quantidade de casais, senhoras e muitos fazendo o percurso com carrinhos de bebês. Nessa situação a prova satisfez a sua vocação. Explico.

A organização, em diversas matérias pagas, divulgou a filosofia da prova. “Primeiro, ser democrática e permite corredores de todas as idades e níveis, desde iniciantes aos mais experientes, que utilizam a competição como treinos para outras provas com distâncias maiores. Segundo, por ser disputada em um horário alternativo, sendo opção para aqueles que não gostam de correr debaixo de sol forte e com altas temperaturas, como acontece com a maioria dos eventos”. Isso sim foi alcançado. Parabéns a Yescom.

Entretanto o percurso ficou muito complicado. Para descer foi tudo bem, a avenida estava liberada em todas as faixas. Para subir complicou, foram duas faixas para pedestres e uma para veículos. Em alguns trechos ficaram 1,5 faixa para corredores e 1,5 faixa para veículos. Eu não entendi: 1,0 faixa transita um veículo e 1,5 transita... um veículo! Apertaram os corredores sem necessidade. Ressalta-se que na primeira volta eram TODOS os corredores na pista, assim o pessoal do staff pediu insistentemente os para corredores irem para esquerda da pista e outros para direita, para, talvez, tentar reorganizar a coisa. Quando tivemos as passagens do pessoal da elite, foi até engraçado: eles correram na contramão, ou seja, correram no canto da faixa direita no sentido da descida. Hilário.

A minha aventura nos 12km não foi tão interessante: corri ao lado de um corredor que não tinha o braço direito, e lá fui eu tentando acompanhá-lo até o fim. A primeira passagem de 4km foi também ao lado de uma corredora, que se postou a par de mim na largada. Depois ela sumiu e fiquei para trás. Cruzamos o 4km, eu e meu parceiro corredor. Na segunda passagem outra corredora, agora uma nissei, que utilizei como parâmetro. Da mesma forma antes de completar os 8km ela sumiu e eu e meu parceiro cruzamos os 8km.

Na última descida meu parceiro estava mais inteiro e se distanciou. Corri sozinho a última perna da prova. Do começo ao fim corri com a respiração bem forçada e logo de cara a coxa da perna esquerda começou a incomodar, ma consegui suportar os 12km desse jeito. Na derradeira volta corri com a respiração tão forçada que parecia um chiado, muito feio. Era correr assim ou diminuir o ritmo. Continuei com o chiado e tentei manter o pace.

Cruzei a linha de chegada em 57m:31s, isso no percurso do Pacaembú e com todas as voltas de 4km abaixo de 20minutos. Senti falta de ar, que me preocupou muito, mas depois que acalmei melhorou. Ano passado fiz em 56m:19s, mas no ‘planinho’ da USP. Estou satisfeito. Treinei ontem e hoje, e corri razoavelmente, tendo em vista ao condicionamento desse pobre escriba.

Encontrei com 3 colegas: Max Stewers e Edinéia, mas não consegui falar com eles; e o Renílson no final da prova, que ficou em terceiro nos 12km. Nós cruzamos juntos, no mesmo segundo, o pórtico: ele nos 12km e eu ao completar os 8km. Ele me apresentou outro baiano de Euclides da Cunha: Quirino. Ele me disse que corria com Renilson na Bahia, e ficava sempre à frente dele, mas casamento e filhos, fez com que interrompesse sua carreira esportiva (ipsis literis). Agora ele está voltando a treinar e tentará a sorte em Sampa.

Pela organização o ponto negativíssimo foi o caos no trânsito e a muvuca com a mistura dos corredores de diversos percursos com pouco espaço para todos. O problema é que não se tem como resolver isso. Pelo menos na minha percepção sem base de conhecimento específico. Do resto achei muito boa. As inscrições se iniciaram com R$ 30,00, sem a exploração que se abate nas organizações em geral. Aliás, se perceberem bem a Yescom tem cobrado taxa de inscrições satisfatórias, se forem feitas com antecedência. As provas noturnas em geral cobram acima de R$ 70,00. A camiseta e medalha, eu também gostei. Oferecer prova noturna aos praticantes da corrida, também é de se louvar. Tivemos postos de hidratação suficientes e bom isolamento com os veículos. O kit de chegada continha uma maça, uma barrinha de cereal e caixa de bombons da Montevérgine. Não tivemos isotônicos, mas foram dispensáveis.

Bom, agora é descansar que irei enfrentar a meia maratona de São Bernardo do Campo, daqui a algumas horas. Ou vai ou racha... A classificação oficial ficou assim: 1. Gilson Rodrigues de Miranda, 37m:40s; 2. Adriano Bastos, 37m:45s; 3. Renílson Vitorino da Silva, 37m:46s; 4. José Rodrigues da Fonseca, 38m:13s; 5. Edmílson de Cassio Horácio, 38m:48s. Somente achei um colega que completou a prova, Clóvis Claudino Bento, com tempo de 52m:03s. Outra curiosidade o colega de Renílson, de Euclides da Cunha, Quirino ficou em 20 lugar. Êta baiano porreta.

Pessoal das corridas dia 30/07/2010 fiz um treino de pista depois de meses. Não foi lá grande coisa, mas o importante é a saída da inércia. Tudo se deu no parque do Trote, no Estádio Olímpico de Vila Maria, com percurso de 7,5km executado em 36m:33s. Terminei cansado pois ontem coloquei as pernas à ferros e ainda não havia dado tempo suficiente para recuperar a ‘carcaça do frango’. Entretanto nem tudo foram flores. A notícia triste foi minha exclusão da tripulação da USS Enterprise Vila Maria. Após quase 2 meses sem comparecer ao deck de comando, recebi comunicado oficial da tenente Uhura. Baseado no artigo 17.438, parágrafo décimo quarto, inciso segundo, alínea 'a' do Código de Ética dos tripulantes de naves estrelares da Frota, a ausência maior de 30 dias de atividades regulares, dá ensejo à expulsão do infrator. Retruquei que a expulsão foi sumária, sem direito de defesa e quis falar com Capitão Kirk, sem sucesso. Spok ponderou que minha reação era... ilógica e que eu deveria aceitar a situação, posto estar de acordo com lei inter-estrelar. Pois bem, entrei com recurso no tribunal e aguardo decisão do colegiado galáctico. Por enquanto fico treinando ‘em terra’. Assim, novas jornadas estão suspensas, pelo menos por enquanto. Amanhã tentarei uma rodagem maior, mas suave senão haverá desmanche da estrutura esquelética. Dessa vez mudarei o set do MP3 para ‘Rage Against the Machine’. Vamos ver no que dá. Keep running...

Pessoal das corridas inspirado no colega Fábio Namiuti na seu retorno gradual e seguro (com concebeu a democracia de Médice), fui à academia por à ferros as pernas. Outro dia fiz essa incursão ao ‘território inimigo’ e voltei com tonturas. Hoje não foi diferente, mas foi necessário tal providência. A atividade de força sempre deu algum resultado a esse pobre escriba, essa é a expectativa. Montei um set grande de U2 e fui à luta: extensões, flexões e agachamentos. No final da última série, o Universo mandou mensagem pelo MP3: “Won't you come back tomorrow?!!!” grita Bonno Vox a plenos pulmões. Pois é, na pesquisa do vídeo, vi que Bonno fez essa música para sua mãe, que havia morrido. Refleti muito e me tocou profundamente. O Universo fala na hora e local certo. Amanhã eu volto...



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Amanhã
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Não irás retornar amanhã?
Não irás retornar amanhã?
Não irás retornar amanhã?
Poderei eu dormir essa noite?
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Lá fora Alguém está lá fora
Alguém está batendo na porta
Há um carro preto estacionado
Ao lado da estrada
Não atenda a porta
Não atenda a porta
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Estou saindo
Estou indo lá fora, mãe
Estou indo lá pra fora
.
Não estarás de volta amanhã?
Não estarás de volta amanhã?
Estarás de volta amanhã?
.
Quem quebrou a janela?
Quem quebrou a porta?
Quem rasgou a cortina?
E para quem Ele serviu?
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Quem sarou as feridas?
Quem sara as cicatrizes?
Abra a porta
Abra a porta
.
Não estarás de volta amanhã?
Não estarás de volta amanhã?
Estarás de volta amanhã?
Poderei eu dormir essa noite?
.
Pois eu lhe quero...
Eu... Eu lhe quero Eu realmente...
Eu... Eu quero…
Eu… Eu Eu quero que você esteja aqui amanhã
Eu quero que você esteja aqui amanhã
.
Estarás de volta amanhã?
Não estarás de volta amanhã?
Não estarás de volta amanhã?
Estarás de volta amanhã?
.
Se abra, se abra
Para o cordeiro de Deus
Para o amor daquele que fez
O cego enxergar
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Ele voltará
Ele voltará
Eu acredito nisso
Jesus retornando
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Eu estarei lá
Eu estarei lá mãe
Eu estarei lá mãe
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Eu vou lá fora
E você estará lá...

Pessoal das corridas dia 08/08/2010 teremos a 15ª edição da Corrida Corpore Centro Histórico. As inscrições podem ser feitas pelo sítio www.corpore.com.br com taxa de R$ 50,00 para associados e R$ 65,00 para não associados. Nós, advogados, pagamos R$ 50,00, mesmo os não associados à Corpore, mas as inscrições deverão ser feitas diretamente na sede da CAASP (Caixa de Assistência dos Advogados de São Paulo), localizada na rua Benjamin Constant, 75, ao lado da praça da Sé. A retirada do chip e numeral será no dia e local da prova. A largada será no Centro Velho, na rua Líbero Badaró, próximo ao largo do Café (Bovespa) e está prevista para às 08:00, com concentração no Vale do Anhangabaú, logo o melhor é ir de metrô e descer na estação São Bento. É mais rápido, mais barato e menos poluente.

A prova tem essa estreita ligação com os advogados, pois foi no dia 11 de agosto de 1827, que Imperador D. Pedro I criou os dois primeiros cursos de Direito: um em Olinda, no Mosteiro de São Bento, e outro em São Paulo. Assim nessa data comemora-se o Dia do Advogado. A profissão de advogado era tão respeitada que os comerciantes e donos de restaurante faziam questão de bancar a conta dos estudantes de Direito nesse dia. Assim, nascia outra tradição: o Dia da Pendura. A cada ano, os futuros advogados enchiam bares e restaurantes para comemorar o seu dia e deixavam os comerciantes mais felizes e... mais pobres.

Outra característica que também nos aproxima dessa prova é que nas imediações do percurso temos: a maioria dos cartórios de protestos e de notas, o Fórum Central, os Tribunais e grande número dos escritórios de advocacia. Sobre o trajeto, hoje ele é de 9km, mas já foi alterado diversas vezes. Saiu de 7,5km para 8km, depois 10km e estacionou nos 9km.
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O percurso é todo no “centro velho” de São Paulo, cheio de mudanças de sentido, passando pela rua Líbero Badaró, viaduto do Chá, praça Ramos de Azevedo, Teatro Municipal, rua Conselheiro Crispiniano, av. São João, av. Ipiranga, praça da República, rua Vinte Quatro de Maio, rua Xavier de Toledo, Metrô Anhangabaú, rua Quirino de Andrade, praça Dom José Gaspar, av. São Luis, praça Júlio de Mesquita, rua Cásper Líbero, largo de Santa Efigênia, rua Antonio de Godói, largo do Paissandú, viaduto Santa Efigênia, Metrô São Bento, rua Boa Vista, páteo do Colégio, rua Venceslau Braz, rua Anita Garibaldi, Catedral da Sé, Metrô Sé, praça Joel Mendes, Tribunal de Justiça, Fórum Central, viaduto Dona Paulínia (sobre Avenida 23 de Maio), rua Maria Paula, viaduto Jacareí, viaduto Nove de Julho (sobre a Av. Nove de Julho), rua Xavier de Toledo, chegando novamente à rua Líbero Badaró.Temos somente duas elevações, mas bem suaves: da rua Cásper Líbero até a praça da Sé (elevação de 30 metros) e do viaduto Maria Paula até rua Xavier de Toledo (elevação de 15 metros).


Além da premiação 'comuns' para os atletas ‘comuns’, há uma 'especial', desde 2004, aos 5 primeiros ‘especiais’, digo advogados e advogadas. Curiosidade é que todo ano (todo ano mesmo!) o Dr. Arthur Rabay ganha a prova, sendo atualmente advogado hexacampeão. Os vencedores das últimas edições foram 2009- (9km) Ivanildo Dias de Souza, 27m:43s e pelos advogados Dr. Arthur Rabay, 32m:41s. 2008- (9km) 1. Marildo José Barduco, 28m:06s; Dr. Arthur Rabay, 32m:30s. 2007- (9km) Marildo José Barduco, 27m:39s; Dr. Arthur Rabay, 32m:12s; 2006- (9km) Urias Yostaque de Lima, 27m:44s, Dr. Arthur Rabay, 32m:54s; 2005- (7,5km) Orlando Dias de Lima, 22m:57s, Dr. Arthur Rabay, 26m:53s; 2004- (8km) Orlando Dias de Lima, 24m:40s, Dr. Arthur Rabay, 28m:31s.
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Os melhores classificados foram: José Maria dos Santos, 33m:43s; Américo Gabriel Salles, 33m:48s; Reginaldo dos Santos Ilário, 33m:57s; Paulo Eduardo da Fonseca, 34m:37s (terceiro lugar categoria advogados), Marco Antonio de Oliveira, 34m:41s; Antônio Fernandes da Costa, 35m:41s; Antonio Carlos Vieira, 35m:52s. Tentarei um habeas corpus para não ficar em último. Se for mal eu ponha a culpa no estagiário...

Pessoal das corridas eis o resumo de corridas de 07/08 a 08/08/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

DOMINGO
Corrida Corpore Centro Histórico - Centro
Circ. Corridas Prefeitura São Paulo - Freguesia do Ó
Circ. Corridas Série Delta - Ribeirão Preto/SP
Corrida Saúde Para Todos - Sorocaba/SP
Circ. Corridas de Pindamonhangaba/SP
Bragança 10k – Bragança/SP

Pessoal das corridas neste domingo, dia 25/07/2010, participei da 4ª etapa do 3º Circuito de Corridas de Rua do SESI, realizado em São Caetano do Sul, cidade do Grande ABC, a aproximadamente 11km da capital paulista. As inscrições eram feitas pelo sítio www.sesisp.org.br/corridaderua, com taxa de R$ 20,00, limitada a 2.000 inscritos. A organização do evento esteve a cargo da SESI, como o SESC, também tem fama de muito boa.

São Caetano do Sul é uma cidade muito agradável e possui IDH mais alto do Brasil. Para chegar ao local da prova segui pela avenida do Estado, depois pela avenida Presidente Wilson, avenida Guido Aliberti e avenida Goiás, cruzando a avenida Presidente Kennedy. A retirada de numeral e chip poderia ser feita dia 24/07 (sábado) das 09:00 às 17:00 e no dia 25/07 (dia da prova), a partir das 06:30, na Rua Ivaí, 63 - Ginásio da Escola Eda Mantoanelli.

A premiação não contemplou valores em espécie e foi com troféus de 1º ao 5º na geral, e de 1º ao 3º por faixa etária, somente industriários. A mordomia a categoria indústria não acabou por aí: os melhores colocados no circuito de 2010 poderão participar no pelotão de Elite C, da São Silvestre. Coisa fina, não é mesmo?

Em 2008 iniciaram a 1ª edição do ‘circuito’ com somente uma prova, no Parque Ecológico do Tiête, em São Paulo, nas margens da Rodovia Ayrton Senna. Em 2009, na 2ª edição, tivemos 3 etapas: 24/05 em Indaiatuba/SP; 26/07 em São Caetano Sul/SP e 16/08 no Parque Ecológico do Tietê. Em 2010 a 3ª edição contará com 8 etapas, todas com 10km: 01/05 - São José dos Campos/SP; 13/06 - São Bernardo do Campo/SP; 20/06 - Ribeirão Preto/SP; 25/07 - São Caetano do Sul/SP; 29/08 – Parque Ecológico do Tiête; 12/09 – Limeira/SP; 24/10 - Mogi das Cruzes/SP; e 7/11 – Osasco/SP. Pelo andar da carruagem a edição de 2011 promete.

Como visto acima, só tivemos uma edição do circuito SESI em São Caetano. Em 2009, com 345 concluintes não industriários, teve seguinte resultado no geral: 1° Luis Agripino da Silva, 34m:04s; 2° Anselmo de Oliveira Costa, 34m:55s; 3° Cícero Ferreira Feitosa, 34m:55s; 4° Paulo Henrique Schimidt Lara, 35m:25s; 5° Agnaldo José da Silva, 35m:44s. Tempos bem altos para a ‘elite’.

A prova utiliza o percurso da Corrida de Reis, que se dá nos meses de janeiro. O percurso de 10km não tem muitos desafios, quase sua totalidade percorre a Av. Presidente Kennedy, nos dois sentidos. As duas rampas se resumem: uma no fim da avenida Presidente Kennedy, no começo da prova, e outra entre o 7,5km e 8km. Curta, mas íngreme. A primeira o combatente ainda está inteiro e enfrenta de pé, mas a segunda castiga. Outra situação é aferir o trajeto, posto que o colega Marcelo Jacoto indicou uma divergência entre o realizado e o informado. Isso na Corrida de Reis de 2010.


Cheguei sem problemas e pasmem, nenhum flanelinha, tudo sossegado. Fui direto retirar meu numeral (n.º 714) e chip, e também a camiseta. Como não queria voltar para guarda-la no carro, nem tampouco deixa-la no guarda volumes, amarrei-a na cintura e fui para o combtate. Posicionei-me no pelotão de largada, aproximadamente, do ‘meio para o fim’, para não atrapalhar o pessoal que corre. Primeiro execução do hino da Bandeira, depois o hino Nacional. Preocupei-me com a largada, mas o último acorde se deu faltando 30 segundos para às 08:30. E não é que 08:30 foi dada a largada!?

Como a maioria das provas o espaço exíguo no pórtico causa tumulto na largada. Saiu o portuguesinho com o freio puxado. Estava com sono e fui para prova, como diria o baiano, ‘a pulso’. Quando começo a me soltar, lá vem a primeira rampa, que na atual conjuntura nadaiseana, complica o combatente. Ela tem uma característica interessante, pois no final da ‘kennedy’ nós retornamos e se espera que venha a bonança, após a tempestade. Soltei um ‘ufa!’, mas outro colega corredor me alertou que depois da curva ainda tínhamos alguns metros para escalar. Enfim, depois dessa a coisa sossegou por um tempo.

Não percebi marcação de quilometragem antes do terceiro quilometro, mas PODE SER falha desse pobre escriba. Pois bem, fechei os 5km em 24m:15s, muito melhor do que eu imaginava. Poder-se-ia até projetar um possível sub-49 minutos. Só para ilustrar, fechei a Corrida de Reis de 2010 em 48m:08s. Seria uma marca razoável. O calor já me incomodava e corri o restante da prova sem camiseta (Ainda bem que não a “Lei Cidade Limpa” ainda não chegou a São Caetano do Sul, senão seria multado por poluição visual). Havia saltado o primeiro posto de hidratação, mas o segundo, próximo ao 4km, não escapou. Aliás ainda bem, pois o terceiro, próximo ao 6km, estava abandonado, com as caixas de copos de água intactas e lacradas. Acho eu que foi problema na organização (a conferir). Se passo batido no 4km, somente no 8km eu ‘molharia a guela’. Que situação!

Passei o 9km e já sentia o ‘gostinho’ da chegada, contava os metros. Atravesso o pórtico e reduzo a velocidade (que velocidade??). para meu desespero percebo que todos continuavam correndo. Pasmem! Esse que eu havia cruzado era o pórtico da largada, e o da chegada era mais á frente. Toca o portuguesinho de novo ligar o motor 1.0 à álcool e empurrar o corpo até lá. Como já havia travado o cronômetro, fiquei sem tempo na segunda ‘cruzada’ de pórtico, entretanto o relógio do pórtico marcava 48m:33s, brutos.

A prova teve 410 concluintes masculino e 202 no feminino. Eis o resultado oficial: 1° Fábio Luiz Rodrigues dos Santos, 30m:47s; 2° Marcos Felix, 31m:45s; 3° Waldecir Delmonte dos Santos, 32m:02s; 4° Joel Ferreira Junior, 32m:08s; 5° Everton Barbosa da Silva, 32m:19s. Pelos colegas peneirei alguns resultados: 20° Rodrigo Lopes Sabino, 34m:19s; 55° Reginaldo dos Santos Ilário Costa, 37m:16s; 77° Antonio Fernandes da Costa, 38m:59s. Ressalto que só tempo bruto.



O kit de chegada foi de primeira linha e continha dois sanduíches de frios, uma maçã, uma barrinha de cereal e suco de caixinha, tudo bem acondicionado para presente. A camiseta excelente, bem feita, de manga comprida e sem aqueles zilhões de patrocinadores: só SESI e nada mais. A medalha interessantíssima, de material reciclável, nada de metal. Tudo de acordo com o mote do evento. Recomendo a todos esse Circuito do SESI: bem organizado, sem tumultos, camiseta boa, kit bom, medalha sui generis. Tudo isso por 20 pratas. Não é paodurismo português, mas as organizadoras estão abusando, vocês não acham? Vamos então dar espaço para as que se preocupam com todos esses itens.

Pessoal das corridas, dia 01/08/2010 será realizada a 8ª Meia Maratona Corpore, na cidade de São Bernardo do Campo, região do ABC, município da grande São Paulo. Esse evento é parte das comemorações do aniversário da cidade. Para chegar ao local do evento o melhor caminho é seguir pela Av. Salim Farah Maluf até final, dobrar a direita e pegar a Avenida Luiz Ignácio Anhaia Mello , atravessar o viaduto grande São Paulo (sobre o rio Tamanduateí). Ao final dobre a esquerda e siga pela Avenida Juntas provisórias. Suba o viaduto Engenharia Mackenzie para sair na Rodovia Anchieta. Siga aproximadamente até o quilômetro 18 e saia na alça que dá acesso a Avenida Piraporinha, até chegar na Avenida Kennedy, 1115, onde está o Ginásio Poliesportivo Municipal.

As inscrições feitas pelo site www.corpore.com.br, com opção de 21km e 5km, com taxa de R$ 40,00 para associados e R$ 50,00 para não associados. Por incrível que pareça é o mesmo valor de 2009. Os kits poderão ser retirados, no referido Ginásio Poliesportivo, no sábado dia 31/07, das 09:00 às 18:00 e no domingo, dia da prova. A premiação da meia maratona será da seguinte forma 1. R$ 4.000,00; 2. R$ 3.000,00; 3. R$ 1.500,00; 4. R$ 1.000,00; e 5. R$ 500,00. Por faixa etário serão premiados com troféus os 3 melhores colocados. A largada será às 08:00, num percurso bem seletivo, com uma altimetria interessante, onde os pontos mais críticos se concentram entre 7km e 8,5km, uma elevação de 35m (Avenida Tiradentes); entre 12km a 13km, elevação de 30m (Avenida João Firmino); entre 16,5km a 18km, subida de 40m (Estrada de Piraporinha). Aviso aos espertinhos que no 12km há o tapete ‘mata-furão’.




Em 2008 o atleta Cosme Ancelmo de Souza venceu com tempo de 1h:05m:03s, estabeleceu novo recorde da prova, e seu irmão gêmeo Damião Ancelmo de Souza ficou em segundo lugar. Nas últimas edições tivemos nos três lugares dos pódios somente estreantes, com apenas duas exceções: Luiz Carlos Fernandes (2008/2007/2006) e Giovane Jesus dos Santos(2009/2007). Parece que quem corre em São Bernardo do Campo não quer voltar mais! Em 2009 tivemos a presença de estrangeiros com a vitória de um queniano Ayele Megersa Feisa. Venceu, mas ficou longe do recorde da prova. Deve ser um queniano, meio paraguaio.


Eis o resultado das últimas edições: 2009- 1. Ayele Megersa Feisa (QUE), 1h:06m:06s; 2. Giovane Jesus dos Santos (3°-2007), 1h:06m:15s; 3. Elias Rodrigues Bastos, 1h:06m:51s; 4. Gilmar Silvestre Lopes, 1h:07m:02s; 5. Francisco Barbosa dos Santos, 1h:07m:15s. 2008– 1. Cosme Ancelmo de Souza, 1h:05m:03s; 2. Damião Ancelmo de Souza, 1h:05m:19s; 3. Luiz Carlos Fernandes da Silva, 1h:05m:34s. 2007- 1. Genílson Junior Silva, 1h:05:35s; 2. Luiz Carlos Fernandes Silva, 1h:05m:39s; 3. Geonanni Jesus Santos, 1h:05m:55s. 2006– 1. Alan Wendel Silva, 1h:06m:31s; 2. Urias Yostaque Lima, 1h:07m:26s; 3. Luiz Carlos Fernandes, 1h:07m:34s. 2005- 1. Aleudo Francisco Santos, 1h:06m:47s; 2. Orlando Dias Lima, 1h:07m:00s; 3. Israel dos Santos, 1h:07m:29s. 2004– 1. Gilson Rodrigues Miranda, 1h:05m:27s; 2. Wellington Correia Fraga, 1h:06h:05s; 3. Francisco Barbosa Santos, 1h:06m:13s. 2003– 1. Wilson Gomes Amorim, 1h:05m:37s; 2. Paulo Alves Santos, 1h:05m:39s; 3. Domingos Nonato Silva, 1h:06m:09s.

Em 2009 tivemos garoa fina na prova, com melhores amigos classificados: 9. Renilson Vitorino da Silva, 1h:09m:56s; 95. Antônio Fernandes da Costa, 1h:29m:39s; 117. Clóvis Claudino Bento, 1h:31m:34s; 146. Carlos Alexandre Batista Ribeiro (Carlão), 1h:33m:39s. Já o meu histórico está assim: 2007- 2h:01m:29s; 2008- 1h:42m:03s (Êta, tempo bom!); 2009- 2h:14m:30s (machuquei na prova). Em 2010 temos alguns colegas que participarão: Anderson Bos; Antônio Fernandes da Costa; Djackson Vieira Silva; Luis Eduardo Brandão Machado; Nadson Ely Teixeira Junior; Crica Mendes; Laercio Pereira do Vale; Guilherme Maio; dentre outros (eu também...).

Pessoal das corridas dia 18/07/2010 tivemos mais uma edição da maratona do Rio de Janeiro, na capital fluminense. Apesar de já termos falado e repisado sobre o assunto, o interessante mesmo foram os feitos dos colegas. Alguns ficaram na “encolha” e somente aos 48m do segundo tempo apresentaram armas em frente ao quartel fluminense.

‘Só para não dizer que não falei das flores’, dos atletas da elite o destaque, para mim, foi Adriano Bastos. Eu sou suspeitíssimo, pois admiro muito o cara. Ele chegou somente TRES SEGUNDOS atrás do vencedor queniano e deixou para trás nada mais nada menos que Guiomar Pereira da Silva, tricampeão do Circuito CAIXA/CBAt; Marcos Alexandre Elias, vencedor da Maratona de Porto Alegre/2007. Não é para qualquer um.

"Corri a prova inteira me sentindo confortável, na altura do km 30 tive cãibra, diminui o ritmo, o grupo ganhou uma vantagem em cima de mim. Cheguei a encostar nele, mas faltando 100 m para a linha de chegada, mas o cara tira forças não sei de onde. Infelizmente, por esse detalhe da cãibra, não consegui chegar. Estou super feliz com a segunda colocação. Para mim foi ótimo", comentou Adriano Bastos.

Já o queniano Kiprono amealhou R$ 20.000,00 com a vitória, mais ficou bem longe do prêmio máster de R$ 40.000,00 se alcançasse um sub 2h:09m, mas mesmo assim também ficou muito contente com seu desempenho. "A gente nunca espera ganhar, porque todo mundo que corre está muito bem preparado. Queria completar a prova e a vitória foi uma surpresa. Adorei o Rio e quero correr aqui mais vezes", completou o campeão.

Eis a classificação oficial: 1. Anderson Chirchi Kiprono (QUE), 2h:19m:54s; 2. Adriano Bastos, 2h:19m:57s; 3. Stephen Njoroge Kinyanjui (QUE), 2h:20m:19s; 4. Giomar Pereira da Silva, 2h:20m:28s; 5. Marcos Alexandre Elias, 2h:20m:42s; 6. Eliezer de Jesus Santos, 2h:20m:47s; 7. Jair José da Silva, 2h:21m:47s; 8. José Gutembergue Ferreira, 2h:22m:29s; 9. João Paulo de Souza, 2h:23m:15s; 10. Willy Kangogo Kipmutai (QUE), 2h:23m:59s.

Com a chuva ou sem chuva nossos colegas combatentes não fugiram da batalha. Eis alguns deles:

BISMARCK MELO (PLAYTEAM), 4h:28m:43s
FERNANDO CAMARGO (CORRE BRASIL), 3h:57m:07s
FÁBIO ROGÉRIO SILVEIRA NAMIUTI (100 JUÍZO), 4h:38m:30s
ANTONIO CARLOS ROCHA COLUCCI (TWITTERSRUN), 4h:52m:41s
GUILHERME MAIO (E C TAVARES), 4h:19m:27s
LEO RYOSKE HACIDUME (MÁRCIA FERREIRA), 4h:53m:20s;
RICARDO RONZANI HOFFMANN (BALEIAS), 4h:50m:56s
MAX STEWERS OLIVEIRA (NOVA ACADEMIA/ RODAR), 3h:24m:21s
PAULO FONSECA (ULTRAMARATONISTA), 4h:09m:18s
WLADIMIR ARAÚJO DE AZEVEDO, (VIRTUAL RUNNERS), 4h:51m:42s

Pessoal das corridas dia 31/07/2010, no sábado, teremos a segunda edição da Corrida Noturna da Caixa, com organizaão pela Yescom. Ressalto que essa prova não faz parte do Circuito Caixa de Corridas, aquele que percorre diversas cidades do Brasil. As inscrições podem ser feitas Yescom, com última taxa de R$ 40,00, limitada a 4.000 corredores, nas opções de 4km, 8km e 12km. Em 2009 a prova ocorreu em outubro e com o trajeto todo dentro da USP, num circuito de 4km: 12km (três voltas), 8km (duas voltas) e 4km (uma volta). Foi “mamão com açúcar”, tudo plano.

Em 2010, devida às restrições dentro da USP, a prova foi transferida para o bairro do Pacaembú. O sistema continua o mesmo: correr dentro de circuito de 4km. Saindo do estádio do Pacaembú, passando sob o elevado Costa e Silva (Minhocão), fazendo retorno próximo a rua Margarida, voltando até o estádio do Pacaembú, completando assim os 4 km. Para quem correu no dia 18/07 a prova do Circuito de Corridas da Caixa, tem uma exata noção da altimetria do percurso. O que pega mesmo é a subida da avenida Pacaembu. Cabe lembrar que quem vai para os 12km, vai subir três vezes essa “bandida”.



A entrega do numeral e chip será feita exclusivamente no dia 30 de julho das 11:00 às 20:00, na Centauro do Shopping Eldorado, localizado na avenida Rebouças, 3.970. A largada está prevista para às 18:40, ao lado do estádio do Pacaembú. Na edição de 2009, quando ocorreu na USP, a classificação ficou assim: 1. Marildo José Barduco, 37m:37s; 2. Adriano Bastos, 37m:43s; 3. Jaílson Araujo dos Anjos, 37m:50s; 4. Raimundo Barbosa dos Santos, 40m:39s; 5. David Costa de Aquino, 43m:34s. Pela PlayTeam o melhor colocado foi Reginaldo dos Santos Ilário Costa, com tempo de 46m:32s, classificado em segundo lugar na sua faixa etária. Eu? Terminei em 56m:19s, em 136° lugar no geral e 10° na faixa etária. Nada mal (não muito pelo menos...).

Pessoal das corridas eis o resumo de corridas de 31/07 a 01/08/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

SÁBADO
Corrida Noturna da Caixa – Pacaembú
Circ. Corridas de Montanhas – Atibaia/SP

DOMINGO
Circ. Corridas Prefeitura São Paulo - Parelheiros
DJ Run – Jockey Clube de São Paulo
5ª Corrida de Aparecidinha – Sorocaba/SP
Circ. Corridas Série Delta - São José dos Campos/SP
8ª Meia Maratona Corpore – São Bernardo Campo/SP
Circ. Corridas da Longevidade Bradesco - Presidente Prudente/SP

Pessoal das corridas dia 18/07/2010 participei da sexta etapa do Circuito de Corridas da Caixa edição 2010. As inscrições eram feitas pelo sítio www.circuitocaixa.com.br e retirada do chip se deu no dia, a partir das 06:00. A largada foi ao lado do estacionamento do estádio do Pacaembú, sendo que para a elite às 07:00 e para os ‘pobres mortais’ às 08:00. Infelizmente o locutor não tem (ou teve) percepção de uma prova de corrida de rua. O ‘especialista’, discípulo do Galvão Bueno, chamou, em alto e bom som, os amadores de ‘atletas de fim de semana’. Tudo bem que eu até me enquadro nessa, mas foi desrespeito com restante do pessoal, que está lá na briga. É tanta tecnologia e tantos recursos alocados e põem pessoas sem qualificação adequada para fazer locução do evento, anda mais num evento tão importante para a CAIXA. Fica a pequena reprimenda a HT Sports, organizadora do evento.

A prova teve como padrinho Nelson Prudêncio que deu a largada oficial da prova. Prudêncio conquistou ‘prata’ olímpica no México, em 1968, e ‘bronze’ em Munique, em 1972. Nos jogos do México Prudêncio disputou palmo a palmo com soviético Viktor Saneyev e o italiano Giuseppe Gentile. Durante a disputa os atletas quebraram o recorde 9 vezes em 4 horas (isso mesmo nove vezes). Nelson Prudência alcançou 17m:27cm, e por alguns minutos foi recordista mundial do salto triplo. O soviético alcançou 17m:37s e levou o ‘ouro’ e Prudêncio ficou com a ‘prata’. Juntamente com João do Pulo e Adhemar Ferreira da Silva se constituíram dos maiores saltadores brasileiros.

Voltemos a prova. O percurso principal de 10km é o mesmo do Circuito das Estações, nos arredores do estádio do Pacaembu, utilizando a avenida Pacaembú e o elevado Costa e Silva (minhocão). Na edição tivemos a inclusão de uma prova de 5km, para atletas que saem da caminhada para iniciarem no mundo das corridas. O clima estava frio e sem garoa, tudo bem propício para uma boa prova: frio, percurso conhecido, dificuldade média-baixa. Só faltava uma coisa: um bom corredor. Aí a coisa falhou...

Ao chegar ao local do evento os flanelinhas pareciam se multiplicar para todos os lados. Talvez por falta de corridas na capital, eles se concentraram todos nas imediações do Pacaembú. Parei a viatura pouco longe da concentração do evento, mas nada que causasse transtornos. Retirei meu chip traquilamente e aguardei o tiro de largada, determinado para às 08:00. Interessante é que, como o pessoal da elite largou às 07:00, e pudemos ver a disputa de camarote. Inusitada a situação.

Alinhei lá no final do pelotão, posto que estava pouco a vontade no evento. Já para levantar da cama foi um ‘parto’ e saí de casa em jejum total. Tudo isso por pura preguiça. Assim, não me senti na obrigação de tentar me acomodar mais à frente. Dada a largada o tumulto de sempre, devido ao pórtico estreito. Até perto do 2km muita muvuca e pessoal corria pior que eu! Como para descer todo santo ajuda, me empolguei. A primeira rampa, de poucos metros, derrubou alguns combatentes. Eu ainda estava 'pilhado'.

No elevado a coisa era mesmo de sempre, seguir numa toada satisfatória. Lá vi o primeiro colega do pelotão dos sumidos: Silvia Aguilar, treinadora feminina da PlayTeam, dos bons tempos. Nos cumprimentamos bem rapidamente e segui adiante. Ela, como sempre, muito sorridente. Faço o contorno no elevado, mais adiante encontro o Wilson, também da velha guarda da PlayTeam. Passando o 6km utilizo pela primeira vez o posto de hidratação. Com o tempo frio, nem precisei fazer uso antes disso (nem depois). Foi então a hora da subida da avenida Pacaembú. Na verdade nem é lá essas coisas, mas na atual conjuntura nadaiseana, causou preocupação. Emparelhei com uma garota que estava subindo relativamente bem, e tentei acompanhá-la o máximo possível, mas não deu. Paciência.

Cruzando o 9km já sentia o gostinho da chegada, mas não foi tão fácil assim. Aliás, nada fácil. A subida final ao redor do estacionamento do estádio do Pacaembú me deu trabalho. Tentei um sprint, mesmo que vergonhoso, entretanto as pernas já não mais respondiam, apesar do incentivo dos espectadores. Fechei a prova em 49m:32s, resultado ruim. Ainda não consegui chegar nos 47 minutos e alguma coisa, mas não desisti. Ao final da prova encontro outro combatente ‘das antigas’: Márcio de Oliveira, primeira atleta a despontar na PlayTeam. Ele, oficialmente, está ‘aposentado’ das contendas, mas ‘tira onda’ de vez em quando. Seu irmão, Marco Antonio Oliveira, continua a saga da família: 2009 foi vice-campeão no ranking da Corpore, na sua faixa etária.

Pois bem, a organização da prova foi eficiente, nenhum ponto de relevância a ressaltar. Marcação de quilometragem em todo percurso, trajeto bem protegido, postos de hidratação a cada 2km, etc. O pórtico apertado não é reclamação exclusiva dessa prova, mas de quase todas as provas. A camiseta e a medalha eu gostei, essa tinha a forma ovalada, tal qual o estádio do Pacaembú. Nem sei se é padrão para todas as 10 etapas, mas ficou bem harmonizado com a prova. O kit de chegada bem artificial, também acompanhando o movimento dos demais eventos em geral. Eu curto frutas, mas compreendo que para bem organizar uma prova, com tudo acertado com antecedência, o kit vira pré-fabricado: um iogurte pequeno, um isotônico de uva e uma caixa de 100g de bombons da Montevérgine (sem glútem!!!). E só. O isotônico da marathon sabor de uva, parecia suco artificial em pó (trauma de infância?). Talvez os outros sabores sejam melhores.

A organização alardeou recorde de 2.200 participantes, mas não percebi esse contingente todo. Também me pareceu que a maioria estava no nível desse pobre escriba. Talvez pela prova do Rio de Janeiro, que certamente atraiu bons atletas amadores. Indo para a viatura encontro outro ex-combatente das provas, hoje fotógrado, Marcelinho. Garoto gente boa, mas encerrou a carreira pedestrianística (mais um para dicionário nadaiseano) prematuramente, aos 18 anos. Prova boa, clima bom e encontro de velhos colegas. Foi mesmo uma boa manhã de domingo.
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Eis os resultado oficial da prova: 1. Luis Paulo da Silva Antunes, 30m:14s; 2. Giovani dos Santos, 30m:18s; 3. Valdir Sérgio de Oliveira, 30m:24s; 4. José do Nascimento Souza, 30m:31s; 5. Célio Falcão, 30m:40s; 6. José Rodrigues dos Santos, 30m:49s; 7. Sivaldo Santos Viana, 31m:05s; 8. Alequessandro Paula Silva, 31m:31s; 9. Benedito Donizetti Gomes, 31m:55s; 10. Domingos Jesus Freitas, 31m:55s. Os colegas melhores classificados na prova foram: Márcio Aparecido de Oliveira, 40m:14s e Reginaldo dos Santos Ilário Costa, 38m:56s.

Pessoal das corridas dia 25/07/2010 teremos a etapa São Paulo, da 2ª edição do Circuito Mizuno 10 Milhas, que comtempla também Rio de Janeiro, Porto Alegre, Belo Horizonte e Brasília. As inscrições são pelo sítio www.mizuno10milhas.com.br, com opção individual de 5 milhas e 10 milhas, com última taxa de R$ 61,00 (assinante O2) e R$ 76,00 (não assinante); ou dupla de 10 milhas, com última taxa de R$ 132,00 (assinante O2) e R$ 152,00 (não assinante), tudo no limite 8.000 corredores. A entrega dos numerais será na "Mundo Corrida", da avenida Brigadeiro Luis Antonio, 4.919, nos dias 22 e 23/07, das 10:00 às 20:00 e 24/07, das 10:00 às 18:00. O chip será no dia e local da prova.

A prova principal será disputada na distância total de 10 milhas (16,09Km), sendo que a partir de 2010, passará pela avenida Lineu de Paula Machado, avenida Valdemar Ferreira, avenida Afrânio Peixoto, rua Alvarenga, ponte Cidade Universitária, avenida Pedroso de Morais, praça Panamericana, avenida prof. Francisco Rodrigues. Até 2009 era iniciada dentro da Cidade Universitária, entretanto com as restrições impostas pela USP, quase todas as provas estão dando start no Jockey. Segundo a organização não haverá premiação em dinheiro, só troféus para os três primeiros, em individual e em duplas.





Em 2009, na primeira edição, a largada se deu às 08:00, na USP, a vitória ficou com Adriano Bastos (50m:34s), seguido de Lucas da Silva (50m:50s) e Iranildo da Silva (51m:48s). Em 2010 a largada será às 7:30, no Jockey Club de São Paulo, como dito, situado na Av. Lineu de Paula Machado, 1263. Cheguem cedo, pois além de antecipada a largada (de 08:00 para 07:30), há problemas com estacionamento.



Pessoal das corridas dia 25/07/2010 teremos a edição da maratona de São Francisco, localizada no estado da Califórnia, que faz fronteira com o México. A Califórnia é o terceiro estado mais populoso dos EUA, só perde para Alaska e Texas; e o mais populoso. A região pertencia ao México, mas com a guerra entre os dois países, os estadunidenses anexaram (ou se apossaram...) a região em 1850. Já a cidade de São Francisco é quase totalmente cercada de água, às margens do Oceano Pacífico. Outra particularidade é que está próxima a ‘falha de San Andreas’, região de tensa atividade sísmica.

As inscrições poderiam ser feitas pelo sítio www.thesfmarathon.com opções de participação: maratona, 2 meias maratonas com percursos diferentes, corrida 5 km e corrida infantil, e taxas de US$ 145, US$ 120, US$ 30, US$ 25, respectivamente. Tem diversão para todos os gostos e idades. O percurso da maratona se inicia e termina no Embarcadero perto do Ferry Building passando por lugares turísticos como Pier dos Pescadores (prisão de Alcatraz), Parque Aquático, as cercanias do “Presídio” (antigo forte espanhol), Ponte Golden Gate e Parque da Golden Gate. O trajeto não é fácil, mas trata-se de uma prova doméstica, como se vê na continuação. Entretanto há particularidade relevante na disputa que é classificação para maratona de Boston.



Desde 1998 a premiação em dinheiro nunca mais foi lá essas coisas. Em 2003 o queniano Patrick Kamau venceu e em 2004 foi a vez do compatriota John Weru. Em 2005 se extinguiu por completo a premiação em dinheiro, consequentemente só houve nativos no pódio. Por outro lado, mesmo não atraindo mais atletas de ponta, o evento arrecada milhões de dólares para entidades sem fins lucrativos da cidade.


O nome da prova é Andrew Cook vencedor de 3 das últimas 4 edições e detentor do recorde de 2h:25m:57s, estabelecido em 2007. Eis os pódios das últimas 5 edições: 2009- 1. Andrew Cook, 2h:26m:32s; 2. Guillermo Gonzalez, 2h:33m:55s; 3. Fritz Van de Kamp, 2h:34m:01s; 4. Daniel Feldman, 2h:35m:17s; 5. Allen Wagner, 2h:36m:40s. 2008- 1. Chad Worthen, 2h:31m:52s; 2. Mustapha Berri, 2h:33m:57s; 3. Mark Pilja, 2h:38m:20s; 4. Jonah Backstrom, 2h:39m:57s; 5. Eric Bowles, 2h:40m:24s. 2007- 1. Andrew Cook, 2h:25m:57s; 2. Michael Wardian, 2h:28m:50s; 3. Justin Zanotti, 2h:32m:18s; 4. Mike Moore, 2h:32m:49s; 5. Chikara Omine, 2h:37m:56s. 2006- 1. Andrew Cook, 2h:26m:46s; 2. Tony Torres, 2h:32m:40s; 3. Darren Benson, 2h:34m:21s; 4. Fritz Van de Kamp, 2h:38m:02s ; 5. Jeff Both, 2h:41m:17s. 2005- Tony Torres, 2h:31m:57s; 2. Isaacs Simon, 2h:34m:52s; 3. Niklas Kroehn, 2h:34m:58s; 4. Duncan Larkin, 2h:37m:28s; 5. Chikara Omine, 2h:38m:07s.


Pessoal das corridas eis o resumo de corridas de 24/07 a 25/07/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

DOMINGO
Maratona de São Francisco - EUA
Circ. Corridas Prefeitura São Paulo – ao lado SESC Santana
Circ. Corridas da Longevidade Bradesco – Ipiranga
10 Milhas Mizuno – Jockey Clube
5ª Corrida Cidade de Piracicaba/SP
1ª Corrida Aniversário de Jardinópolis/SP
Circ. Corridas SESI - São Caetano do Sul/SP
Interpraias 30km de Peruíbe/SP a Itanhaém/SP
9ª Corrida do Parque Maria Aparecida - Cajamar/SP

Pessoal das corridas dia 18/07/2010 teremos a etapa São Paulo do Circuito de Corridas da Caixa edição 2010. Esse circuito tem provas em diversas cidades do país, sendo que a primeira edição desse Circuito se deu em 2004. Até 2007 a etapa São Paulo era feita na Hípica em Santo Amaro, com trechos muito apertadoscom muita poeira e terra. A partir de 2008 a prova passou a ser no mesmo percurso do Circuito das Estações, arredores do estádio do Pacaembu, utilizando a avenida Pacaembú e o elevado Costa e Silva (minhocão). Tivemos ainda mais mudanças. Em 2008 a prova se deu em outubro, em 2009 se deu em novembro e em 2010 passa para julho. Outra novidade para 2010 é a inclusão de uma prova de 5km. A organização destaca que essa nova opção visa contemplar atletas que saem da caminhada para iniciarem no mundo das corridas.
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As inscrições podem ser feitas pelo site www.circuitocaixa.com.br, com última taxa de R$ 55,00 e organização está a cargo da HT Sports. A retirada do numeral será nos dias 16/07 das 10:00 às 20:00 e 17/07 das 10:00 às 17:00 na Loja Centauro do Shopping Bourbon, localizado na rua Turiassu, 2100, próximo ao estádio do Palmeiras, na zona oeste da capital paulista. Já o chip será no dia e local da prova, a partir das 06:00. A largada se dará no estacionamento do estádio do Pacaembú, sendo que para a elite se dará às 07:00 e para os ‘mortais’ (vulgo amadores) às 08:00.

O Circuito Caixa de 2010 terá 10 etapas, sendo a etapa de São Paulo, a sexta da série. Já foram disputadas as etapas de Ribeirão Preto (14/03); Campo Grande (25/4), Mato Grosso; Goiânia (9/5), Goiás; Belo Horizonte (16/5), Minas Gerais; Porto Alegre (20/6), Rio Grande do Sul. As próximas etapas serão: São Paulo (18/7), Fortaleza (15/8), Ceará; Curitiba (17/10), Paraná; Uberlândia (7/11), Minas Gerais; e Brasília (28/11), Distrito Federal, totalizando assim as 10 etapas. A prova estará premiando os cinco primeiros na geral com troféus e os tres primeiros por faixa etária com medalhas. A premiação em dinheiro será a seguinte: 1. R$ 2.600,00; 2. R$ 1.900,00; 3. R$ 1.300,00; 4. R$ 1.000,00 e 5. R$ 700,00.

O Circuito Caixa 2010 é parte integrante do Ranking CAIXA/CBAt, que é composto de 23 etapas, somadas com as 10 etapas do circuito exclusiva da Caixa. Por enquanto a classificação do Ranking CAIXA/CBAt está assim: 1 º Valdir Sergio de Oliveira, 182 pontos; 2º Sivaldo Santos Viana, 121; 3º José do Nascimento Souza, 111; 4º Giomar Pereira da Silva, 101; 5º José Magno dos Santos Mota, 78; 6º Marcos Alexandre Elias, 75; 7º Paulo Braz da Silva, 60; 8º Luis Paulo da Silva Antunes, 57; 9º Celio Falcão, 55; 10º Sergio Celestino da Silva, 53. A pontuação do ranking CAIXA/CBAt vai do 1º ao 20º, como: 1º- 30 pontos; 2ºv 26; 3º- 22; 4º- 18; 5º- 16; 6º- 15; 7º- 14; 8º- 13; 9º- 12; 10º- 11; 11º- 10; 12º- 9; 13º- 8; 14º- 7; 15º- 6; 16º- 5; 17º- 4; 18º- 3; 19º- 2; 20º- 1 pontinho.

De acordo com o regulamento do Ranking CAIXA/CBAt, os dez atletas com maior pontuação, ao final de todas as etapas, passam a fazer parte do “Programa Nacional Caixa de Apoio a Corredores de Elite” e recebem ajuda financeira mensal da CAIXA para dar continuidade aos treinos e participações em corridas de rua. Os 3 melhores desse mesmo ranking levam ainda uma ‘graninha’ extra: 1º lugar – R$ 10.000,00 2º lugar – R$ 5.000,00 3º lugar – R$ 3.000,00.
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As 23 etapas do Ranking CAIXA CBAt são:

1º- 07/03 Meia Maratona São Paulo/SP;
2º- 14/03 Circuito de Corridas da CAIXA – Ribeirão Preto/SP;
3º- 11/04 Meia Maratona CAIXA de Brasília/DF;
4º- 25/04 Meia Maratona de Fortaleza/CE;
5º- 25/04 Circuito de Corridas da CAIXA – Campo Grande/MS;
6º- 02/05 Maratona Internacional de São Paulo/SP;
7º- 09/05 Circuito de Corridas da CAIXA – Goiânia/GO;
8º- 16/05 Circuito de Corridas da CAIXA – Belo Horizonte/MG;
9º- 20/06 Circuito de Corridas da CAIXA – Porto Alegre/RS;
10º- 09/07 Corrida Internacional 9 de Julho – Boa Vista /RR;
11º- 18/07 Maratona CAIXA da Cidade do Rio de Janeiro/RJ;
12º- 18/07 Circuito de Corridas da CAIXA – São Paulo/SP;
13º- 08/08 Circuito de Corridas da CAIXA – Fortaleza/CE;
14º- 22/08 Meia Maratona Internacional do Rio de Janeiro/RJ;
15º- 29/08 Meia Maratona de Blumenau/SC;
16º- 19/09 Meia Maratona Volta da Ilha de Vitória/ES;
17º- 26/09 Corrida da Integração – Campinas/SP;
18º- 17/10 Circuito de Corridas da CAIXA – Curitiba/PR;
19º- 07/11 Circuito de Corridas da CAIXA – Uberlândia/MG;
20º- 28/11 Circuito de Corridas da CAIXA – Brasília/DF;
21º- 28/11 10K Rio Corrida Panamericana – Rio de Janeiro/RJ;
22º- 05/12 Volta Internacional da Pampulha – Belo Horizonte/MG;
23º- 31/12 Corrida Internacional de São Silvestre – São Paulo/SP
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Vamos dar uma passada rápida nas últimas quatro edições do ranking da CAIXA/CBAt:

Em 2006 o circuito teve como campeão o atleta baiano Giomar Pereira da Silva, entretanto não há dados disponíveis para perfazer um histórico confiável. (quem tiver peço me enviar. grato!)

Em 2007 o circuito teve 14 provas e o campeão foi João da Bota, levantando o troféu com míseros 8 pontos à frente de Guiomar, campeão de 2006. Vamos à classificação oficial do ranking: 1º João Ferreira de Lima, 307 pontos; 2º Giomar Pereira da Silva, 299; 3º Francisco Barbosa dos Santos, 226; 4º José do Nascimento Souza, 205; 5º Benedito Donizetti Gomes, 150; 6º Eliésio Miranda da Silva, 132; 7º José Gutembergue Ferreira, 129; 8º Naval Figueiredo Assis Freitas, 109; 9º Jaílson Araújo dos Anjos, 100; 10º William Salgado Gomes, 97.

Em 2008, o circuito contou com 22 provas e novamente o atleta baiano levou o caneco, pontuando em 16 provas e obtendo 7 vitórias. A classificação final ficou assim: 1º Giomar Pereira da Silva, 412 pontos; 2º Anoé dos Santos Dias, 305; 3º Ivanildo Pereira dos Anjos, 288; 4º Eliésio Miranda da Silva, 228; 5º José Magno dos Santos Mota, 168; 6º Sergio Celestino da Silva, 165; 7º José Pereira da Silva, 159; 8º William Salgado Gomes, 147.

Em 2009, o circuito teve 20 provas e o atleta baiano Giomar Pereira da Silva levou o título. A classificação final ficou assim: 1º Giomar Pereira da Silva, 318 pontos; 2º Sivaldo Santos Viana, 231; 3º Anoé dos Santos Dias, 227; 4º João Ferreira Lima, 179; 5º Ivanildo Pereira dos Anjos, 173; 6º Naval Figueiredo Freitas, 156; 7º Alex Januário de Mendonça,135; 8º Benedito Donizete, 135; 9º Eduardo do Nascimento, 108; 10º Edson Silva Santos, 88.

O circuito de 2010 terá 23 etapas e até presente momento a liderança está nas mãos de Valdir Sergio de Oliveira. Giomar, tricampeão (2006/2008/2009) e vice-campeão em 2007 não está tendo um bom rendimento e amarga a quarta posição. Vejam a classificação até final de junho: 1 º Valdir Sergio de Oliveira, 182 pontos; 2º Sivaldo Santos Viana, 121; 3º José do Nascimento Souza, 111; 4º Giomar Pereira da Silva, 101; 5º José Magno dos Santos Mota, 78; 6º Marcos Alexandre Elias, 75; 7º Paulo Braz da Silva, 60; 8º Luis Paulo da Silva Antunes, 57; 9º Celio Falcão, 55; 10º Sergio Celestino da Silva, 53.

O histórico local da prova, contando somente o percurso do Pacaembu, está assim: 2009- 1. Giomar Pereira da Silva, 30m:25s; 2. Anoé dos Santos Dias, 30m:37s; 3. William Salgado Gomes, 30mi:38s; 4. Sivaldo Santos Viana, 30m:39s; 5. Jailson Araujo dos Anjos, 31min02. 2008- 1. Giomar Pereira da Silva, 29m:33s; 2. Mutai Kiprop 29m:40s; 3. Anoé dos Santos Dias, 29m:50s; 4. Luís Carlos Fernandes da Silva, 29m:55s; 5. Ivanildo Pereira dos Anjos, 30m:07s. Lembranças: em 2008 eu fechei a prova em 43m:57s. Oh saudades!

Pessoal das corridas dia 18/07/2010 teremos mais uma edição da maratona do Rio de Janeiro, na capital fluminense. As inscrições eram feitas pelo sítio www.maratonadorio.com.br, com opções de maratona, da meia-maratona e family run (6km). A expectativa é reunir 18.000 corredres no total. A entrega dos kits será nos dias 15, 16 e 17/07 das 09:00 às 18:00 (quinta-feira à sábado) no Centro de Convenções SulAmérica, localizado na avenida Paulo de Frontin, esquina com avenida Presidente Vargas – Cidade Nova – Próximo a Estação Estácio do Metrô, ao lado do prédio da Prefeitura.




Para maratona a largada será às 07:30 na Praça do Pontal do Tim Maia, no bairro do Recreio dos Bandeirantes, e chegada no Aterro do Flamengo, bairro do Flamengo. O percurso da maratona atravessará as praias da Barra da Tijuca, São Conrado, Leblon, Ipanema, Copacabana e Botafogo. O trajeto é bem plano, exceto uma curta elevação entre os 22km e 23km (10 metros) e outra do 27km ao 29km (20 metros), sendo que os 21 primeiros quilômetros são totalmente planos. A organização informa que haverá postos de hidratação a cada 3 quilômetros.



Em relação ao ano passado a premiação aumentou para todas as posições e se dará da seguinte: 1º R$ 20.000,00; 2º R$ 10.000,00; 3º R$ 8.000,00; 4º R$ 6.000,00; 5º R$ 5.000,00; 6º R$ 4.000,00; 7º R$ 3.000,00; 8º R$ 2.000,00; 9º R$ 1.500,00; 10º R$ 1.000,00. Por categoria haverá premiação: 1º R$ 400,00; 2º R$ 200,00; 3º R$ 100,00. Há também uma bonificação especial para sub 2h:09m de R$ 40.000,00; sub 2h:10m R$ 25.000,00; sub 2h:11m de R$ 15.000,00 e ainda o melhor brasileiro leva R$ 5.000,00. Lembramos que o recorde da maratona em solo brasileiro pertence a Vanderlei Cordeiro de Lima, com o tempo de 2h11min19s, na maratona de São Paulo, em 2002. Já o recorde de um brasileiro em maratona pertence a Ronaldo da Costa, com 2h:06m:05s, em longínquos anos de 1998, na maratona de Berlim.

Pelas minhas pesquisas, os três melhores tempos da história da maratona do Rio de Janeiro são: 1. Bill Rodgers (EUA), 2h:14m:13s na edição de 1981 (recorde atual); 2. Delfim Moreira (POR), 2h:15m:37s na edição de1982; 3. Lurie White (EUA), 2h:15m:31s na edição de 1983. Aliás, tirando esses tres gajos, ninguém venceu com sub-2h:16m. Nos anos de 2001 e 2002 não tivemos a prova, e depois só deu Brasil. Para a organização, Spiridon, o melhor tempo na prova é de Alex Januário de Mendonça , com 2h:16m:39s, estabelecido em 2003. Quem está certo? Não sei... Parece-me que a "nova" maratona do Rio de Janeiro tem data de início em 2003, depois do gap de 2001 e 2002. A conferir. Em 2009 tivemos alguns amigos que se destacaram na prova: 92°. Paulo Fonseca, 2h:59m:21s; 147°. Américo Gabriel Salles, 3h:10m:48s; 485°. Jair Alves de Sales, 3h:38m:09s; 512°. Carlos Alberto Batista Ribeiro, 3h:39m:30s.

Eis os últimos resultados: 2009- 1. Marco Antonio Pereira, 2h:17m:11s; 2. Willy Kongogo Kimutai (QUE), 2h:17m:24s; 3. Marcos Alexandre Elias, 2h:18m:26s; 4. Robert Kiprotich Cheruiyot (QUE), 2h:19m:11s; 5. Adriano Bastos, 2h:20m:15s. 2008- 1. Domingos Nonato da Silva, 2h:17m:20s; 2. Eliésio Miranda da Silva, 2h:17m:47s; 3. Mauro Teixeira Pinto, 2h:18m:14s; 4. Silvio Guerra, 2h:18m:28s; 5. Marcos Alexandre Elias, 2h:18m:56s. 2007- 1. Elson Alex Gracioli, 2h:18m:33s; 2. Mauro Teixeira Pinto, 2h:19m:02s; 3. Genílson Junior da Silva, 2h:19m:33s; 4. José Gutemberg Ferreira, 2h:19m:41s; 5. Giomar Pereira da Silva, 2h:21m:22s. 2006- 1. José Pereira da Silva, 2h:21m:14s; 2. José Gutemberg Ferreira, 2h:21m:57s; 3. Weber Dias Ferreira, 2h:22m:55s; 4. Liélzio Santana de Jesus, 2h:23m:08s; 5. Lindenbergue Gomes Nunes, 2h:23m:11s. 2005- 1. Cláudio Pereira da Cruz, 2h:21m:18s; 2. Eliésio Miranda Silva, 2h:23m:50s; 3. Lindenbergue Gomes Nunes, 2h:23m:57s; 4. Flávio Alves da Silva, 2h:24m:35s; 5. Marcos Antonio F. Lopes, 2h:26m:37s.

Pessoal das corridas dia 11/07/2010 participei de mais uma etapa do Circuito SESC de Corridas, agora em Santana, zona norte da capital paulista. As inscrições eram feitas pelo sítio da Webrun, com taxa de R$ 8,00 para associados SESC e R$ 16,00 para não associados. Em 2009 a taxa era de R$ 5,00 e R$10,00, respectivamente. Com a majoração de 60% (isso mesmo sessenta por cento), me parece que a carestia pedestriânica também chegou ao SESC. Havia ainda opção para caminhada de 3km e uma prova infantil. Ponto para o SESC. O numeral foi retirado no dia 10/07/2010, véspera da prova, no SESC Santana, localizado na avenida Luis Dumont Villares, 579, entre 10:30 e 18:30. Já o chip foi entregue no dia e local da prova.

Para chegar ao local da prova foi muito simples e também muito rápido. Saindo daqui dos E. U. de Vila Maria (república autônoma encravada no Brasil, tal e qual o Vaticano na Itália) segui até o fim pela rua Maria Cândida desde o estádio Olímpico de Vila Maria (vulgarmente chamado de Parque do Trote), atravessando a fronteira próxima a Avenida Joaquina. Ao final cruzei com a avenida Luis Dumont Villares, palco da contenda. Tudo isso se passou em menos de seis minutos. Brasil e E. U. de Vila Maria têm uma rusga sobre bairro de Santana. Moradores antigos atestam que o Brasil se apossou ilegalmente desse território (bairro de Santana), contrariando o Tratado de Dona Joaquina. O caso é similar ao do Uruguai com o Brasil, pela região fronteiriça com Rio Grande, ou a do Brasil com a Bolívia, pelo domínio sobre o Acre. Talvez ainda seja represália aos lusos, pois aqui temos a maior quantidade de 'tugas' por quilômetro quadrado, fora de Portugal.

O percurso da peleja foi o seguinte: largada na avenida Luis Dumont Villares, 579 (em frente ao SESC), seguindo pela avenida Leôncio de Magalhães, dobrando primeira à direita temos a rua Nogueira Aciolli (uma forte subida de paralelepípedo), contornamos o Parque Domingos Luís, seguimos pela rua Pedro Cacunda (outra subida menos íngreme, mas bem maior que a anterior. Cuidado que engana...) e adentramos a avenida Luís Dumont Villares até chegada no SESC. Nesse último trecho temos um ‘grampo’, formado na rua Viri, para que se completasse essa ‘perna’ em 3km. A prova completa de 6km compõe-se em duas voltas nesse circuito.


O clima estava frio e corri respirando forte o ar gélido, que deixou o portuguesinho com pulmões prejudicados (acompanhando o restante do corpo), mesmo correndo com blusa de manga comprida, que me deu alguma proteção. A largada se deu às 08:00 e o pórtico, como sempre, bem apertado, que prejudicou a saída dos corredores. Esse é um ponto negativo muito comum em muitas provas e muito fácil de consertar. Entretanto tudo está como dantes no quartel d’Abrantes. A subida, logo de cara na primeira ‘perna’, deu para agüentar, entretanto percebi como estava distante dos demais colegas. O Reginaldo Ilário deu uma esticada na subida, que a diferença em metros entre nós aumentava tanto, tanto, que desencantou esse pobre escriba. Era uma romiseta tentando subir ao lado de uma Ferrari. Hilário. E o pior ainda estava por vir. A pá de cal foi a (ultra)passagem do Clóvis. Explico. No dia anterior o encontrei no SESC retirando o numeral. Ele estava mancando, pois havia torcido o tornozelo. Isso não foi suficiente para impedir que ele me impusesse mais essa humilhação (senti que ele deu um sorrisinho irônico na passagem, mas deixa para lá). A partir daí foi tentar não piorar.

Apesar disso, com toda humilhação e as rampas (precisa mais?) consegui um pace, apesar de não muito digno, de 5min/km. A segunda volta não foi pior (e nem dava para piorar, não é mesmo?) e continuei apanhando do frio, das rampas e dos colegas. Nessa volta tirei a camiseta, usei um posto de hidratação e apertei em muito a respiração, já ofegante. O radiador português havia começado a ferver. Daí o Jacoto veio e também não perdou a romiseta lusa. Amigos, amigos, corridas à parte, ele também passou o portuguesinho numa boa (pleonasmo...). Paciência. Fechei os 6km em 29m:47s, líquidos, classificado em 108/414 lugar no geral e 20/70 lugar na categoria.

No fim retirei meu kit de chegada contendo uma caixinha de suco, uma maçã e um sanduíche. E tudo isso bem tranqüilo. Tenho comigo que ainda faltou dar uma incrementada na prenda. A taxa aumentou 60% e não houve melhora proporcional, MAS MESMO ASSIM ainda continua sendo uma excelente prova (quem dera que todas as provas tivessem somente esses defeitos...). Ano que vem marquem esse evento no seu calendário. Recomendo (olha que dificilmente faço tal observação). Por fim, como toda prova do SESC, foi tudo bem organizado com staff muito atuante. Só acho que essa de entregar o numeral num dia e o chip no outro foi desnecessário, entretanto não tenho conhecimento do porquê desse procedimento. Cabe pesquisar melhor isso, para uma opinião mais balizada. A medalha não harmonizou como restante do evento, mas a camiseta, como sempre, valeu cada real.

Entre altos e baixos o bom foi encontrar alguns combatentes: Clebão, que correu com seu pai; o Carlão que trouxe esposa e filho (e o cunhado também, aff...); Colucci; Clóvis (que me humilhou, mas isso é outra história); Riso, gente finíssima, Diego Ciarrochi, nosso colega triatleta; Marcão, fiel ‘hermano’; Fernando Lemes; Sr. Nelson (garoto!) e Jacoto, combatente de todas as horas. Muito bom isso. Na verdade acho eu que isso vale tanto quanto correr. No esporte as pessoas expõem o seu melhor, em todos os sentidos (Ainda vão fazer uma tese sobre isso).

Entre os atletas de ponta a premiação não foi lá essas coisas, apesar de que não era o intuito da prova promover o SESC, pelo contrário, era promover a atividade física. Foram entregues troféus para os 3 melhores colocados e no Geral e na categoria dos Comerciários, isso tanto masculino como feminino. O resultado está no sítio da cronoserv. Eis o resultado oficial: 1° Gilmar Souza de Almeida, 20m:25s; 2° Nelson Korb, 20m:26s; 3° Antonio Cesar Rolha da Silva, 20m:37s; 4° Renilto Batista dos Santos, 21m:31s; 5° Roberto Marques dos Santos, 21m:38s. Peneirando alguns resultados, transcrevo alguns. No geral: 23° Reginaldo dos Santos Ilário, 23m:36s (3° categoria); 27° Daniela Braz do Nascimento, 34m:27s; 28° Marco Antonio de Oliveira, 24m:51s (1° categoria); 75° Clóvis Claudino Bento, 27m:54s; 98° Marcelo Jacoto, 29m:20s. Na categoria comerciários tivemos ainda: 13° Carlos Eduardo Batista de Oliveira (Carlão), 24m:06s; 43° Max Stewers Oliveira, 27m:40s; 50° Ricardo Tadeu Riso, 28m:03s; 52° Diego da Silva Ciarrocchi, 28m:13s; 55° Antonio Carlos Rocha Colucci, 28m:20s; 215° Djair Correia da Silva, 34m:28s; 221° Cleber Wilker (Clebão), 34m:42s; 65° Paulo Eduardo Carvalho Moreira, 28m:56s.

Pessoal das corridas dia 09/07/2010, feriadão em São Paulo, pela comemoração da Revolução Constitucionalista de 1932, tivemos a 3ª edição da Super 9km, no Autódromo de Interlagos. As inscrições eram feitas pelo sítio www.yescom.com.br, com opções de 9km e 4,5km, que atingiu, segundo os organizadores, 3.000 participantes. A retirada do chip e numeral se deu nos dias 07/07, das 11:00 às 21:00 e 08/07, das 11:00 às 17:00, na loja Centauro do Shopping Eldorado. O autódromo de Interlagos, com nome oficial de José Carlos Pace, está localizado na junção da Avenida Interlagos com a Avenida Senador Teotônio Vilela, bairro de Interlagos, zona sul da capital paulista.

Para chegar no autódromo, segui numa reta só dos E. U. de Vila Maria até Interlagos, no Brasil: Av. Tiradentes, Av. Prestes Maia, Av. Vinte Tres de Maio, Av. Rubem Berta, Av. Moreira Guimarães, Av. Washington Luis e Av. Interlagos. Passando a ponte Jurubatuba, o autódromo fica do lado esquerdo em fretne a praça Enzo Ferrari. A entrada foi pelo portão 7, na Teotônio Vilela. O problema logo de cara foi o batalhão de flanelinhas que invadiu a avenida a captura de suas vítimas. Eu passei uns 300 metros dessa horda e estacionei tranquilamente.

Como em 2009, o clima foi neutro, nada de frio nem calor, assim os postos de hidratação foram mais que suficientes, e, também como 2009, passei batido em todos, tentando ganhar alguns míseros segundos. O percurso de 9km foi constituído de 2 voltas de 4,5km. Tendo a pista aproximadamente 4,3km, incluiu-se uma ‘chicana’ para completar a distância. O trajeto comporta duas subidas fortes, sendo que a última, no final do circuito e dá acesso a reta dos boxes, é dose para leão. Devido as minhas insônias que já perduram mais de uma semana, estiquei hora de acordar. (está sendo assim nesse período e quem sabe se o combatente se exercitando, ajuda a sair dessa).

Fui trotando do carro até o autódromo e, ao adentrar a área de largada, percebi um vazio estranho. Explicação: já haviam largado a mais de 5 minutos! Continuei trotando e cruzei a linha de largada com 5m:22s de “bola rolando...”. Pois bem, como de praxe tento com essas poucas letras passar a imagem de como é correr a pé neste autódromo: primeira curva à esquerda (primeira perna do 'S do Senna') e mais uma curva à direita (segunda perna), todo esse trecho em descida. Alcanço a 'curva do Sol' à esquerda continuando descendo e ganho a 'Reta Oposta'. No final da reta, novo declive, adentrando a curva da ‘Descida do Lago’ (se tem algum lago ali, eu não vi!), viro a esquerda. Nova fase descendente, agora na ‘Zona do Mergulho’ até a ‘curva da Ferradura’, trecho de subida. Faço a curva para a direita e continuo subindo. Chego a ‘curva da Laranjinha’, à direita e novo trecho de descida. Sigo e pego a ‘curva do Pinheirinho’, à esquerda. Pequeno trecho de subida até a curva do ‘Bico de Pato’, essa bem fechada. Nova guinada à esquerda e vejo a ‘curva da Junção’. Aí, como dizem, o bicho pegou, pois cheguei na 'Subida dos Boxes', essa que eu falei que derruba o combatente. Cruzo a primeira volta à frente das arquibancadas principais. Começa tudo de novo, agora com mais dificuldade, posto que a carcaça de frango já está em ‘frangalhos’ (trocadilho infame, eu sei...).

Meu histórico em Interlagos está ficando cada vez pior. Estou tal qual o piloto luso de Fórmula 1: Thiago “Vagaroso” Monteiro. Aliás, Portugal, ao que me parece, não teve infelizmente um corredor de ponta na Fórmula 1. A melhor recordação vem de Pedro Lamy. Assim se depender desse que vos escreve a equipe lusa não terá representante à altura em Interlagos. falar de Lamy me remete ao fatídico GP Imola de 1994, do falecimento do Grande Ayrton Senna. Nesse dia o carro do piloto J. J. Letho, da Benetton, ‘morre’ na largada e Lamy o acerta violentamente. Os destroços dos carros acertam 4 espectadores, que foram levados ao hospital. Mais adiante, em treino em Silverstone, Lamy perde o controle do carro e também bate com violência: quebra das duas pernas. Pista e velocidade não dão liga aos lusos. Agora está explicado: 2008- 41m:17s; 2009- 44m:47s e 2010- 47m:44s. É estou bem “vagaroso” mesmo... Já Thiago “Vagaroso” Monteiro (o original) em sua passagem em 2005 teve marcas interessantes: melhor posição de um português na Fórmula 1: 3º lugar na Grande Prêmio EUA e primeiro estreante na história da Fórmula 1 a concluir 16 provas consecutivas.

Voltando a Interlagos, no histórico da organização temos as camisetas de mangas compridas: 2008: rosa, 2009: azul turquesa e 2010: amarelo gema de ovo. A falta de imaginação do pessoal é impressionante. A medalha desse ano melhorou, acho que foi a melhor de todas as 3 edições. O kit de ‘largada’ foi bem pobre, a camiseta e... só, mais nada, entretanto esteve compatível com a taxa de inscrição: R$ 30,00. Para corridas em Sampa, do jeito que está a carestia pedestriânica (termo novo da língua portuguesa, rs), está bem em conta. O kit de ‘chegada’ veio com isotônico, uma barrinha de cereal (micro barrinha por sinal), pacote de mini torrones e caixa com 100g de bombons com recheio de amendoim. Tudo da Montevérgine, patrocinador master do evento. Pelo visto as frutas não aparecem mais nas provas da Yescom. Tudo pela praticidade, que até se entende, mas pelo menos os dois últimos itens dos três do kit não continham glúten, liberado para mim. Por outro lado dos produtos industrializados prefiro os da Montevérgine, pois me parecem mais saudáveis (a conferir...)

Na saída da pista, quando adentrei os boxes (putz, pareço mesmo um piloto!) encontrei um colega da PlayTeam Luis Eduardo e mais adiante o Gilmar. Comentei sobre o desempenho do Renílson, em 3° no geral 9km, e ele me disse que tinha ficado em 5° no geral 4,5km e sua esposa Ednéia em 5° no geral 9km. O interessante da coisa é que Gilmar, Ednéia e Renílson moram todos juntos, treinam juntos e disputam provas juntos. É uma simbiose esportiva de primeira qualidade. Eu sou suspeito, pois sou fã do Renílson, “o destruidor”, como se auto intitula.

Pois bem, falando de corredores de verdade informo que a vitória de 2010 ficou nas mãos (ou nos pés?) de Urias Yostaque de Lima. O combatente ‘sortudo’ correu com numeral 13 e estava retornando de uma lesão no tendão da perna direita que o afetou nos últimos três anos. "Esse é um ano que eu venho me sentindo melhor, consegui e encaixar o treino, apesar de ainda sentir um pouco de dor". Em mais outra curiosidade, percebam que o pódio dos 9km masculino foram os mesmos corredores só com inversão de posições, uma ‘panelinha’ de respeito. O recorde da prova de 9km ainda pertence a Célio Falcão, na primeira edição, em 2008, com 27m:06s. 9K masc.: 1. Urias Yostaque de Lima (3°/2009), 27m:57s; 2. Marildo José Barduco(2°/2009), 28m:09s; 3. Renilson Vitorino da Silva(1°/2009), 28m:27s; 4. Jailson Araújo dos Santos, 28m:32s; 5. Gilberto da Silva Roque, 28m:40s. 9K femin.: 1. Maria Bernadete Cabral, 34m:09s; 2. Joelma da Silva Gomes(1°/2009), 35m:12s; 3. Andreia Keilla Galvão Lemes, 36m:58s; 4. Nilzete Ribeiro Martins, 37m:05s; 5. Edneia Gomes Costa, 38m:44s. 4,5K masc.: 1. Rodrigo Lopes Sabino, 15m:05s; 2. Leandro Aparecido Fernandes, 15m:14s; 3. Lucivaldo Assunção Silva, 15m:19s; 4. João da Silva Rodrigues (3°/2009), 15m:34s; 5. Gilmar Rodrigues, 15m:43s. 4,5K femin.: 1. Sandra de Matos, 21m:39s; 2. Edilene Guimarães Marques, 22m:52s; 3. Vanicleide dos Santos Luko, 23m:38s; 4. Cosmerina Angélica da Silva, 23m:54s; 5. Jacira Simões Patrocínio (11°/2009), 24m:17s.

Pessoal das corridas eis o resumo de corridas de 17/07 a 18/07/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

DOMINGO
Maratona do Rio de Janeiro/RJ
Circ. Corridas Athenas - 2ª etapa – EXPO Transamérica
Circ. Corridas Prefeitura São Paulo - Vila Prudente
Circ. Corridas da CAIXA – estádio do Pacaembú
Circ. Corridas de Limeira/SP - 6ª etapa
Corrida dos Bombeiros– Ribeirão Preto/SP
Circ. Corridas Série Delta – Campinas/SP - 2ª etapa
Corrida de Aniversário de São José dos Campos/SP

Pessoal das corridas nesse dia 04/07/2010 participei da 15 edição da Corrida Corpore Bombeiros, com seus 10 quilômetros distribuídos nas imediações do Museu do Ipiranga/SP. Para chegar ao local da prova foi seguir pela avenida do Estado e sair pela avenida Dom Pedro I até o final. As inscrições on-line eram efetivadas pelo sítio www.corpore.com.br e numeral e chip foram retirados no dia e local da prova.

Como disse anteriormente essa corrida é parte integrante das comemorações do Dia do Bombeiro, em 2 de julho, e muita festa com diversos eventos no Museu do Ipiranga, com muitas viaturas antigas e a exposição de diversos equipamentos utilizados pelos bombeiros. A premiação é baixa, mas a prova tem charme especial.

Pois bem, completei exatamente 1 mês de inatividade, posto que minha última saída da inércia foi uma prova em Interlagos, no dia 04/06/2010, depois nem treinos. Eu estava tão desligado de correr, que só me lembrei da prova no sábado à noite. Arrumei as tralhas na sala e fui descansar próximo das 23:00. Acordei na manhã de domingo e saí rapidamente, sem café-da-manhã, mas levei junto um sache de gel para garantir. Cheguei ao Museu do Ipiranga e me deparei com uma surpresa: ausência dos flanelinhas. Ou dei sorte ou eles sumiram mesmo (ressaca da Copa?).

Retirei meu numeral e chip e me dirigi a baia de largada. Minha pulseira indicava devidamente meu lugar: pulseira preta era no fim do final da largada. Demorei 7 minutos depois da ‘vuvuzela’ tocar, para efetivamente cruzar a linha de largada, que se deu às 08:00 pontualmente, ao lado do referido museu. Como curiosidade tivemos mais de uma centena de bombeiros alinhados para correr a prova. Muito legal.

Tempo frio e sem sol, e lá vai o portuguesinho. Nos primeiros metros recebi incentivo do Professor Augusto da ‘Corre Brasil’, que foi muito bem vindo. Fui na velocidade da ‘manada’ e fiz o primeiro quilômetro em 5m:22s. Putz! Deu um desânimo pessoal... Mais a frente, cruzei com o combatente Cleber Winkler, gente finíssima. Tanto eu como ele estamos passando por um período de abstinência de treinamento. Clebão (como é conhecido) é (ou era) um sub-45m que eu tentava a todo custo alcançar, sem sucesso lógico. Deixei-o para trás tentando descontar a diferença perdida.

Com o frio e percurso tranqüilo passei batido, até o final, em todos os pontos de hidratação, que ajudou a ganhar alguns segundinhos. Fui indo, fui indo, mas quando cheguei na subida da avenida Nazaré, apertou um pouco para o lado do português. Cansaço eu não senti, mas o peito estava pesado e não conseguia respirar com liberdade. Talvez fosse o ar frio.

O percurso não foi tiro mortal no combatente, mas foi um ingrediente a mais. Nem mesmo o sache de gel eu gastei, economizei-o para uma execução de prova mais decente. (Não. Não foi pãodurismo desse portuga, creiam...). Fiz o percurso sem andar um metro sequer, nem mesmo na subida da Nazaré. Não é nada, não é nada... não é nada mesmo.

Terminei a prova, cansado e respirando forte, com o peito apertado. Nem mesmo o pique final eu dei. O legal do momento foi escutar no final uma banda cantando e tocando ao vivo a música no Rappa: “valeu à pena”. Acho que veio bem a calhar. O tempo não foi lá essas coisas, aliás foi um dos piores desse semestre: 53m:42s. Bem, como disse o grande poeta português Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena...

Na retirada de kit de chegada encontrei o combatente Guilherme Maio, que, aliás, já estava de saída. Comentei sobre o desempenho sofrível devido a falta de treinos. Ele para me consolar me veio com a tal “memória muscular” que irá me ajudar, mas acho que estou com “amnésia muscular”, isso sim! No pé direito acima do calcanhar novamente ferido pelo tênis do pé esquerdo. Tal situação está se tornando recorrente. Vamos ver combatente Guilherme, se me “lembro” de correr... le temps nous dira.

Tivemos isotônico ao final, com sanduíche, iogurte, maça, banana e um torrone “gigante”. A organização esteve dentro do que chamo de ‘padrão Corpore’, sem ressalvas. A medalha com mesmo desenho das anteriores, muita boa. A camiseta de manga longa é outro atrativo. Muitos corredores participam da prova com as camisetas das edições anteriores, que não é comum em outras corridas.

Quanto ao evento do dia dos bombeiros, foi outro show à parte. Membros da polícia militar, os bombeiros são muito respeitados pela população, acho que isso se dá no mundo inteiro. Além das fotos das viaturas antigas, as pessoas tiravam fotos aos montes com os bombeiros, que confirma o respeito com esses policiais. Algumas crianças usavam bonés dos bombeiros e ainda batiam continência. Muito legal, não é mesmo?

Tentei encontrar o combatente Fabio Namiuti nessa área, sabendo que ele curte boas fotos, entretanto não tive sucesso. Sobre alguns colegas temos os melhores classificados: José Maria dos Santos, 37m:34s; Reginaldo dos Santos Ilário, 38m:25s; Marco Antonio de Oliveira (Marcão), 39m:26s; Jaílson Ribeiro Lima, 39m:39s; Richard Belmar Latansa, 39m:55s; Jefferson Santos Andrade, 39m:58s; Antonio Carlos Vieira (Toninho), 40m:03s; Antônio Fernandes da Costa, 40m:04s; Geraldo Nascimento Oliveira, 41m:00s; Leandro Mário da Silva, 41m:27s; Sidnei Wunderlick, 41m:36s; Leonardo de Morais Marostegam, 42m:37s; Fábio Rogério Silveira Namiuti, 53m:29s (menção honrosa).

Eis a classificação oficial: 1. Sivaldo Santos Viana, 31m:09s; 2. Fábio do Nascimento, 31m:22s; 3. Urias Yostaque de Lima, 31m:28s; 4. Francisco das Chagas Bezerra, 31m:33s; 5. Marildo José Barduco, 31m:52s. Destaque para
Valquiria Milaine Martins, com tempo de 39m:41s ficou com 3ª colocação no geral feminino.

Próxima prova será o retorno ao Autódromo de Interlagos, depois de 5 semanas. Isto é, como canta o Rappa na música na chegada da prova: “Se meus joelhos não doessem mais...” e quem sabe com um treino na segunda-feira.




Pessoal das corridas dia 04/07/2010 teremos a 15 edição da Corrida Corpore Bombeiros, com seus 10 quilômetros distribuídos nas imediações do Museu do Ipiranga/SP. As inscrições on-line eram efetivadas pelo sítio www.corpore.com.br, com taxas de R$ 50,00 para associados e R$ 65,00 para não associados. O numeral e chip serão retirados pouco antes da prova. Essa corrida é parte integrante das comemorações do Dia do Bombeiro, em 2 de julho. A prova terá, como sempre, muitas viaturas antigas e a exposição de diversos equipamentos utilizados pelos bombeiros. Por isso tragam as máquinas fotográficas. O percurso não é muito perverso... até chegar na subida da avenida Nazaré, onde em menos de 1km se sobe 30 metros. Entretanto esse é o único trecho em aclive. A camiseta é também atração à parte, de manga comprida (normalmente). A premiação, entretanto, é muito limitada e ainda em vale compras, no money: 1º lugar R$ 500,00; 2º lugar R$ 300,00 e 3º lugar R$ 200,00. E só...
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Ano passado a equipe PlayTeam fez barba e cabelo faturando primeiro lugar no masculino e feminino com Renilson Vitorino da Silva, 31m:16s e Angelina das Graças Rafael, com 39m:01s. Os combatentes ‘mortais’ foram: Marciano Augusto Jorge da Silva, 32m:39s; Jose da Silva Xavier, 35m:43s; José Maria dos Santos, 37m:38s; Leandro Mario da Silva, 38m:09s; Reginaldo dos Santos Ilário; 38m:38s; Jaílson Ribeiro Lima, 38m:45s; Geraldo Nascimento Oliveira, 38m:40s; Marco Antonio de Oliveira, 38m:56s; Américo Gabriel Salles, 39m:13s; Antônio Fernandes da Costa, 39m:27s e Antonio Carlos Vieira (Toninho), 39m:32s.

Voltando ao campeão do ano passado, em entrevista a Corpore, Renílson destacou que: “... do início ao final da prova eu procurei me manter entres os cinco primeiros, sempre estudando qual adversário ia 'puxar' primeiro e na reta final procurei manter um ritmo mais forte e consegui a vitória”. Eta baiano arretado! Espero todos por lá.