Pessoal das corridas eis o resumo das corridas de 04/09 a 07/09/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.
SÁBADO
3ª Corrida Pedestre "Eu Quero a Paz" – Piracicaba/SP
DOMINGO
Circ. Corridas Prefeitura São Paulo – Butantã
Circ. Corridas Amigos da Riviera – Bertioga/SP
2ª Corrida da Emancipação – Pitangueiras/SP
Prova Pedestre Capivari Clube – Capivari/SP
10 km Tia Jô – Cubatão/SP
TERÇA (FERIADO)
IX Troféu Independência do Brasil – Ipiranga
Circ. Corridas para Viver Bem – Campinas/SP
X Volta da Independência – Campinas/SP
Circ. Corridas de Guararema/SP
Circ. Corridas de Salto/SP
Retornando ao evento, informo que a premiação consistiu em troféus para os 5 primeiros só para os 10km, e só... O percurso de 10km segue o trajeto padrão das corridas no Ibirapuera, sendo que até 2004 a prova continha somente 7km. Atualmente contornamos parte do Parque Ibirapuera, percorrendo a Av. República do Líbano (desde a Praça Cidade de Milão), Av. Pedro Álvares, Av. Rubem Berta (até Viaduto Onze de Junho). O recorde da prova, no percurso de 10km, pertence ao queniano Chemwolo Kiprono Mutai, já falecido, com tempo de 29m:41s estabelecidos em 2008. Aliás, Mutai é o único atleta a fazer prova abaixo de 30 minutos.
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Cheguei na prova bem cedo e mesmo assim os flanelinhas estavam atuando sem serem incomodados. Estacionei a uns 6 quarteirões da Assembléia Legislativa. Tempo fechado e temperatura baixa deram o tom nos trajes de prova. No sábado à noite havia corrido 5km no elevado, prova do SESC, mas não me considerava cansado pelo esforço e sim pelas poucas horas de sono. Retirei meu chip e numeral e fui a tenda da Corre Brasil, do professor Augusto. As tendas ficaram instaladas no pátio do Comando Militar do Sudoeste, na Rua Manoel da Nóbrega, ao lado da Assembléia Legislativa. Fiquei por ali até a largada, marcada para às 07:15, diferente das 08:00 de 2009. Eu gostei. Ao sair da tenda ouvi o tiro de canhão, que liberou os atletas para corrida. Sozinho, cruzei a linha sem pressão, o que por um lado é bom, mas não dá aquela ‘pilha’ necessária para forçar ‘psicologicamente’ o combatente. Pelo menos para esse que vos escreve.Até o segundo quilômetro a coisa não flui, tanto pelo meu pace normal, quanto pela muvuca do pessoal. Nas subidas da ‘Rubem Berta é que senti mais. Fechei a prova em 49m:50s, sendo que em 2009 foi em 46m:02s. Uma decadência sem igual. Parece que no frio e pisos planos e retos a ‘carcaça de grilo’ ainda resiste. Poderia se questionar sobre a corrida da noite anterior, mas de certo não teve repercussão no desempenho (?) da prova. Ainda preciso ir à academia, mesmo que sem frequencia, pois como enfatizei em relatos passados, dá um resultado significativo. Nos tempos áureos era ‘ferro nas pernas’ todo dia. Outra diferença de 2009 para 2010, é que não fui receber o troféu transitório da PlayTeam, ou seja, nada de glórias nessa edição de 2010.
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O kit de chegada continha gatorade, sanduíche de peru, maçã, banana, uma barra de cereal, um iogurte. A camiseta eu guardei, posto ser de manga comprida. A medalha pelo menos melhorou, pois a do ano passado estava muito esquisita. A organização da Corpore esteve sem falhas, pelo menos no que percebi. O tempo frio ajudou também.
A classificação oficial ficou assim: 1. Adriano da Silva Soares, 31m:18s; 2. Fabio do Nascimento, 31m:21s; 3. Domingos Jesus Freitas, 31m:32s; 4. Urias Yostaque de Lima, 31m:35s; 5. Naval Freitas, 31m:39s. Os melhores colegas classificados foram: José Maria dos Santos, 37m:08s; Geraldo Nascimento Oliveira, 37m:55s; Marco Antonio de Oliveira (Los hermanos), 39m:15s; Antônio Fernandes da Costa, 39m:53s; Antonio Carlos Vieira (Los Hermanos), 40m:08s; Sidney Gonçalves da Silva, 40m:33s; Paulo Augusto Viana dos Santos (Los Hermanos), 40m:33s; Leandro Mario da Silva (Los Hermanos), 40m:43s; João Ricardo Rocha Colucci, 42m:08s; Elson Akio Otake, 43m:05s; Djackson Vieira Silva, 43m:28s; Sinesio Padovezi, 46m:45s.

O kit de chegada continha gatorade, sanduíche de peru, maçã, banana, uma barra de cereal, um iogurte. A camiseta eu guardei, posto ser de manga comprida. A medalha pelo menos melhorou, pois a do ano passado estava muito esquisita. A organização da Corpore esteve sem falhas, pelo menos no que percebi. O tempo frio ajudou também.
A classificação oficial ficou assim: 1. Adriano da Silva Soares, 31m:18s; 2. Fabio do Nascimento, 31m:21s; 3. Domingos Jesus Freitas, 31m:32s; 4. Urias Yostaque de Lima, 31m:35s; 5. Naval Freitas, 31m:39s. Os melhores colegas classificados foram: José Maria dos Santos, 37m:08s; Geraldo Nascimento Oliveira, 37m:55s; Marco Antonio de Oliveira (Los hermanos), 39m:15s; Antônio Fernandes da Costa, 39m:53s; Antonio Carlos Vieira (Los Hermanos), 40m:08s; Sidney Gonçalves da Silva, 40m:33s; Paulo Augusto Viana dos Santos (Los Hermanos), 40m:33s; Leandro Mario da Silva (Los Hermanos), 40m:43s; João Ricardo Rocha Colucci, 42m:08s; Elson Akio Otake, 43m:05s; Djackson Vieira Silva, 43m:28s; Sinesio Padovezi, 46m:45s.
O percurso, segundo o regulamento, apontava 6km, entretanto só tivemos 5km. O SESC me deve R$ 5,00. A retirada do numeral (n° 987) e chip se deu no dia da prova e, segundo o regulamento, poderia ser feito até às 20:00. Essa determinação não foi respeitada, posto que até pouco antes da prova eram retirados. Alguns chegaram cedo temendo ser impedido de participar do evento. Outros foram à tarde, com todos os inconvenientes, para retornar à noite, caso do colega Carlão. A largada, segundo o regulamento, seria às 22:30, entretanto houve por volta de 15 minutos de atraso. Por ser uma prova “SESC” tivemos muitos inconvenientes, não com gravidade, mas macula o que o circuito do SESC tem de bom: credibilidade e cuidado com o corredor. Cabe ao SESC, acho eu, uma reflexão sobre essas ocorrências.
Como dito pouco mais de 1.000 corredores cruzaram a linha de chegada, entretanto o evento atraiu muita gente. Por ser prova do SESC, por ser prova noturna e por ser prova perto de uma região bem servida de atividades culturais e gastronômicas. O colega Diego, antes de ir para corrida, até aproveitou para fazer seu ‘jantar de massas’ com a esposa. O prédio do SESC estava fervilhando, também porque havia outros eventos, mas a muvuca da corrida era majoritária.
Cheguei ao SESC pouco mais das 21:00, já ressabiado com a retirada do chip e numeral, entretanto tudo se deu com maior tranqüilidade. Lá encontrei com colegas Clóvis, Carlão, Marcelo Jacoto e o Cleber, dentre outros. Ficamos a conversar até nossa ida ao elevado Costa e Silva, que se deu com acompanhamento do pessoal da organização. A cada pequeno trecho havia alguém do staff orientando desde o trajeto a seguir até a travessia das ruas. Esse é o item que o SESC mais trata: cuidado com os participantes.
Saímos do SESC Consolação e chegamos ao local da largada, sobre o elevado Costa e Silva. A largada estava prevista para às 22:30, mas tivemos um atraso, de aproximadamente 15 minutos. ACHO EU, que teve haver com a travessia do SESC até o elevado, assim, talvez, a organização aguardou a chegada da última remessa de corredores. Os colegas se posicionaram mais à frente, perto da largada, enquanto eu e Cleber ficamos mais atrás. Dada a largada saí com tranqüilidade (ou lerdeza mesmo), sem arroubos ‘boltianos’.
Os prometidos 6km se materializaram em 5km, todos sobre o elevado. Foram 2,5km para adiante e retorno de 2,5km, com um posto de hidratação. Com o frio que fazia (não tanto quanto semana passada), foi mais que suficiente. Eu mesmo, como na semana passada, não tomei nenhuma gota durante a prova. O controle do pace por quilômetro ficou prejudicado, devido eu ter esquecido o cronômetro. O primeiro quilômetro foi na velocidade da ‘manada’ e os demais foram na velocidade da ‘respiração’. Como o percurso não apresentava desafios, o mais foi na tentativa de acelerar o que pudesse posto já ter perdido tempo no começo.
Durante a prova eu e meus colegas tínhamos a informação que seriam 6km. Ao cruzar o 4km, avistei ao longe luzes piscantes, que, em tese, deveriam estar no final do percurso, no 6km. Eram do final do percurso, mas estavam no 5km. Segundo Diego, estavam no 5,2km. Fiz um sprint não muito forte e cruzei a linha de chegada, perguntando sobre o sexto quilômetro. Terminei a prova em 23m:41s (4m:44s/km ) classificado em 39°/156 na geral (não associado) e 7°/24 na categoria. Fato consumado, o melhor era ir embora e descansar. No ínterim do caminho de volta encontro o Marcelo Jacoto e discutimos o ‘sumiço’ do sexto quilometro. Depois vendo no sítio do SESC, havia essa mudança para 5km.
Chegando ao SESC peguei minhas coisas e fui para uma área onde podíamos receber uma foto instantânea, nos modelos das corridas da Track&Field. O kit de chegada continha uma maça e uma banana, frescas e muito deliciosas, coisa rara. Também nos deram isotônicos e uma barrinha de cereal. A camiseta preta de manga comprida, no estilo da prova do Centro Histórico. Acompanhado à camiseta uma sacolinha escura e bem prática, tudo dentro do estilo de “noturna”. A medalha não estava ruim não. Achei só de estilo diferente. A organização dessa primeira prova teve alguns inconvenientes, destacados no início, mas que não foram de alta relevância e de certo serão corrigidos para a próxima edição.
A premiação comportava troféus aos três primeiros classificados nas três categorias: geral, comerciário e funcionário. Troféus à parte eu também fui premiado, posto que na saída do SESC ‘cruzei’ com Grande Marílson Gomes dos Santos – GMGS – acompanhado da esposa. Cumprimentei ambos. Particularmente considero GMGS o maior corredor VIVO, pista ou rua, no hemisfério sul. Fui buscar a viatura e senti o peito chiando. O frio havia alvejado o combatente. A medida que o tempo passava parecia cada vez mais apertado. Chegando em casa foi banho bem quente e agasalhei-me bem. Uma boa refeição completou o processo pós prova. Demais foi dormir bem.
A classificação oficial ficou assim: 1. Leandro dos Santos Oliveira, 17m:08s; 2. Salvador Antonio Santos, 18m:12s; 3. Luis Carlos Barbosa da Silva, 18m:17s; 4. Delvam de Almeida, 19m:00s; 5. Eraldo Marques da Silva Júnior, 19m:37s. Os colegas melhores classificados foram: Carlos Alexandre Batista Ribeiro, 21m:35s; Ricardo Tadeu Riso, 21m:58s; Diego da Silva Ciarrocchi, 23m:31s; Paulo Eduardo Carvalho Moreira, 24m:17s; Marcelo Jacoto, 24m:34s; Cleber Wilker, 25m:47s.
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Durante o trajeto para casa a rádio toca 'Kashmir' do Led Zepplin, cuja música era tema do filme Godzilla, bicho lento e pesadão que se projeto pelos edifícios da cidade. A vida imita a arte.
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Pessoal das corridas eis o resumo das corridas de 28/08 a 29/08/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.
SABADO
Nigth Runners – Sertãozinho/SP
DOMINGO
Maratona de Quebec - Canadá
Maratona das Praias – Bertioga/SP
Circ. Corridas SESI – Parque Ecológico Tiête
Circ. Corridas Prefeitura São Paulo - São Miguel Paulista
Corporate Run – Jockey Clube de São Paulo
5ª Corrida de Juventus – Moóca
6ª Corrida TVB – Campinas/SP
5ª Corrida UNICEP – São Carlos/SP
Corrida do Soldado – Santo André/SP
2ª Corrida de Rua de Mogi das Cruzes/SP
Corrida da Igreja Metodista - Itaquaquecetuba/SP
Corrida Eugênio de Melo - São José dos Campos/SP
Circ. Corridas da Longevidade Bradesco - S J Rio Preto/SP
SABADO
Nigth Runners – Sertãozinho/SP
DOMINGO
Maratona de Quebec - Canadá
Maratona das Praias – Bertioga/SP
Circ. Corridas SESI – Parque Ecológico Tiête
Circ. Corridas Prefeitura São Paulo - São Miguel Paulista
Corporate Run – Jockey Clube de São Paulo
5ª Corrida de Juventus – Moóca
6ª Corrida TVB – Campinas/SP
5ª Corrida UNICEP – São Carlos/SP
Corrida do Soldado – Santo André/SP
2ª Corrida de Rua de Mogi das Cruzes/SP
Corrida da Igreja Metodista - Itaquaquecetuba/SP
Corrida Eugênio de Melo - São José dos Campos/SP
Circ. Corridas da Longevidade Bradesco - S J Rio Preto/SP
O percurso é totalmente plano, constituído de duas retas de 5km, perfeito para levantar o astral lusitano. O trajeto é todo na avenida Doutor Dib Sauaia Neto e a área de concentração foi na praça homônima que fica exatamente embaixo de uma ponte da rodovia Castello Branco. Olhando para cima você vê a rodovia suspensa a aproximadamente 30 metros de altura. Impressiona.
Cheguei ao local do evento aproximadamente às 17:00, e estacionar complicou um pouco, mas nada de flanelinhas. Retirei meu numeral (n.° 2811) e chip e fiz um aquecimento nas imediações. O tempo estava fechado e muito frio, mas muito mesmo! Para mim até que foi bom, pois consegui completar toda a prova sem utilizar posto de hidratação algum e sem sede.
A largada se deu às 17:30 tanto para os 10km quanto para os 5km. Pela minha observação tivemos uns 800 participantes no máximo. Desse modo, tudo estava bem a contento: percurso plano com duas retas, pouca gente e tempo gelado. Para uma “pós-sexta-feira-treze” era um cenário excelente. Com o resultado oficial tivemos a seguinte composição: 10km-M 252 corredores; 10km-F 60; 5km-F 119; 5km-M 200, ou seja, total de 571 concluintes.
Consegui alojar-me lá na frente na baia, devida o baixo quórum, bem próximo da linha de largada. Sai forte tentando ‘esquentar’ pois o frio estava cortando a pele. Primeiro quilômetro 4m:15s. Fiquei assustado, pois nem nos bons tempos a coisa andava bem assim. Infelizmente um grande grupo de corredores saíram “cortando” por dentro das rotatórias. Triste, mas faz parte da ‘cultura nacional’, infelizmente. Logo depois, antes do segundo quilômetro ser completado, um posto de hidratação. Próximo aos 2,5km o primeiro de dois retornos. A partir do terceiro quilômetro emparelhei com um corredor e fui par e passo com ele. A respiração ficou nos tradicionais “guinchos” até o final da prova.
Passei no 5km com marca de 23m:01s, que projetava um possível 46 minutos, recorde pós-2009. Fiquei super empolgado e como minha força não é física, mas emocional, se tornou mais um ingrediente positivo na prova. Aos “guinchos” fiz o segundo e último contorno, nos 7,5km, e meu coelho sumiu à frente. Cansado me concentrei em não deixar cair muito o ritmo.
Avistei o pórtico ao som do tema da vitória do Ayrton Senna. Pronto, era a pitada que faltava. Nos últimos 200 metros baixou Usain Bolt no gafanhoto lusitano. Fechei a prova em 46m:37s, 86/252 no geral e 14/36 na categoria, meu melhor tempo pós-2008 (Eita tempinho bom...). Foi só cruzar a linha e o pobre escriba quase caiu no chão com falta de ar. Nada de água nem de comer, a hora era de descansar e respirar.
Fui retirar o kit de chegada e para minha surpresa, mesmo com taxa de 70 pratas, nem uma barrinha de cereal. Tudo bem que o pessoal era das redondezas de Alphaville, bem alimentado e etc., mas não custava nada dar uma ‘merenda’ para os combatentes, não é mesmo? Esse, entretanto, foi o único reparo. Tudo foi muito organizado.
Medalha bem desenhada, a camiseta eu nem tirei do plástico, pois virará presente para a Mayumi. A prova tinha uma homenagem ao Japão, assim nada melhor que a prenda ir para uma legítima running kitigai. O problema agora é fazer a entrega. O percurso totalmente isolado e composto com dito de duas grandes retas de 5km e totalmente planas. Postos de hidratação à vontade, mais que necessário para o frio que tivemos. Eu mesmo não tomei uma só gota de água.
Gostei de tudo, exceto o picolé de vento oferecido pela organização. Provavelmente eu participarei das outras etapas, mas precavido trarei minha marmita pós prova. Quem me indicou o evento foi o Régis, na corrida do Centro Histórico. Ressalto os itens ‘preço’ e ‘custo-benefício’ dessas provas, pois passamos do tempo de 'ir à caça' delas. Felizmente temos muitos outros eventos, bem organizados, mais baratos e, consequentemente, mais democráticos. A atividade física é destacada pela mídia consumista, ávida a vender badulaques tecnológicos.
Diversão e saúde devem estar ao alcance de todos, e que as corridas pedestres não se tornem mais uma atividade cada vez mais elitizada. Pode parecer falácia desse portuguesinho, eu entendo, mas em cada prova escuto estórias de pessoas que tomaram novos rumos pela atividade física. Assim provas boas e com bom custo devem ser comentadas e indicadas, mesmo que 30 merréis a mais ou a menos, não faça falta para você (ou para mim... ou nós, sei lá...).
O resultado oficial foi de 1. João Carlos Ribeiro Cardoso, 31m:26s; 2. Djalma Santos Mariano, 32m:25s; 3. Vanderson da Fonseca, 33m:10s; 4. Raimundo Barbosa dos Santos, 33m:51s; 5. Cristiano Viana, 34m:00s. Pela Corre Brasil tivemos: 10km- 82°/252 - Paulo Eduardo Carvalho Moreira, 46m:30s e 5km- 96°/200 - Diogo Costa e Silva, 26m:50s.
Lendo livro “O profeta” de Khalil Gibran me deparei com um trecho que acho que cabe aos propósitos dos corredores, tanto aos ‘bons’ quanto aos ‘maus’. Abaixo transcrevo o trecho ipsis literis:
E um dos anciãos da cidade disse:
Fala-nos do Bem e do Mal.
E ele respondeu:
[...]
E um dos anciãos da cidade disse:
Fala-nos do Bem e do Mal.
E ele respondeu:
[...]
Sois bons quando caminhais para o vosso objetivo com passos firmes e corajosos.
Mas não sois maus quando andais mancando.
Mesmo aqueles que mancam não andam para trás.
Mas vós, que sois fortes e ligeiros, não mancais na frente dos mancos, julgando que isso é bondade.
Sois bons de incontestáveis formas, e não sois maus quando não sois bons,
Estais apenas atrasados e com preguiça.
É uma pena que os cervos não possam ensinar a velocidade às tartarugas.
Mas não sois maus quando andais mancando.
Mesmo aqueles que mancam não andam para trás.
Mas vós, que sois fortes e ligeiros, não mancais na frente dos mancos, julgando que isso é bondade.
Sois bons de incontestáveis formas, e não sois maus quando não sois bons,
Estais apenas atrasados e com preguiça.
É uma pena que os cervos não possam ensinar a velocidade às tartarugas.
Pessoal das corridas eis o resumo das corridas de 21/08 a 22/08/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.SÁBADO
Circ. Corridas do SESC – Elevado Costa e Silva
DOMINGO
Maratona de Edmonton – Canadá
Meia Maratona do Rio de Janeiro/RJ
Corrida Corpore Duque de Caxias – Ibirapuera
Circ. Corridas da Prefeitura de São Paulo – Casa Verde
11ª Corrida Matilat Nardini – Catanduva/SP
2ª Corrida Gazeta de Piracicaba – Piracicaba/SP
Circ. Corridas de Itapetininga – Itapetininga/SP
Circ. Corridas do Bar do Mané – Guaratinguetá/SP
3ª Corrida Solidária Academia Benvirá – Tremembé/SP
25ª Prova Pedestre Conceição de Barra Mansa – Morungaba/SP
Pessoal das corridas dia 08/08/2010 participei da 15ª edição da Corrida Corpore Centro Histórico. As inscrições eram feitas pelo sítio www.corpore.com.br, com indicação para 4.000 inscritos, entretanto a listagem de concluintes acusou 5.128 corredores. As inscrições da prova são tão disputadas que, segundo informações do professor Augusto da Corre Brasil, havia quase quatro mil pessoas aguardando vaga, ou seja, dava para fazer duas provas! Talvez explique esses mais de 5.000 concluintes devidamente inscritos.
Lembremos que a prova é, comparativamente, como Mônaco é para Fórmula 1: travada, estreita e sem chance de desenvolver uma marcha decente, ainda mais para quem larga atrás. Outra coincidência é o charme do evento, assim como os pilotos, mesmo com essas limitações, não perderiam disputar a corrida em Mônaco, do mesmo modo os corredores não perdem a disputa no Centro Histórico de Sampa, por nada.
O centro de São Paulo é o resumo da diversidade da cidade. Durante a prova passamos por uma papelaria na rua Xavier de Toledo, um mercadinho próximo ao largo de Santa Efigênia e um açougue em plena praça da Sé, marco zero da cidade. Passamos por restaurantes e lojas de todos tipos e também cruzamos com inúmeros tipos de pessoas. Entretanto as mazelas também se apresentaram: pessoas dormindo nas ruas, outras perambulando sem destino pelas calçadas esburacadas e sujas. A beleza e a feiúra da cidade se imiscuem de tal maneira que fazem de São Paulo ser única: odiada e amada. Tudo ao mesmo tempo. Paulista é muito engraçado, pois fala mal de São Paulo 24 horas por dia, mas se alguém de fora faz uma pequena observação negativa de Sampa, ele vira bicho. Falar mal de São Paulo é prerrogativa exclusiva de paulista.
Voltando a prova, destaco que o percurso foi todo no “centro velho” de São Paulo, cheio de mudanças de sentido. Percebam que é muita ‘quebrada’ para pouca quilometragem de distância. Saída pela rua Líbero Badaró, viaduto do Chá, praça Ramos de Azevedo, Teatro Municipal, rua Conselheiro Crispiniano, av. São João, av. Ipiranga, praça da República, rua Vinte Quatro de Maio, rua Xavier de Toledo, Metrô Anhangabaú, praça Dom José Gaspar, av. São Luis, praça Júlio de Mesquita, largo de Santa Efigênia, largo do Paissandú, viaduto Santa Efigênia, Metrô São Bento, rua Boa Vista, pátio do Colégio, Catedral da Sé, Metrô Sé, praça Joel Mendes, Fórum Central, viaduto Dona Paulínia, rua Maria Paula, viaduto Jacareí, viaduto Nove de Julho, rua Xavier de Toledo, chegando novamente à rua Líbero Badaró.
O recorde da prova, para os 9km, é de Marildo José Barduco, com 27m:39s estabelecidos em 2007. Pelos advogados tínhamos 6 vitórias em todas as 6 contendas do Dr. Arthur Rabay que, obviamente, também detém o recorde dos advogados na prova, com a marca de 32m:12s, também em 2007. Em 2010 também não foi diferente: Dr. Arthur Rabay se tornou heptacampeão do certame, vencendo com tempo de 32m:37s. Em segundo ficou nosso colega Paulo Fonseca, que havia terminado em terceiro em 2009.
A concentração da prova foi no vale do Anhangabaú, área em frente ao correio central, assim fui de carro até o metrô Luz e fiz a pé até o metro São Bento. Foram poucos minutos de caminhada e, no frio que estava, veio bem a calhar para esquentar a carcaça do combatente. Retirei meu numeral (21236) e chip, bem tranqüilo, sem alvoroço algum. Deixei minhas coisas na tenda do professor Augusto, me troquei e conversei com colegas. O clima de amizade estava muito bom e, por conta do dia dos pais, percebi que muitos trouxeram os filhos, com destaque para o “hermano” Toninho que trouxe o filho mais novo para debutar no asfalto. Como estou largando na baia do fim do final, fui tranquilamente para a área de largada, bem depois de todos saíram.
A largada se deu na rua Líbero Badaró, próximo ao largo do Café (Bovespa) pontualmente às 08:00, sob cantoria tradicional de um Tenor. São três postos ‘de música’: CLÁSSICA na largada, POP no meio e ROCK mais ao final. O tenor estava tão afiado que aguardei sua última cantoria para largar. Já na “boca da butija”, ao som de Tim Maia (Vou pedir pra você voltar...) iniciei a prova. Olhei no relógio do pórtico e percebi que já havia 9 minutos de prova! O grupo de pop, quando passei por ele, estava no Michael Jackson, mas muito mal. O grupo de rock, capitaneada por uma garota, a contrário mandou muito bem. Pena que nessa altura não dava para parar para apreciar.
Como de praxe, e saindo lá de trás, o melhor foi curtir os primeiros quilômetros sem estresse. As ruas estreitas e a muvuca maior que o comum ditou o ritmo do combatente. O Sr. Luis Eduardo, que havia ficado comigo alguns minutos acompanhando o tenor, disparou à frente. Eu estava tão tranqüilo que corri sem relógio, mas ainda assim deu para calcular o pace, sem muita precisão, pelas parciais dos marcadores de quilômetro. O corpo não incomodava, ainda mais imprimindo um ritmo suave, a respiração não estava forçada e o clima bem frio, tudo a contento. Com isso fiz a prova sem ter que utilizar de qualquer posto de hidratação. No 8km encontro o Régis (ou ele me encontrou, sei lá?), que fez a fineza de me acompanhar até o final. Sem cair em erro, Régis até ajudou o pobre escriba a melhorar o pace. Valeu Régis!
Cruzei a linha de chegada um pouco esbaforido, porém inteiro. Tomei um copo de isotônico e parecia que nem havia corrido. Peguei o resultado no sítio da Corpore: 45m:25s, que correspondeu a um pace de 05m:02s/km. Não é nada bom eu sei, mas o percurso não ajudou muito, em contrapartida o frio foi meu grande aliado. Essa semana fiz um longo de 25km em plena quarta-feira que rendeu mal estar que perdurou até quinta-feira. O corpo parece que não responde bem, mas mesmo assim tentarei outro na semana vindoura. As aulas na USP e na Universidade Ibirapuera começaram e o escritório continua bem, assim tempo disponível para treinos faltará certamente. O Universo também não pode ajustar tudo ao mesmo tempo para um único indivíduo. É pedir muito, não é mesmo? Estou com saúde para toda essa correria. Isso é mais do que mereço e, como sempre, agradeço.
Pelos corredores de elite tivemos a seguinte classificação: 1. Ivanildo Dias de Souza, 27m:42s (bicampeão 2010/2009); 2. Gilson Rodrigues de Miranda, 27m:43s; 3. Adriano da Silva Soares, 27m:52s; 4. Marildo José Barduco, 27m:57s (bicampeão 2008/2007); 5. Fábio do Nascimento, 28m:00s. Ivanildo teve excelente performance e ficou a 3 segundos do recorde de Barduco.
Os colegas melhores classificados que consegui peneirar foram: José Maria dos Santos, 33m:05s; Paulo Eduardo da Fonseca, 33m:57s (2° na geral dos advogados, só perdeu para o Dr. Rabay!); Reginaldo dos Santos Ilário, 34m:31s; Marco Antonio de Oliveira, 35m:12s; Antonio Carlos Vieira (Toninho), 35m:48s; Jaílson Ribeiro Lima, 35m:55s; Sidney Gonçalves da Silva, 36m:02s; Antônio Fernandes da Costa, 36m:52s; Leandro Mário da Silva, 36m:48s; Carlos Alexandre Batista Ribeiro (Carlão), 37m:46s; Max Stewers Oliveira, 38m:06s; Djackson Vieira Silva, 39m:19s; Elson Akio Otake, 39m:41s; Antonio Colucci, 40m:40s; Clayton Roberto Gonçalves, 40m:45s; Ricardo Tadeu Riso, 40m:57s; dentre tantos outros. Outro destaque foi a 1ª colocação na faixa etária da Jéssica Levadinha, com 38m:58s, sendo 13ª na geral.
A organização foi muito boa, sem qualquer reparo, entretanto não dá para fazer melhor apreciação pois esqueci todo o kit e medalha na tenda do professor Augusto. Dentro de alguns dias completo com mais impressões. Do mais, parabéns a todos os pais pelo dia de hoje. Valeu!
Lembremos que a prova é, comparativamente, como Mônaco é para Fórmula 1: travada, estreita e sem chance de desenvolver uma marcha decente, ainda mais para quem larga atrás. Outra coincidência é o charme do evento, assim como os pilotos, mesmo com essas limitações, não perderiam disputar a corrida em Mônaco, do mesmo modo os corredores não perdem a disputa no Centro Histórico de Sampa, por nada.
O centro de São Paulo é o resumo da diversidade da cidade. Durante a prova passamos por uma papelaria na rua Xavier de Toledo, um mercadinho próximo ao largo de Santa Efigênia e um açougue em plena praça da Sé, marco zero da cidade. Passamos por restaurantes e lojas de todos tipos e também cruzamos com inúmeros tipos de pessoas. Entretanto as mazelas também se apresentaram: pessoas dormindo nas ruas, outras perambulando sem destino pelas calçadas esburacadas e sujas. A beleza e a feiúra da cidade se imiscuem de tal maneira que fazem de São Paulo ser única: odiada e amada. Tudo ao mesmo tempo. Paulista é muito engraçado, pois fala mal de São Paulo 24 horas por dia, mas se alguém de fora faz uma pequena observação negativa de Sampa, ele vira bicho. Falar mal de São Paulo é prerrogativa exclusiva de paulista.
Voltando a prova, destaco que o percurso foi todo no “centro velho” de São Paulo, cheio de mudanças de sentido. Percebam que é muita ‘quebrada’ para pouca quilometragem de distância. Saída pela rua Líbero Badaró, viaduto do Chá, praça Ramos de Azevedo, Teatro Municipal, rua Conselheiro Crispiniano, av. São João, av. Ipiranga, praça da República, rua Vinte Quatro de Maio, rua Xavier de Toledo, Metrô Anhangabaú, praça Dom José Gaspar, av. São Luis, praça Júlio de Mesquita, largo de Santa Efigênia, largo do Paissandú, viaduto Santa Efigênia, Metrô São Bento, rua Boa Vista, pátio do Colégio, Catedral da Sé, Metrô Sé, praça Joel Mendes, Fórum Central, viaduto Dona Paulínia, rua Maria Paula, viaduto Jacareí, viaduto Nove de Julho, rua Xavier de Toledo, chegando novamente à rua Líbero Badaró.
O recorde da prova, para os 9km, é de Marildo José Barduco, com 27m:39s estabelecidos em 2007. Pelos advogados tínhamos 6 vitórias em todas as 6 contendas do Dr. Arthur Rabay que, obviamente, também detém o recorde dos advogados na prova, com a marca de 32m:12s, também em 2007. Em 2010 também não foi diferente: Dr. Arthur Rabay se tornou heptacampeão do certame, vencendo com tempo de 32m:37s. Em segundo ficou nosso colega Paulo Fonseca, que havia terminado em terceiro em 2009.
A concentração da prova foi no vale do Anhangabaú, área em frente ao correio central, assim fui de carro até o metrô Luz e fiz a pé até o metro São Bento. Foram poucos minutos de caminhada e, no frio que estava, veio bem a calhar para esquentar a carcaça do combatente. Retirei meu numeral (21236) e chip, bem tranqüilo, sem alvoroço algum. Deixei minhas coisas na tenda do professor Augusto, me troquei e conversei com colegas. O clima de amizade estava muito bom e, por conta do dia dos pais, percebi que muitos trouxeram os filhos, com destaque para o “hermano” Toninho que trouxe o filho mais novo para debutar no asfalto. Como estou largando na baia do fim do final, fui tranquilamente para a área de largada, bem depois de todos saíram.
A largada se deu na rua Líbero Badaró, próximo ao largo do Café (Bovespa) pontualmente às 08:00, sob cantoria tradicional de um Tenor. São três postos ‘de música’: CLÁSSICA na largada, POP no meio e ROCK mais ao final. O tenor estava tão afiado que aguardei sua última cantoria para largar. Já na “boca da butija”, ao som de Tim Maia (Vou pedir pra você voltar...) iniciei a prova. Olhei no relógio do pórtico e percebi que já havia 9 minutos de prova! O grupo de pop, quando passei por ele, estava no Michael Jackson, mas muito mal. O grupo de rock, capitaneada por uma garota, a contrário mandou muito bem. Pena que nessa altura não dava para parar para apreciar.
Como de praxe, e saindo lá de trás, o melhor foi curtir os primeiros quilômetros sem estresse. As ruas estreitas e a muvuca maior que o comum ditou o ritmo do combatente. O Sr. Luis Eduardo, que havia ficado comigo alguns minutos acompanhando o tenor, disparou à frente. Eu estava tão tranqüilo que corri sem relógio, mas ainda assim deu para calcular o pace, sem muita precisão, pelas parciais dos marcadores de quilômetro. O corpo não incomodava, ainda mais imprimindo um ritmo suave, a respiração não estava forçada e o clima bem frio, tudo a contento. Com isso fiz a prova sem ter que utilizar de qualquer posto de hidratação. No 8km encontro o Régis (ou ele me encontrou, sei lá?), que fez a fineza de me acompanhar até o final. Sem cair em erro, Régis até ajudou o pobre escriba a melhorar o pace. Valeu Régis!
Cruzei a linha de chegada um pouco esbaforido, porém inteiro. Tomei um copo de isotônico e parecia que nem havia corrido. Peguei o resultado no sítio da Corpore: 45m:25s, que correspondeu a um pace de 05m:02s/km. Não é nada bom eu sei, mas o percurso não ajudou muito, em contrapartida o frio foi meu grande aliado. Essa semana fiz um longo de 25km em plena quarta-feira que rendeu mal estar que perdurou até quinta-feira. O corpo parece que não responde bem, mas mesmo assim tentarei outro na semana vindoura. As aulas na USP e na Universidade Ibirapuera começaram e o escritório continua bem, assim tempo disponível para treinos faltará certamente. O Universo também não pode ajustar tudo ao mesmo tempo para um único indivíduo. É pedir muito, não é mesmo? Estou com saúde para toda essa correria. Isso é mais do que mereço e, como sempre, agradeço.
Pelos corredores de elite tivemos a seguinte classificação: 1. Ivanildo Dias de Souza, 27m:42s (bicampeão 2010/2009); 2. Gilson Rodrigues de Miranda, 27m:43s; 3. Adriano da Silva Soares, 27m:52s; 4. Marildo José Barduco, 27m:57s (bicampeão 2008/2007); 5. Fábio do Nascimento, 28m:00s. Ivanildo teve excelente performance e ficou a 3 segundos do recorde de Barduco.
Os colegas melhores classificados que consegui peneirar foram: José Maria dos Santos, 33m:05s; Paulo Eduardo da Fonseca, 33m:57s (2° na geral dos advogados, só perdeu para o Dr. Rabay!); Reginaldo dos Santos Ilário, 34m:31s; Marco Antonio de Oliveira, 35m:12s; Antonio Carlos Vieira (Toninho), 35m:48s; Jaílson Ribeiro Lima, 35m:55s; Sidney Gonçalves da Silva, 36m:02s; Antônio Fernandes da Costa, 36m:52s; Leandro Mário da Silva, 36m:48s; Carlos Alexandre Batista Ribeiro (Carlão), 37m:46s; Max Stewers Oliveira, 38m:06s; Djackson Vieira Silva, 39m:19s; Elson Akio Otake, 39m:41s; Antonio Colucci, 40m:40s; Clayton Roberto Gonçalves, 40m:45s; Ricardo Tadeu Riso, 40m:57s; dentre tantos outros. Outro destaque foi a 1ª colocação na faixa etária da Jéssica Levadinha, com 38m:58s, sendo 13ª na geral.
A organização foi muito boa, sem qualquer reparo, entretanto não dá para fazer melhor apreciação pois esqueci todo o kit e medalha na tenda do professor Augusto. Dentro de alguns dias completo com mais impressões. Do mais, parabéns a todos os pais pelo dia de hoje. Valeu!
Pessoal das corridas dia 15/08/2009 teremos 11ª edição Corrida Contra o Câncer de Mama, no Parque Ibirapuera, São Paulo/SP. O evento arrecada fundos para o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer - IBCC, além de promover a conscientização sobre os cuidados com a saúde da mulher e a detecção precoce da doença. Caso tenha interesse em fazer uma doação ao IBCC, basta acessar o sítio www.ibcc.org.br.As inscrições online podem ser feitas pelos sítios www.yescom.com.br e www.ibcc.org.br, taxa atual de R$ 40,00 (mesma de 2009!), limitada a 4.000 participantes na caminhada e 4.000 participantes na corrida. A entrega do kit será feita no dia 14/08/2009, véspera da prova, das 09:00h as 17:00h no Instituto Brasileiro de Controle do Câncer - Avenida Alcântara Machado, 2576 - Mooca.
Percurso de 5km é bem tranqüilo, ao redor de parte do Parque Ibirapuera, sendo que a caminhada contempla 4km. Ambas largam são às 08:10 em frente Assembléia Legislativa de São Paulo, situada à avenida Pedro Álvares Cabral, 201, seguindo posteriormente pela rua Manoel da Nóbrega, avenida República do Líbano até a rua João Lourenço, onde se retorna pela mesma avenida e passando novamente na Av. Pedro Álvares Cabral fazendo então o último retorno no Obelisco, passando pela mesma avenida até a Assembléia Legislativa. Mamão com açúcar...
A premiação é boa: 1°- R$ 3.000,00; 2°- R$ 2.000,00 e 3°- R$ 1.000,00, entretanto não haverá premiação por categoria. O que vale são duas coisas: para os amadores é participar e colaborar. Para os corredores mais destacados, além do premio em dinheiro, é a visibilidade. Muitos ‘famosos’ vão ao evento e atraem com isso parte da mídia. Pois é, eu como não sou bocó, fico bem escondido. Sabe-se se lá se o Kassab aparece em me multa, por conta da Lei Cidade Limpa. Eu hein?
A premiação é boa: 1°- R$ 3.000,00; 2°- R$ 2.000,00 e 3°- R$ 1.000,00, entretanto não haverá premiação por categoria. O que vale são duas coisas: para os amadores é participar e colaborar. Para os corredores mais destacados, além do premio em dinheiro, é a visibilidade. Muitos ‘famosos’ vão ao evento e atraem com isso parte da mídia. Pois é, eu como não sou bocó, fico bem escondido. Sabe-se se lá se o Kassab aparece em me multa, por conta da Lei Cidade Limpa. Eu hein?
A Yescom começou a organizar a prova a partir de 2007, assim antes disso não encontrei nem vestígios de resultados. O histórico da prova está: 2009- 1. Francisco Barbosa Dos Santos, 17h:09s; 2. Rafael dos Santos Novaes, 17h:12s; 3. Leandro Prates de Oliveira, 17h:16s; 4. José Rodrigo dos Santos, 17h:20s; 5. Fábio de Oliveira Chagas, 17m:27s. 2008- 1. Leandro Prates de Oliveira, 17m:08s; 2. José Rodrigues da Fonseca, 17m:10s; 3. Rafael dos Santos Novaes, 17m:12s; 4. David Benedito de Macedo, 17m:14s e 5. Adriano Bastos, 17m:14s. 2007- 1. Marildo José Barduco, 17m:01s; 2. Naval de Freitas, 17m:11s; 3. Adriano Bastos, 17m:14s; 4. Jaílson Araujo Anjos, 17m:22s e 5. Waldecir Monte dos Santos, 17m:28s.
Pessoal das corridas dia 01/08/2010, último dia do Campeonato Europeu de Atletismo, tivemos a execução da maratona masculina. A vitória ficou com o suíço Viktor Röthlin. Foi uma festa suíça de primeira magnitude, tendo em vista que na data se comemorava os 719 anos de sua fundação da Suíça. Nada como o bom timing. Röthlin tem um histórico releveante na competição européia: vice-campeão em 2006 e terceiro em 2007. Acrescente-se ainda o sexto lugar nas olimpíadas de Pequim, em 2008 e recorde (ainda em pé) na maratona de Tóquio, também em 2008. O gap entre 2008 e 2010 se deu para tratamento de graves problemas de saúde (duas embolias pulmonares e uma operação no calcanhar em 2009).Por outro lado tivemos a décima posição do maratonista portugues Luis Feiteira, terminando a prova em 2h:21m:28s. Completando a equipe masculina tivemos ainda a 20ª posição Alberto Chaíça e o 42º lugar de José Moreira. Fernando Silva e Hermano Ferreira infelizmente não terminaram a contenda. O pior foi ver os ‘hermanos’ emplacarem três atletas nas seis primeiras poisções.
Eis a classificação oficial: 1. Viktor Roethlin (SUI), 2h:15m:31s; 2. José Manuel Martinez (ESP), 2h:17m:50s; 3. Dmitrii Safronov (RUS), 2h:18m:16s; 4. Ruggero Pertile (ITA), 2h:19m:33s; 5. Pablo Villalobos (ESP), 2h:19m:56s; 6. Rafael Iglesias (ESP), 2h:20m:14s; 7. Migidio Bourifa (ITA), 2h:20m:35s; 8. Lee Merrien (ING), 2h:20m:42s; 9. Aleksei Sokolov (RUS), 2h:20m:49s; 10. Luís Feiteira (POR), 2h:21m:28s; 11. Ottaviano Andriani (ITA), 2h:21m:32s; 12. Mariusz Gizynski (POL), 2h:21m:54s; 13. Rens Dekkers (HOL), 2h:22m:03s; 14. Hugo Van Den Broek (HOL), 2h:22m:06s; 15. Oleg Kulkov (RUS), 2h:22m:24s; 16. Dave Webb (ING), 2h:23m:04s; 17. Koen Raymaekers (HOL), 2h:23m:24s; 18. Günther Weidlinger (AUS), 2h:23m:37s; 19. Dan Robinson (ING), 2h:24m:06s; 20. Alberto Chaíça (POR), 2h:24m:14s; 21. Erik Petersson (SUE), 2h:24m:29s; 22. Wodage Zwadya (ISR), 2h:24m:39s; 23. Ayele Setegne (ISR), 2h:26m:26s; 24. Ben Moreau (ING), 2h:27m:08s; 25. Oleksiy Rybalchenko (UCR), 2h:27m:34s.
Pessoal das corridas eis o resumo de corridas de 14/08 a 15/08/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.SÁBADO
Maratona de Helsinque - Finlândia
Circ. Corridas Alphaville Running – Barueri/SP
DOMINGO
Circ. Corridas Prefeitura São Paulo - São Mateus
Corrida contra o Câncer de Mama - Ibirapuera
Circ. Corridas Série Delta – Jockey Clube
Circ. Corridas de Limeira/SP
Circ. Corridas de Osasco/SP
Circ. Corridas de Itú/SP
Circ. Corridas de Santos/SP
Corrida de Inverno – Itapira/SP
Corrida Eco Running – Campinas/SP
Circ. Corridas das Praias - Guarujá/SP
5º Fisk Saúde em dia - Araraquara/SP
4ª Oscar Fashion Running – São José dos Campos/SP
O percurso é bem seletivo, com uma altimetria desafiadora, ainda mais com a falta de treinos que ando acumulando. Os pontos mais críticos se concentram entre 7km e 8,5km, uma elevação de 35m (Avenida Tiradentes); entre 12km a 13km, elevação de 30m (Avenida João Firmino); entre 16,5km a 18km, subida de 40m (Estrada de Piraporinha). Lembrando que as dificuldades não se limitam só a esses pontos. Em 2008 o atleta Cosme Ancelmo de Souza venceu com tempo de 1h:05m:03s, estabeleceu novo recorde da prova.
No sábado, 31/07/2010, fiz um treino de 7,5km ao meio-dia e à noite participei da Corrida Noturna da Caixa, com 12km. Cheguei em casa bem cansado e desabei na cama. No domingo fui para prova com o Carlão e seu cunhado, sendo que nos encontramos às 06:30, em Santana. Eu continuava no bagaço. Seguimos pela rodovia Anchieta e chegamos tranquilamente ao local do evento. Entretanto a muvuca se deu no estacionamento oferecido pela organização. Não havia vagas suficientes. Nós demos sorte e ‘criamos’ uma fileira de carros que logo se estendeu aos demais veículos dos corredores.
Fomos retirar o numeral (21.000), chip e camiseta. Esse último item ficou de presente para cunhado do Carlão. No meio disso ainda veio um podômetro, com emblema da Volkswagem. Dirigimo-nos a tenda da Corre Brasil, do professor Augusto. Encontrei muitos colegas que a tempos não via: Toninho, Sinésio, Laércio, Walquiria, Leandro, Eduardo (novo integrante “Los Hermanos”, P.A., Marco Antonio, Paulo Romani e Sidney, dentre outros.
Feitas as confraternizações, fui alinhar com colegas, entretanto devido meu pace cadastrado na inscrição, fui empurrado para o setor preto, no fim do final da largada, fiquei só aguardando a saída. O Laércio e o Sinésio iriam comigo travando um ritmo de 05m:00s/km. Ainda bem que nos perdemos no meio da multidão, senão iria passar uma vergonha sem tamanho. A largada se deu pontualmente às 08:15, num clima quente e céu limpo, bem diferente do ano passado. A muvuca do pelotão do fundão resultou em primeiro quilômetro a 05m:30s. Aos poucos fui recuperando culminando com 6km abaixo dos 30 minutos.
Como disse o poeta: “no meio do caminho tinha uma pedra... tinha uma pedra no meio do caminho”. A primeira rampa relevante acabou com a festinha lusa. Fechei o 8km em 41minutos. Nessa primeira eu consegui passar sem andar, mas as demais foi um sofrimento só. A estrepulia dos primeiros quilômetros causaram dores fortes na coxa direita e a subidinha apenas sacramentou os danos.
O pace foi aumentando gradativamente. Nesse momento lembrei do que o Sinésio havia me dito na tenda, antes da prova: “você começa sempre forte e depois reclama...”. Ele estava certo, ainda mais que o condicionamento do pobre escriba estava bem prejudicado. As parciais foram piorando: 11km- 57 minutos, 13km- 1h:08m (nova ladeira forte nesse interim), com algumas passagens andando. Nos 12km tomei o gel e me hidratei, andei um pouco respirando tentando me recuperar. Aproveitei e comi uma banana oferecida pela organização. Assim, bem alimentado fui para o restante do combate.
Em todos os trechos com inclinação o portuguesinho andou, sem escrúpulos, entretanto o clímax se deu na “marvada” da avenida Pirapora. Em uma das minhas algumas caminhadas o Guilherme me fez um cumprimento, mas não tive ânimo para devolver. Alguns metros depois chegou Carlos, da Corre Brasil, que teve dó do combatente e fez a vez de pacemaker (ou pushmaker). Com o Carlos fui até o fim sem andar metro algum, entretanto a respiração voltou aos chiados, de tão forçada. No fim da Piraporinha, com as coxas ardendo e os pulmões guinchando, dei uma refugada, mas o parceiro não me deixou parar. O finalzinho foi bem difícil, se não fosse ajuda do Carlos, sei não... Fechei a prova em 1h:55m:20s (5m:29s/km). Pelo percurso, não foi tão péssimo. Pela quantidade de vezes que andei, não foi tão ruim. Pelo esforço do fim de semana, não foi tão mal.
O meu histórico na prova ficou assim: 2007- 2h:01m:29s; 2008- 1h:42m:03s (Êta, tempo bom!); 2009- 2h:14m:30s (me machuquei na prova); e 2010- 1h:55m:20s. Outro retrospecto relevante é o peso. Nessa semana iniciei treinos e me pesei: 68,4kg. No começo do ano estava com 64,7kg. Uma diferença significativa, mesmo para essa carcaça de frango. Hoje fiz nova pesagem, depois do fim de semana atribulado: 67,3kg. Sei lá, vamos ver no que dá.
A organização da prova esteve boa como sempre. A reclamação recorrente de todas as provas é a largada, com muito tumulto. Posto de hidratação a contento, mesmo com o calorão. Os dois pontos de frutas foram bem bolados. Eu pelo menos cansei de tantos produtos industrializados nas provas. TALVEZ um posto de isotônico daria um fecho excelente. A camiseta eu nem vi, popis, como disse, entreguei na hora ao cunhado do Carlão, posto estar iniciando nas caminhadas e pretendemos dar um incentivo ao gajo. A medalha foi ponto discrepante, ainda mais tratando-se de Corpore. O kit de chegada veio com maçã e banana, uma sanduíche e caixinha de suco. O podômetro também foi uma boa novidade, tentarei utiliza-lo. A prova é de dificuldade de razoável para cima e afere muito bem o condicionamento dos cambatentes. Ano que vem estou de volta.
A classificação oficial ficou assim: 1. Giovane dos Santos, 1h:05m:52s (quase o recorde da prova); 2. Francisco Barbosa dos Santos, 1h:05m:56s; 3. Kipkemei Mutai (QUE), 1h:06m:24s; 4. Célio Falcão, 1h:07m:55s; 5. Edson Tibúrcio Alves, 1h:08m:12s. Atralado aos resultados temos a premiação: 1. R$ 4.000,00; 2. R$ 3.000,00; 3. R$ 1.500,00; 4. R$ 1.000,00; e 5. R$ 500,00.
Os melhores colegas que participaram do evento forma: Eduardo Kenji Hamasato, 1h:30m:53s; Antônio Fernandes da Costa, 1h:30m:55s; Jorge Santana Rodrigues, 1h:34m:17s; Carlos Alexandre Batista Ribeiro, 1h:38m:03s; Djackson Vieira Silva, 1h:40m:06s; Sinésio Padovezi, 1h:47m:21s; Paulo Eduardo Carvalho Moreira, 1h:49m:19s; Laércio Pereira do Vale, 1h:50m:44s; Guilherme Maio, 1h:50m:00s. Nos 5km tivemos Leandro Mario da Silva, 20m:45s; Antonio Carlos Vieira, 19m:32s; Marco Antonio de Oliveira, 19m:39s; Sidney Gonçalves da Silva, 19m:48s; Paulo Augusto Viana dos Santos (P.A.), 19:54. Destaque para sexta colocação no geral de Walquiria Milaine Martins, com 1h:25m:52s.
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