Pessoal das corridas eis o resumo das corridas de 01/10 a 03/10/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

SEXTA-FEIRA
1ª Corrida de Santa Teresinha -Campos do Jordão/SP

DOMINGO
ELEIÇÕES
Maratona de Colônia - Alemanha
Circ. Corridas de Ilhabela/SP
Circ. Corridas de Itú/SP


Tenho informação NÃO CONFIRMADA que em 02/10/2010, sábado, no Centro de Educação Física da PM, situado na avenida Cruzeiro do Sul, 548, Canindé, haverá evento com corrida de 3.000 na posta de atletismo da instituição. A conferir...

Pessoal das corridas dia 26/09/2010 tivemos a segunda edição da Meia Maratona das Pontes, Santo Amaro, zona sul da capital paulista. As inscrições eram feitas pelo sítio www.ativo.com, com última taxa de R$ 100,00 (2009- R$ 70,00), com opção para 21km e 5km. A retirada dos numerais e chip foi na Feira de Esportes, no Hotel Transamérica, dias 23 e 24/09 das 14:00 às 22:00 e 25/09 das 10:00 às 18:00. Entretanto por afazeres nesses dias eu não retirei meu chip. No sábado participei de eventos na Universidade, pertinente ao Dia Nacional de Responsabilidade Social. Fui para prova na espera de resolver com a organização.

Saí de casa com o tempo frio e chovendo a cântaros. Optei por seguir pela marginal dos rios Tiête e Pinheiros, que foi muito rápido e tranqüilo (comparado com o estrago que a chuva fez em Sampa), entretanto não tive como atravessar para o outro lado do rio. Assim busquei estacionamento nas proximidades da ponte Transamérica. Dei-me mal... Não havia ruas transversais, nem mesmo locais públicos para estacionar. Resultado: a viatura ficou a pelo menos 1km da ponte Transamérica. Consequentemente as coisas já haviam começado a dar errado.

Peguei meus ‘badulaques’ e sai correndo para a concentração, sendo que ainda teria que resolver o caso da falta de chip. Estava atravessando a ponte Transamérica quando escutei a horda de corredores em sentido contrário. Saltei (literalmente) para fora do asfalto e continuei na correria pelas laterais destinada aos pedestres. A lateral da ponte é estreita e invadida por arbustos, daí o portuguesinho ter saído com as pernas arranhadas. (Será que ninguém - Administração Pública - vê esse descaso. Esse espaço não serve para pedestres!). Informação daqui e dali e encontro o colega Djackson, garoto corredor dos bons, que me deu as dicas corretas. Na concentração procuro alguém da organização e nada. Estava para desistir quando alguém me indicou a pessoa responsável.

O primeiro contato me abateu um pouco: “Não dá para fazer nada...”. Esperei alguns minutos debaixo de um toró daqueles, que me esfriou a cabeça. Quase para desistir (ou correr de pipoca-paga. Existe isso???) quando a mesma pessoa da organização me entregou numeral e chip de outro corredore que não veio. Parece-me que era de tal de ‘Patrícia’. Também pudera, já havia 20 minutos de prova! Rapidamente amarrei o chip e fui largar. Cruzei a linha de largada exatamente com 23 minutos de prova. No contra fluxo vieram os vencedores dos 5km. Hilário!!! Isso deu alerta a uma pessoa do apoio que ordenou o encerramento da largada. Bom, quem iria largar essa hora? Só tinha eu de português, pô! Mais um erro do portuguesinho. Havia mais portugueses na prova, e de primeiríssima linha!!!

Explico. No começo da prova fui ultrapassado por dois gajos com dizeres “Portugal” às costas da camiseta. Nem em sonho conseguiria epararelhar com eles. Pensei em trocar as camisas como no futebol, mas os caras sumiram na poeira, digo na chuva. Água não faltou, nem vinda de cima, nem no asfalto. A chuva continuou apertando. Ano passado o colega Marcelo Jacoto apelidou a prova como “Meia Maratona dos Túneis”, com a mudança do percurso a prova passou a percorrer as pontes Transamérica, João Dias, Morumbi, Estaiada e Ari Torres. Agora sim a prova fez jus ao nome. Com a mudança do clima, poderíamos batizá-la de “Meia Maratona das FONTES”, tamanho o dilúvio que caiu na região. O próprio nível do rio Pinheiros estava muito alto.

Devido o tumulto para retirar o chip e numeral saí com a parte de cima do abrigo. Eu já sofro de calor constante, e correndo com manga comprida e agasalho por cima, era bem estranho para mim. Com numeral de ‘Patrícia’ a prova estava fadada a ser uma corrida ‘patricinha’ (no ofense...). Desanimado no começo, por correr sozinho (fora os dois gajos), fui naquela de “ver como é que vai, para ver como é que fica”. Cruzei os 10km em 52 minutos (2 minutos acima do par – 50 minutos com 5:00m/km), alto para caramba. Pronto, parecia fadado a um fim de semana daqueles, com tudo dando errado. Cruzei a arca dos 15km em 1h:21m, piorando ainda mais o pace (6 minutos acima do par para expectativa de 1h:15m). Daí tive uma idéia daquelas.

Como estava vestido com agasalho do abrigo, no bolso tinha meu MP3, com carga máxima de AC/DC. Não deu outra, já que era para me divertir liguei o aparelhinho e fui curtindo o resto da prova. E não é que a coisa começou a andar (a “coisa” pode ser tratada como eu mesmo – kkk!). Recapitulando: perdi 2 minutos nos 10km (52m – 50m esperados); depois perdi mais 4 minutos em 5 km (15km à 1h:21m – 1h:15m esperados), acumulando 6 minutos de perda. Fechei a prova com 1h:52m, com 7 minutos acima do par (sobre 1h:45m esperados para pace médio de 5:00m/km), ou seja, nos últimos 6 km restantes perdi somente 1 minuto. Desse jeito vou correr a maratona de São Paulo, com carga suplementar de gel e AC/DC!!!

Para quem nem ia correr, por estar sem chip; para quem nem conseguiu chegar no horário; para quem correu todo agasalhado e encharcado; para quem correu boa parte da prova sozinho sem incentivo algum, fiquei razoavelmente contente. Tudo isso devido a ‘teimosia’ lusa de não arredar pé até solucionar o problema do chip e também pela boa alma brasileira de se condoer com problema do próximo. Agradeço a Gayotto pelo tratamento que tiveram comigo. Hoje em dia acho que somente a Corpore tem esse tratamento com os corredores. O resto é ‘pão-pão, queijo-queijo’. E olha que nem o pão e nem o queijo são lá grande coisa.

Pois bem, depois de tecer loas à organização, vamos aos fatos. Achei a taxa de inscrição um pouco ‘salgada’, decerto culminou com a opção de muitos em correr a prova no Pacaembu (que também não é barata...), mas na capital paulista não havia muitas opções para o domingo. No meio da prova houve distribuição de isotônico, mas acho que o mais adequado para prova mais longa seria um gel de carboidrato (acho eu...). A camiseta me pareceu bem feita, não a vi de perto, pois ela foi entregue junto com o chip e numeral, que não retirei nas datas aprazadas. Por ser branca e por estar chovendo, a camiseta tornou-se transparente durante a corrida. Azar dos ‘barrigudos’ como eu...

Quanto a termos 2.000 participantes na prova, como alardeou a organização, não percebi no ‘olhômetro’ tal público, aliás a chuva assustou muitos, assim PODE SER que tivéssemos quase 2.000 inscritos, mas correndo não tivemos não. O pequeno guarda-volumes nem teve muito uso. Ao final recebi uma medalha, que me agradou, duas barrinhas de ‘biscoito recheado’, outro frasco de isotônico. Também tivemos à vontade: sanduíche, maçã e bananas. Distribuíram também um pacotinho com mistura de recuperação de fadiga, como um punhado de vitaminas e sais minerais (não sei como qualificar o brinde). Alguns reclamaram do preço do estacionamento (falaram em R$ 24,00!).

Pois é isso pessoal, com esse portuguesinho participando até jogo de palitinho vira festa, com tantas trapalhadas... E por falar em portuguesinho, se eu fiz feio, outros lusos fizeram bonito. Junto com a prova de meia maratona tivemos o 3º Campeonato Mundial INAS-FID, uma disputa entre atletas com deficiencia intelectual. A seleção portuguesa de Meia Maratona da ANDDI-Portugal participou do evento e sagrou-se campeã por equipes. E não foi nada fácil. Por falha da organização e/ou dos treinadores os quatro líderes da prova e favoritos para vencer: o sul-africano Mncedi Khanti, o brasileiro Giovanni Camilo e os portugueses Paulo Pinheiro e Antonio Soares, seguiram inadvertidamente os atletas da prova de 5kms. Entretanto como a pontuação de cada corredor pesa no cômputo da disputa por equipes, esses atletas, com exceção do sul-africano que abandonou, retornaram e completaram a prova, entretanto não conseguiram alcançar os ponteiros. Fica aqui o elogio aos ‘lusos’, como esse pobre escriba, que ‘envergam, mas não quebram’. Parabéns a esses guerreiros! E contrapartida, aqui no Brasil, sequer foi divulgado o ocorrido, que me leva a crer que foi a organização e treinadores (lusos, brazucas e africanos) que não se compuseram a contento.


Pois bem, eis os guerreiros que participaram da prova, sendo que até presente momento os resultados oficiais não foram divulgados: masculino: Antonio Carlos de Souza (BRA), 1h:18m:55s; Tesa Rasejakata (AFS), 1h:19m:36s; Bruno Gaspar (POR), 1h:19m:48s; [...] Nuno Moreira (POR), 1h:27m:30s; Paulo Pinheiro (POR), 1h:28m:09s; Antonio Soares (POR), 1h:29m:46s; no feminino: Maria Fernandes (POR), 1h:50m:57s; Lindinalva Silva (BRA), Josefa Andrade (BRA). Os tempos do feminino então não foram sequer divulgados extra-oficialmente. A marca da atelta portuguesa só consegui na imprensa em Portugal. Dá-lhe ‘tugas’!





Pessoal das corridas dia 26/09/2010 tivemos a 37ª edição da Maratona de Berlim, na Alemanha. O evento tevemais de 40.000 de inscritos de mais de 100 países. A prova tem início e chegada no famoso portão de Brandemburgo. Com o percurso muito plano, Berlim é considerada uma das “maratonas mais rápidas do planeta”. Acrescente a isso uma temperatura normalmente baixa, por volta dos 13 graus, temos então o cenário para quebra de recordes.

Aliás, Berlim e recordes estão intimamente ligados, posto que dos 8 melhores marcas da maratona (todas as sub 2h:05m existentes), quatro foram estabelecidas em Berlim. 1. Haile Gebrselassie (ETI), 2h:03m:59s, Berlim 28/09/2008; 2. Haile Gebrselassie (ETI), 2h:04m:26s, Berlim 30/09/2007; 3. James Kipsang Kwambai (QUE), 2:04:27, Roterdã, 05/04/2009; 4. Duncan Kipkemboi Kibet (QUE), 2h:04m:27s, Roterdã, 05/04/2009; 5. Haile Gebrselassie (ETI), 2h:04m:27s, Dubai, 18/01/2008; 6. Patrick Makau (QUE), 2h:04m:48s, Roterdã, 11/04/2010; 7. Paul Tergat (QUE), 2h:04m:55s, Berlim 28/09/2003; 8. Sammy Korir (QUE), 2h:04m:56s, Berlim 28/09/2003.

Berlim e recorde mundial lembra Haile Gebrselassie dono de 4 das oito marcas acima. O etíope, a esperança de recorde para Berlim/2010, não particpou da prova posto estar concentrado na Maratona de Nova York que acontecerá em 17/11/2010 (a ‘bolsa’ para o etíope deve ser gigantesca, não é mesmo?). Contudo tivemos a presença ilustre de outro africano: o queniano Patrick Macau, que em 11/04/2010 faturou a maratona de Roterdã, na Holanda, aliás outra prova que tem tempos espetacularmente baixos. Rodolfo Lucena, via twitter, lembrou que a esperança que Makau quebrasse o recorde era enorme. Contudo a possibilidade de Makau quebrar o recorde mundial se evaporou, ao cruzar a metade da prova abaixo do tempo em que Haile Gebrselassie estabeleceu a atual marca de 2h:03m:59s.

O que importa é que Makau venceu a prova tendo em vista que os tres primeiros colocados travaram uma disputa interessante, deixando um ‘gap’ relativamente alto para os demais concorrentes. "Berlim é minha cidade. Cada vez que venho aqui, eu ganho. No entanto, as condições atmosféricas eram realmente muito difíceis para a quebra de recorde" , disse Makau. E foi mesmo. A forte chuva e neblina afetou suas chances de se tornar o recordista mundial, mas o queninao tem apenas 25 anos de idade e terá inúmeras chances para fazê-lo.

A classificação oficial da maratona de Berlim 2010 ficou assim: 1. Patrick Makau (QUE), 2h:05m:08s; 2. Geoffrey Mutai (QUE), 2h:05m:10s; 3. Bazu Worku (ETI), 2h:05m:25s; 4. Yemane Tsegay (ETI), 2h:07m:52s; 5. Eliud Kiptanui (ETI), 2h:08m:05s; 6. Bernard Kipyego (QUE), 2h:08m:50s; 7. Tadese Abraham (ETI), 2h:09m:24s; 8. Gilbert Yegon (QUE), 2h:10m:34; 9. Masakazu Fujiwara (JAP), 2h:12m:00s; 10. Ser-Od Bat-Otchir (MON), 2h:12m:42s.

Passando para os atletas amadores, na relação de resultados, peneirando por tempos sub-3horas, tivemos portugas e brazucas: 17° lugar Sergio Celestino da Silva (BRA), 2h:19m:38s; 24° José Rubens da Silva (BRA), 2h:22m:32s; 25° Fredison Costa (BRA), 2h:23m:20s; 218° Gus Albuquerque (BRA), 2h:43m:37s; 238° Adolfo Gonçalves (POR), 2h:44m:01s; 269° Cercio Carvalho (BRA), 2h:45m:25s; 386° João Freitas (POR), 2h:48m:38s; 392° Ricardo Santos (BRA), 2h:48m:43s; 407° Eduardo Akira Shikasho (BRA), 2h:49m:02s; 422° Emidio Rodrigues (POR), 2h:49m:24s; 449° Pedro Mestre (POR), 2h:49m:56s; 539° Alexandre Pereira (BRA), 2h:51m:59s; 628° Paulo Pereira (POR), 2h:53m:54s; 645° Milton Cilira (BRA), 2h:54m:19s; 654° Nuno Silva (POR), 2h:54m:28s; 681° Martim Menezes (POR), 2h:54m:49s; 685° Regis Andrino (BRA), 2h:54m:55s; 738° Fabio Duarte (BRA), 2h:55m:37s; 839° Pedro Costa (POR), 2h:56m:44s; 1089° Rodolfo Pinto (POR), 2h:58m:36s; 1173° Rodrigues Virgilio (POR), 2h:59m:06s; 1189° Edgar Sequeira (POR), 2h:59m:09s; 1269° Euclydes Aranha (BRA), 2h:59m:37s.

Por fim, temos que a Maratona de Berlim faz parte, juntamente com Boston, Chicago, Londres e Nova York, da série de maratona denominada Marathon Majors Mundial. Os atletas que competem nessas maratonas recebem pontos por terminar entre cinco primeiros lugares (1º. 25pontos, 2°. 15 pontos, 3°. 10 pontos, 4°. 5 pontos e 5°. 1 ponto). Ao final da série há uma premiação de um milhão de dólares ao atleta que tiver mais pontos.

Com o resultado de Berlim/2010 a classificação da World Marathon Majors está assim: 1. Tsegaye Kebede (ETI) e Samuel Wanjiru (QUE), 50 pontos; 3. Emmanuel Mutai (QUE) e Deriba Merga (ETI), 35 pontos; 5. Jaouad Gharib (MAR), 30 pontos; 6. Robert Kiprono Cheruiyot (QUE), Meb Keflezighi (EUA) e Abel Kirui (QUE), 26 pontos; 9. Haile Gebrselassie (ETI) e Patrick Makau (QUE), 25 pontos.

Pessoal das corridas dia 26/09/2010 teremos a segunda edição da Meia Maratona das Pontes, Santo Amaro, zona sul da capital paulista. As inscrições eram feitas pelo sítio www.ativo.com, com última taxa de R$ 100,00 (2009- R$ 70,00), limitada a 5.000 corredores, com opção de escolher entre os 21km (3.000) e 5km (2.000). A retirada dos numerais e chip foi na Feira de Esportes, no Hotel Transamérica, dias 23 e 24/09 das 14:00 às 22:00 e 25/09 das 10:00 às 18:00.

Para chegar ao local da prova temos a primeira opção: ir pela marginal do rio Tiête e marginal do rio Pinheiros, entretanto como a corrida percorrerá essa última, logo tenham cuidado, pois o acesso próximo ao local da prova poderá estar bloqueada. Outra opção é seguir pela avenida Vinte e Três de Maio, avenida Rubem Berta, avenida Washington Luís até chegar na marginal Pinheiros, seguindo em direção ao ‘Centro’ Outra, não muito boa, é seguir avenida Nove de Julho, avenida Santo Amaro e avenida João Diais. De todo modo, saiam cedo de casa, local para estacionar deve ser problema! Eu esqueci de retirar chip e numeral... será que me ‘lasquei?


A premiação será em troféus para os três primeiros colocados no geral, sendo em espécie não foi divulgado. A largada se dará na ponte Transamérica, prevista para 07:00. Em 2009 a largada se deu na ponte Estaiada, portanto fiquem ligados. O percurso não tem muito de ‘pontes’ mais sim de ‘túneis’, sendo que colega Marcelo Jacoto apelidou a prova de ‘meia maratona dos túneis’. O bom disso é que teremos mais sombras, caso tenhamos tempo quente, e o trajeto não apresenta grandes dificuldades.


Em 2009 tivemos o seguinte resultado: 1- Marilson Gomes dos Santos, 1h:04m:34s; 2- João Marcos Fonseca, 1h:07m:00s; 3- Marcos Alexandre Elias, 1h:07m:21s; 4- José Telles de Souza, 1h:07m:24s; 5- Cristiano da Silva Machado, 1h:07m:48s.

Pessoal das corridas como dito (e redito), dia 19/09/2010 participei da Maratona de Revezamento do Pão de Açúcar, na região do Parque Ibirapuera. Pois bem, nessa última parte faço as observações sobre a participação desse pobre escriba. Cheguei próximo das 07:00 ao Ibirapuera, com certa tranqüilidade. Deixei a viatura bem distante, na rua Abílio Diniz, ótima, pois não dava para esquecer o nome da rua (dono do Pão de Açúcar!!!). Além de que estava livre das pragas dos ‘flanelinhas’ que graçavam por todos os lados. Tempo frio sem ventania colaborou com todos, sendo excelente para correr (13°C segundo termômetros locais), assim aproveitei a distância até o local do evento para esquentar a ‘carcaça de frango’.

Achei que as tendas estariam nos lugares de todos os anos, na região fora da área central. As tendas ‘não cadastradas’ ficavam sempre longe, perto do ‘velho’ DETRAN. Parti a procura da tenda da equipe “CORRE BRASIL” e depois de quase 30 minutos de informações desencontradas, andando sem rumo pelo Parque, dou de cara com o colega Toninho, membro da nossa equipe. Pura sorte, pois foi como achar uma agulha dentro de um armazém de palha. Curiosidade TODAS as tendas foram montadas pela organização; TODAS do mesmo tamanho e TODAS brancas. De certo para não disputar com o marketing do Pão de Açúcar.

Fui com Toninho até a tenda da ‘CORRE BRASIL’ e encontrei diversos colegas. Normalmente eu deixo as tralhas das corridas prontas com dois ou três dias de antecedência, mas como estou afastado dos campos de batalha, ao retirar meu tênis reparei que estava sem os cadarços. Lavei o tênis, pus a secar e larguei direto dentro da sacola. Resolvi o caso e me vesti. Por sinal essa foi a última prova com a camiseta da PlayTeam, posto que me parece que definitivamente não voltará mais a operar. Tentei até o último suspiro.


Curiosidade é que o chip de marcação de tempo era descartável. Pela figura percebam que é um filete metálico revestido numa tira de plástico. Eu achei muito prático, mas deve ser um dos motivos de ter encarecido tanto a taxa de inscrição. Aguardei por um tempo e me dirigi a área de troca de corredores. Essa região era subdividida em 10 sub-áreas, representando cada qual o final do numeral da equipe. Minha equipe tinha numeral 48, assim fiquei posicionado na sub-área ‘8’. Já meu numeral era 48-8. Esse último ‘8’ separado pelo dígito representava minha posição dentro da equipe, ou seja, eu era o oitavo corredor da equipe, e fecharia a participação do “LOS HERMANOS”. Que responsabilidade para um ‘frango’ como eu.


Se nem eu me achava qualificado a pertencer à equipe, o pessoal de apoio muito menos. Percebam a saia justa que me meti. Chegando a área de troca de corredores, eu, todo pimpão, como oitavo elemento, tentei adentrar a dita área. Tentei, pois fui barrado! No momento estavam efetuando a troca dos corredores de final ‘6’. O camarada deu uma olhada de cima para baixo nesse que vos escreve, vendo a magreza combinada com a ‘barrigueza’ não deixou barato: Barrou o combatente, achando que eu estava bem adiantado. Expliquei a ele que minha equipe estava para finalizar, e o cara do staff não vislumbrou tal situação tendo em vista a compleixão do pobre escriba. Fiquei quase 10 minutos aguardando um ligando para lá e para cá, talvez confirmando minha afirmação.

Adentrei a área de troca e fiquei no aguardo do ‘japa’ Eduardo e nada... Pensei que o cara tinha passado direto, posto não ter me encontrado. Percebi também que muitos chegavam e não tinha ninguém para repassar a responsabilidade. As faltas dos corredores, como sempre, aconteceram. O próprio colega de nossa equipe, o Toninho, correu conosco e para equipe do filho. Outra coisa interessante foi ver diversas equipes com plaquinhas indicativas para que não houvesse desencontro dos corredores. Pode até ser comum, mas eu mesmo ainda não tinha visto.

Às 09:34 o combatente Eduardo passou a munhequeira para mim e saí em disparada (dentro das minhas possibilidades). Eram pouco mais de 4.000 metros que teria que percorrer. A responsabilidade era das grandes. Passei todo o percurso esbaforido e sequer uma reduzida para pegar água eu fiz. Toda hora pensava nos colegas... Quase no final da prova passei o colega Diego Ciarrochi, coisa que não acontece mais com freqüência, ele está a anos luz desse pobre escriba.

O momento mais importante da prova foi a poucos metros da linha de chegada foi encontrar todos no alambrado aos gritos incentivando o portuguesinho. Coisas que só acontecem em revezamento com amigos. Muito legal. Com essa ‘força’ arrisquei o sprint dos sprints e assim cruzei a linha com falta de ar e me segurei no alambrado. Socorrido pelo staff aleguei que estava bem e era só cansaço, mas não era. Essa falta de ar está constante e já me coloca receio.

O momento “MASTECARD” veio depois. O último corredor é que recebe todas as oito medalhas. Assim lá vai o portuguesinho junto aos ‘medalhões’ retirar a medalha (trocadilho infame eu sei). Tinha consciência que tínhamos ido muito bem, pois não havia muita gente retirando os brindes. Em volta gente de primeira linha. O capitão Marcão indicava que estaríamos entre 20° e 30° lugar. Tal afirmativa está muito além da minha compreensão, mas sabia, pela retirada das medalhas, que tinha certo fundamento. Agora falo a vocês: sair com as oito medalhas no peito, sendo que lá estavam somente os ‘profissas’, foi uma sensação muito consagradora (e constrangedora...). Até pra mim, que sou extremamente avesso a arroubos e qualquer tipo de ato de soberba, fez com que mexesse com ego. Peço desculpas públicas por isso.

A prova reuniu 5.425 equipes, formada com já dito, por grupos de dois, quatro e oito corredores e o circuito era composto de quatro trechos de 10.548,75 metros, nas avenidas Pedro Álvares Cabral, Rubem Berta e Vinte e Três de Maio. O diferencial era que o primeiro corredor corria mais que o último, conforme vocês podem perceber nas parciais de tempo, mais abaixo.

Retirar as medalhas e o kit de chegada com... uma barrinha de cereal. Abílio Diniz, dono de Supermercado, poderia ser menos mão-de-vaca, não é portuga! Assim ficamos mal falados pelos brazucas! A essa altura do campeonato para mim tudo era festa. Faltava-nos aguardar o resultado oficial: 16 ª colocação no geral com tempo de 2h:51:12s. Eis as parciais:

1 – Marco Antonio Oliveira ------> 6.396,63m --> 25m:05s
2 – Antonio Carlos Vieira --------> 5.274,38m --> 20m:20s
3 – Américo Gabriel Sales -------> 5.274,38m --> 20m:33s
4 – Leandro Mario da Silva ------> 5.274,38m --> 19m:58s
5 – Paulo Agusto V dos Santos --> 5.274,38m --> 22m:00s
6 – Leonardo Marostegam ------> 5.274,38m --> 20m:56
7 – Eduardo Kenji Hamasato -----> 5.274,38m --> s23m:15s
8 – Nadais ------------------------> 4.152,12m --> 19m:05s
TOTAL à 2h:51m:12s



Pessoal das corridas eis o resumo das corridas de 25/09 a 26/09/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

SÁBADO
1ª São Joaquim Night Run – S Joaquim da Barra/SP

DOMINGO
Meia Maratona de Portugal
Maratona da Cidade do Cabo - Africa do Sul
Maratona de Budapest - Hungria
Maratona de Berlim - Alemanha
Maratona de Foz do Iguaçu/PR
Meia Maratona das Pontes – Brooklin
Circ. Corrida das Estações – Pacaembú
Circ. Corridas Prefeitura São Paulo – Ermelino Matarazzo
5ª Corrida ADC Embraer – São José dos Campos/SP
Corrida Unimed do Coração – Guaratinguetá/SP
3ª Corrida Casa Sol Yara Clube – Marília/SP
2ª Corrida da Primavera – Carapicuíba/SP
Circ. Corridas do SESC – Araraquara/SP
27ª Corrida Integração – Campinas/SP

Pessoal das corridas, como dito no post anterior, dia 19/09/2010 tivemos a execução da maratona de revezamento do Pão de Açúcar, e esse pobre escriba participou novamente da contenda pela equipe “Los Hermanos” capitaneada pelo Capitão “Marco Antonio” Nascimento. O octeto é formado por grandes nomes do atletismo municipal, estadual, federal e, por que não, mundial.

Todos os integrantes são sub-38 minutos nos 10km, exceto um: a “âncora”, assim batizado porque a única coisa que faz é afundar a equipe. Todos os combatentes do esquadrão tentaram a exclusão da “âncora”, mas por razões humanitárias, permitiu-se que participasse dessa “tropa de elite” do atletismo.

Ao contrário, Cruzeiro, Pão de Açúcar, Mizuno dentre outras tantas, enviaram comunicado a Federação Brasileira de Atletismo, acusando “Los Hermanos” de xenofobia, posto que a “âncora” é de nacionalidade portuguesa. O próprio Abilio Diniz (dono do evento!) de estirpe lusitana foi pessoalmente fazer seu protesto. Venceu esse argumento e os sete componentes restantes dos “Los Hermanos” tiveram que correr muito mais para compensar o peso da “âncora” que carregaram. Bom para os concorrentes. Entretanto pelo sim e pelo não a equipe do Cruzeiro não participou da contenda esse ano, temendo ser humilhada pelo "Los Hermanos", mesmo levando esse peso extra.

O octeto já havia participado da maratona de Revezamento do Ayrton Senna e se classificaram em 5° lugar na geral, atrás somente do pessoal da elite, ou seja, foram os melhores amadores do evento. SE a “âncora” não tivesse participado levariam uma bolada de premiação. Ressabiados tentaram em vão contratar o Felipe Melo para dar um jeito no “aprendiz de corredor”, mas ele estava de férias, treinando para Ultimate Fight, nos EUA.

O jeito foi então inserir a “âncora” para largar por último, assim atrapalhou menos o pelotão de elite, pois correu o menor trecho. Entretanto a “âncora” não teve vida fácil, pois durante sua volta foi escoltado pelos demais combatentes, em especial pelo “capitão” que fez a vez nas inúmeras chibatadas no lombo lusitano. Eis a relação de combatentes, seus trechos e posições de largada:

Nome: Corre Brasil/Los Hermanos
1 - Marco (capitão). .. 6.396,63m
2 - Toninho...............5.274,38m
3 - Américo...............5.274,38m
4 - Leandro...............5.274,38m
5 - P.A.......................5.274,38m
6 - Leonardo.............5.274,38m
7 - Eduardo...............5.274,38m
8 - Nadais.................4.152,12m

A saga lusitana será contada em prosa no próximo capítulo...

Pessoal das corridas dia 19/09/2009 tivemos a execução da 18ª edição da Maratona de Revezamento Pão de Açúcar, no Parque Ibirapuera. As inscrições eram feitas pelo sítio www.maratonapaodeacucar.com.br, com taxa de R$ 75,00 por participante, com opção pelas provas em equipes de 2, 4 ou 8 atletas, limitadas a 30 mil participantes: 5.050 equipes divididas em 500 equipes de 2 atletas; 1.850 equipes de 4 atletas e 2.700 equipes de 8 atletas. A retirada de chip e numeral foram nos dias 16/09 e 17/09, das 10:00 às 21:00 e dia 18/09, das 9:00 às 18:00, no Complexo Desportivo Vaz Guimarães, situado na Rua Manoel da Nóbrega, 1.361, ao lado do Parque do Ibirapuera.

O regulamento informou que premiação será em vale-compras do Pão de Açúcar, no total de R$ 50.000,00, assim divididas: equipe 2 atletas: 1. R$ 2.000,00; 2. 1.000,00; 3. R$ 500,00. 4 atletas: 1. R$ 4.000,00; 2. 2.000,00; 3. R$ 1.00,00. 8 atletas: 1. R$ 8.000,00; 2. 4.000,00; 3. R$ 2.000,00. Resumindo em bom português: para todas as categorias paga-se para cada atleta no pódio: 1. lugar R$ 1.000,00; 2. lugar R$ 500,00 e 3. lugar R$ 250,00. Simples assim. Ainda há um prêmio extra R$ 1.000,00 para equipe que cruzar primeiro a linha de chegada, independente da quantidade de atletas.

A prova começou a ser disputada em 1993, para comemorar os 45 anos do Grupo Pão de Açúcar. O recorde da prova, isso em todos os percursos (USP/Ibirapuera/Vila Lobos) pertence à equipe do Pão de Açúcar/Funilense, com o tempo de 2h:01m:32s, na edição de 1997, executada no parque Vila Lobos. Agora o recorde no circuito do Parque Ibirapuera pertence ao Pão de Açúcar, por obra e graça de Marílson Gomes, com tempo de 2h:05m:20s, na edição de 2005. Já no circuito da USP o recorde pertence à equipe do Cruzeiro, com tempo de 2h:03m:10s, estabelecido em 2002. Pequenos detalhes que nos dão a dimensão desse grande evento. Li que se trata da 8ª maior prova pedestre do mundo. A conferir. Quem tiver informação concreta, por favor, peço que disponibilize.



Eis os últimos resultados por equipe: Parque Ibirapuera: 2009- 1. Pão de Açúcar (Marílson Gomes), 2h:08m:57s; 2- Cruzeiro (Franck Caldeira), 2h:10m:12s; 3- VO2 (Marildo Barducco), 2h:13m:50s. 2008- 1. Cruzeiro (Guiomar Pereira), 2h:07m:40s; 2- Pão de Açúcar (Marílson Gomes), 2h:09m:30s; 3- Pé de Vento (Cosme Ancelmo), 2h:11m:20s. 2007- 1. Cruzeiro (Marcos Elias), 2h:06m:30s; 2. Pão de Açúcar (Marílson Gomes), 2h:08m:13s; 3. Jandira (Bernardo Alves), 2h:16m:35s, 2006- 1. Pão de Açúcar (Hudson Santos), 2h:07m:00s; 2- Cruzeiro (João da Bota), 2h:07m:30s; 3. Centiser-CE, 2h:12m:22s. 2005- Pão de Açúcar (Marílson Gomes), 2h:05m:20s; 2- Cruzeiro (Pé de Vento), 2h:09m:20s; 3. CIMED (Jeovane dos Santos), 2h:19m:34s. Cidade Universitária: 2004- 1. Pão de Açúcar (Marílson Gomes), 2h:05m:35s; 2. Cruzeiro (Emerson Iser Bem), 2h:06m:38s; 3. Adauto Domingues (Valdenor Pereira), 2h:09m:00s. 2003- Pão de Açúcar (Marílson Gomes), 2h:05m:42s; 2. Cruzeiro (Emerson Iser Bem), SYMAP, 2h:07m:50s. 2002- 1. Cruzeiro, 2h:03m:10s; 2. Pão de Açúcar (Marílson Gomes), 2h:03m:42s; 3. SYMEP (Clodoaldo Gomes), 2h:05m:35s. 2001- 1. Cruzeiro, 2h04min31s; 2. Mizuno, 2h06min01s; Pão de Açúcar, 2h07min08s.

Prova só é boa se teve corredores da boa terra participando. Assim Abílio Diniz, que não é bobo nem nada, não deixou por menos e trouxe os lusos para chancelar o evento.

Em 1998, sexta edição, o evento contou pela primeira vez com estrangeiros. Portugal, com participação dos irmãos Domingos Castro e Dionísio Castro, venceu de ponta a ponta, com tempo de 2h05min31s. A equipe era comandada por, nada mais nada menos, que pelo ex-recordista mundial da maratona Carlos Lopes.

Em 1999 Portugal leva o bicampeonato, com equipe composta novamente pelos irmãos Castro, com impressionante marca de 2h03min20s. Carlos Lopes estava também capitaneando os lusos. Portugal também trouxe uma equipe feminina, com 4 atletas, dentre elas, a recordista olímpica dos 10.000 metros (Atlanta-1996) Fernanda Ribeiro. A lusa também foi recordista mundial nos 5.000 metros (Bélgica-1995)

Pessoal das corridas eis o resumo das corridas de 18/09 a 19/09/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

DOMINGO
17ª Maratona Revezamento Pão de Açúcar – Pq. Ibirapuera
5ª Corrida do Aramaçan – Santo André/SP
Circ. Corridas de Montanhas - Maromba/SP
Circ. Corridas do SESC - Presidente Prudente/SP
Circ. Corridas para Viver Bem – Sumaré/SP
4ª Prova Ecológica – Ilha Porchat/SP
4ª Corrida da Primavera – Araras/SP
Circ. Corridas de Itú/SP

Pessoal das corridas, domingo dia 12/09/2010, teremos a largada da 80ª edição da Volta da Penha, no bairro da penha, zona leste da capital paulista. Essa é a 2ª corrida mais antiga do Brasil, iniciado em 1930, perdendo em longevidade apenas para a tradicional corrida de São Silvestre. As inscrições podem ser feitas pelo sítio www.runnerbrasil.com.br, com taxa de R$ 35,00 (mesmo que em 2009!), com opções de participar 21km, 10km e 5km. A retirada do kit será no dia 11/09/2009, sábado das 08:00 às 18:00, no Clube Esportivo da Penha, situado na Rua Capitão João Cesário, 354, Penha, próximo a ponte Aricanduva. Assim, para chegar ao local do evento o melhor é seguir pela marginal Tietê, sentido para aeroporto de Guarulhos, pegar a alça da ponte Aricanduva, para bairro da Penha. O clube fica a poucos metros do fim do viaduto.

A prova faz parte das comemorações do aniversário do bairro da Penha. Como curiosidade vamos então falar um pouco sobre a história da região. Conta-se que um viajante francês, seguindo da rota utilizada pelos bandeirantes de São Paulo a caminho do Rio de Janeiro, pernoitou numa colina (onde hoje se localiza o bairro), levando na sua bagagem uma imagem de Nossa Senhora da Penha. No dia seguinte, continuou a viagem e sentiu a falta da santa então voltou para procurá-la, encontrando onde pernoitara. Prossegui viagem, mas em pouco tempo notou novamente a sua falta e encontrando-a novamente na mesma colina. Concluiu que a “santa” tinha escolhido o local como pousada e ali construiu uma capela. Embora sua fundação seja incerta, a data mais citada é a 5 de setembro de 1668, quando foi concedida uma sesmaria (porção de terra) ao padre Mateus Nunes da Siqueira, que teria dado início a Penha.

Voltando a prova, temos que a largada está prevista para às 08:00, ao lado do Clube Esportivo da Penha. O percurso da prova é tranqüilo e se dá em maior parte às margens do córrego do Tiquatira, e pequeno trecho da Marginal Tietê. Cuidado que, dentro do percurso de 10km, temos uma subida logo no início. A prova termina dentro do clube e dando uma volta na pista de atletismo, que fica em volta do campo de futebol. Ressalto que o tempo é bruto, não pelo líquido, pois não há ‘tapete’ na largada. Logo que quer registrar uma marca oficial é melhor se posicionar bem cedo na área de largada. O percurso ajuda ainda mais se o clima não ficar quente.

A premiação também é boa (mesma 2009): 10km geral- 1º R$ 1.000,00; 2º R$ 600,00; 3º R$ 400,00; 4º R$ 300,00; 5º R$ 200,00; 10km faixa etária- troféus do 1º ao 5º; 5km geral- troféus do 1º ao 3º troféus. Prêmio bom acarreta uma disputa boa. Temos até no histórico recente da prova a vitória do nosso maratonista olímpico Franck Caldeira em 2003. O recorde da prova pertence a Adriano Lemos Fortes, com tempo fantástico de 29m:55s, estabelecido em 2006. Ano passado, pela Playteam, os melhores qualificados foram Renilson Vitorino da Silva, 32m:14s; José Maria dos Santos, 37m:40s; Jaílson Ribeiro Lima, 38m:20s; Rafael Mattos de Oliveira Lima, 44m:40s; Wesley Lima Gaya, 44m:47s. Eu fechei em 46m:51s.
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Eis os campeões das últimas edições foram: 2009- Kipkemei Mutai (QUE), 30m:02s; 2008- Marcos Alexandre Elias, 30m:27s; 2007- Marcio Ribeiro da Silva, 30m:18s; 2006- Adriano Lemos Fortes, 29m:55s (recorde da prova!); 2005- Paulo Vitor Lunkes, 30m:24s; 2004- Alan Wendell Bonfim Silva, 30m:04s; 2003- Franck Caldeira Almeida, 30m:29s; 2002- Luis Carlos Fernandes Silva, 31m:14s.

Pessoal das corridas dia 12/09/2010 teremos a 7ª edição da Meia Maratona da Praia Grande, litoral de São Paulo, aproximadamente 70 km da capital paulista. Para chegar a Praia Grande, a melhor opção, creio que é descer pela rodovia dos Imigrantes (SP-160) e sair na rodovia Padre Manoel da Nóbrega (SP-055). Ao entrar no trecho urbano, a rodovia corre paralela com a avenida Presidente Kennedy, local da largada, próximo ao número 9.000. Ainda na rodovia, perto de ruas com nomes de pedras preciosas (turmalina, topázio, esmeraldas, etc), dobrando à esquerda, nos encontramos perto do Paço Municipal, ao lado do prédio da Prefeitura. Lembro que temos um pedágio de R$ 18,50 na rodovia dos Imigrantes.

As inscrições eram feitas pelo site www.triesportes.com.br, com opção, além da meia maratona, de participar de 10km e caminhada de 5km, limitada em 3.100 atletas no total. A taxa era de R$ 50,00 (R$ 40,00-2009) para todas as modalidades. A retirada do numeral e chip será de 09 a 10/09 das 10:00 às 16:00 na Rua Itororó, 27, Centro de Santos, ou no dia e local do evento, até às 07:30. A organização, como sempre, a cargo do grupo do Jornal “A Tribuna”, que também coordena a Tribuna 10k, em Santos. Além de aumentarem as taxas de inscrições (20% de 2009 para 2010) diminuíram significativamente a premiação (30%): na geral, 1º R$ 3.000,00 (R$ 4.500,00-2009); 2º R$ 2.500,00 (R$ 3.500,00-2009); 3º R$ 2.000,00 (R$ 3.000,00-2009); 4º R$ 1.500,00; 5º R$ 1.000,00; por faixa etária será somente troféus do 1º e 5º lugares.

A largada e a chegada da disputa será, como dito, em frente ao Paço Municipal, na Av. Presidente Kennedy, 9.000, próximo à prefeitura, às 09:00, a elite largará às 08:30. O percurso é bem apropriado para marcar um bom tempo (segundo a organização é ‘um dos percursos mais rápidos do Brasil’), pois se constitui em duas retas de quase 10km cada. Uma na Av. Presidente Kennedy e outra a beira-mar, a Av. Presidente Castelo Branco, acrescentando ainda que o trajeto é totalmente plano e a única possibilidade de mudança de altimetria é subindo à calçada.


Em 2009 os colegas melhores classificados foram Marciano Augusto Jorge da Silva, 1h:18m:17s e Clóvis Claudino Bento, 1h:29m:11s. Eis todos campeões: 2009- Paulo Roberto Almeida Paula, 1h:04m:41s; 2008- Chemwolo Kiprono Mutai (QUE), 1h03min08s; 2007- Marcos Alexandre Elias, 1h04min51s; 2006- Mathew Cheboi (QUE), 1h05min27s; 2005- Geovane de Jesus Santos, 1h06min24s; 2004- Franck Caldeira, 1h02min29s, aliás esse é o recorde da prova. Recorde por recorde informo que em 2008 eu cumpri a prova em 1h:38m:38s, meu atual recorde na modalidade. Prova boa não percam.

Pessoal das corridas eis o resumo das corridas de 11/09 a 12/09/2010 no estado de São Paulo. Maiores informações estão disponíveis no espaço 'calendário' na aba acima.

SÁBADO
Circ. Corridas Fila Night Run – Campinas/SP

DOMINGO
Maratona de Moscou - Rússia
80º Volta da Penha - Penha
Corrida pela Paz - Brooklin
Circ. Corridas Prefeitura - Jabaquara
34ª Corrida Duque de Caxias - Caçapava/SP
7ª Meia Maratona da Tribuna – Praia Grande/SP
Circ. Corridas Santista Pedestrianismo – Santos/SP
Circ. Corridas de Pindamonhangaba/SP
Circ. Corridas do SESC - Santos/SP
Circ. Corridas SESI - Limeira/SP
Circ. Corridas de Itapetininga/SP

Pessoal das corridas dia 07/09/2010, feriadão de terça-feira, participei da 9ª edição do Troféu da Independência, no bairro do Ipiranga, zona sul da capital paulista. O evento faz parte das comemorações dos 188 anos da Independência do Brasil, declarado por Dom Pedro I em 07/09/1822 às margens do riacho do Ipiranga. Também se comemorou o 55° aniversário de José João da Silva, proprietário da JJS Eventos, organizadora da prova e ganhador da São Silvestre nas edições de 1980 e de 1985.
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As inscrições eram feitas no sítio www.ativo.com, com opção para corrida de 5km e 10km, com taxa final de R$ 60,00, mas limitada a 5.000 participantes no total (nem de longe esse quórum prosperou). A retirada do chip e numeral (n. 1344) poderia ser feita no dia 06/09 no Supermercado Carrefour na Rua Pamplona, 1704; ou no dia da prova, pouco antes da largada. Optei pela segunda, pois tirei a segunda-feira para trabalhar nas aulas de meus alunos. A semana que vem é Semana Jurídica na Universidade. Na semana seguinte provas bimestrais e na semana depois apresentação de seminário dos alunos. Logo tenho que encerrar os assuntos das aulas até sexta-feira.

Pois bem, a prova aconteceu nas imediações do Parque da Independência, Museu do Ipiranga, que também foi palco da Corrida dos Bombeiros da Corpore. Cheguei sob chuva, que pelo menos ajudou a espantar os ‘flanelinhas’. O percurso, bem simplificado, consiste em trafegar pela avenida Nazaré, rua Bom Pastor, avenida Dom Pedro I, avenida Ricardo Jafet, e novamente a avenida Nazaré, adentrando o Parque da Independência. Pauleira mesmo é a subida da avenida Nazaré, no mais é tranqüilo. Entretanto no meio do caminho tinha uma pedra, aliás várias, pois a chuva castigou os corredores, antes, durante e depois da prova.
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Bem que eu estranhei o baixo quórum, o pessoal estava lá para cima do parque se protegendo da chuva nas tendas das assessorias e nas copas das árvores. Pouco antes da largada os coredores desceram, ainda sob chuva fina, de uma vez só. Interessante. Fui alinhar, como sempre, atrás de todos, e a espera do tiro de largada foi um tormento. Trajado com camiseta de manga comprida, o final da mangas acumulavam água e o portuguesinho as torcia de tempos em tempos (prá que eu fazia isso eu não sei. Era como enxugar gêlo).

Além das mangas o pequeno luso também ‘torcia’ para a chuva amainar e o locutor parar de falar tanta bobagem. Que a chuva isso, que a chuva aquilo e que já já iria ser dada a largada, etc e tal. Felizmente a largada se deu pontualmente às 08:00 e deu fim a desastrada locução. Ainda dentro do parque trombei (literalmente) com o Laércio (aquele que junto com o Colucci me sacaneou na corrida do Butantã, mas ele é meu brother, deixo passar... ). Laércio participará da maratona de Berlim e já encomendei uma camiseta do evento. As únicas camisetas que guardo são as de mangas compridas e as das maratonas, todas as demais viram presentes e souvenirs para colegas. (Mayumi, ainda estou guardando aquela do "japão" para ti)

Eu e Laércio cruzamos o primeiro quilômetro pouco acima do 05m:30s e o segundo pouco acima do 05m:00s. Olhamos um para o outro e soltei; “Cara, essa prova já era, quase 11 minutos para percorrer dois quilômetros”. Laércio deu de ombros e percebi que estávamos lá para nos divertir e assim foi. Com isso a coisa inacreditavelmente melhorou: até o quilômetro sexto rodamos em torno de 04m:30s! Eu não consegui agüentar mais e o combatente seguiu em carreira solo. Nos 6km a organização ofereceu um sache de gel, devorado pelo pobre escriba e que exigiu um copo de água para descer. Eu tinha ido ‘puro’ para prova, sem café da manhã, pois tirei esses poucos minutos a mais para descansar. Acordei e saí.

Como a chuva não cansava de cair, restou a ela cansar o pequeno luso, assim a vista da placa do 9km foi maravilhosa. Torci a camiseta para diminuir o peso (eu sei, é muito hilário. O que não faz a falta de oxigênio no cérebro...) e me dispus a ir mais forte, posto também que o final da prova é em descida, que todo santo ajuda (eu precisava mesmo...). Fechei a prova em 49m:03s, classificado no geral em 300/1.037 e na categoria em 52/144, não foi bom eu sei, mas tirante a perda enorme no início, até que dava para ficar pouquinho abaixo dos 48 minutos. Bom, o primeiro biathlon ninguém esquece. Meu histórico ficou assim: 2010- 49m:03s; 2009-‘estourei joelho’; 2008- 45m:12s; 2007- 50m:37s. Depois de retirar o kit de chegada e antes de sair do parque encontrei o colega Sinésio.

O kit de chegada como nas últimas edições é ruim: uma barrinha de cereal e uma caixinha de chá verde, tudo do Carrefour. Um isotônico fechou a "comilança". A camiseta também fica a desejar e esse ano foi da cor "amarelo gema de ovo". A medalha foi pior que ano passado. ACHO EU que os dizeres deveriam ser destacados à tinta, pois não fica nítido. O sachê de gel oferecido foi providencial, mas depois me deu uma dor de barriga, e ACHO EU que foi o distinto, mas cabem reparos dos colegas. Outra coisa que me causou estranheza, foi que o tempo de 32m:10s travou no cronômetro do portal, não dando chance dos demais tentarem utilizá-lo como parâmetro. Eu pelo menos nunca tinha visto isso acontecer.
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A premiação em dinheiro diminuiu para os três primeiros, em relação ao ano passado: 1º R$ 1.500,00 (R$ 2.000,00-2009); 2º R$ 1.200,00 (R$ 1.500,00-2009); 3° R$ 800,00 (R$ 1.000,00-2009); 4° R$ 600,00; 5° R$ 400,00. Na faixa etária só medalhas especiais ao primeiro de cada categoria, sendo que o ano passado era para os três melhores. Tudo que foi dito foi para os corredores dos 10km. Para 5km foi troféu para o primeiro colocado, e só. O recorde da prova pertence a Luis Fernando de Almeida Paula, com 29m:08s, estabelecido em 2005, e continuou em pé. Nas duas últimas edições tivemos vitórias quenianas: em 2009 com Kipkemei Mutai, com 30m:25s; e 2008 com Joel Kiplagat, com 30m:27s. A classificação oficial ficou assim: 1. Francisco Barbosa dos Santos, 30m:23s; 2. Marcelo José da Silva, 30m:45s; 3. Ivanildo Dias de Souza; 30m:46s; 4. Antonio Pedro da Silva Sales, 30m:50s; 5. Fabio do Nascimento, 31m:26s. Os colegas melhores colocados foram: 125. Josias Claudino Bento, 44m:14s; 210. Laércio Pereira do Vale, 47m:08s; 159. Sinesio Padovezi, 45m:27s.

Por fim, como todo feriado de Independência do Brasil que comemora o fim do domínio de Portugal, me sinto relativamente um pária. Assim encerro o posto com a música que encaixa perfeitamente com o dia de hoje: “Lugar nenhum” dos Titãs. Coisas de um “tuga-tupiniquim”.







Pessoal das corridas dia 05/09/2010, início do período de feriadão prolongado, participei do Circuito de Corridas de Rua da Prefeitura de São Paulo, etapa Butantã. As inscrições eram feitas pelo sítio do ativo.com, que ficou alguns milisegundos disponibilizado (isso mesmo...), sem taxa , com previsão de 1.500 participantes, entretanto no ‘olhometro’ não tivemos 500 combatentes no evento.

O percurso de 5km foi muito simples: duas retas planas, sem qualquer diferença de altimetria, em ida e volta pela avenida Escola Politécnica, no trecho entre a avenida Engenheiro Billings e a praça César Washington Alves de Proença, com retorno em frente ao portão 2 da USP. Sopa no mel (ou mel na sopa, sei lá?). Acrescido a isso tivemos um clima frio, com céu carregado de nuvens e sem vento. Nem mesmo Usain Bolt pediria tanto.

Pois bem, para chegar ao local do evento utilizei o caminho mais simples, mas também obrigatório, haja vista que havia bloqueios da CET pela avenida Escola Politécnica, que consistiu em ir pela marginal do rio Tietê, depois pela marginal do rio Pinheiros, sair pela ponte do Jaguaré, seguir pela avenida Jaguaré até chegar na praça César Washington Alves de Proença, a poucos metros do local da largada. A avenida Jaguaré é paralela à avenida Escola Politécnica e a praça César Washington Alves de Proença se localiza no cruzamento com a avenida Corifeu de Azevedo Marques. Bem tranqüilo.

A retirada do chip e numeral (n° 459) se deu pouco antes do evento, com as filas divididas por letra inicial do nome. Eu não dei muita sorte, pois fiquei na fila do “M” e “N”, assim a minha fila foi a maior, aliás uma das poucas que havia fila. Na quase totalidade era chegar e retirar o chip. Acho que foram muitos 'Mários', 'Marcelos', 'Marias', 'Marcos' e 'Márcios'.

Chegando ao local do evento encontrei de cara o Colucci, mas como estava próximo do horário da largada, me dirigi a minha baia para retirada de chip. Feito isso fui para área de largada e encontro Cleber, vulgo “Clebão” e o Laércio. Fomos para a área de largada e lá encontramos o Djair, santista gente finíssima. Ficamos a conversar até a saída, marcada para as 08:00, mas que se deu às 08:07.

Como dito o percurso foi de uma reta, ida e volta, sem aclives, assim o portuga vislumbrou que não iria muito mal na prova. Acossado pelo Colluci e por Laércio, tentei ao máximo não ser alvo de chacotas dos dois, que ficavam a gritar que iriam requerer teste de dopagem no pequeno luso. Agüentei à frente deles até o 4km, quando já esbaforido, diminuí, ou melhor, meu corpo apagou por falta de combustível e oxigenação.

Os segredos de agüentar tanto tempo foram dois: primeiro por que nem Colucci nem Laércio vieram para correr, mas para brincar, ou melhor, vieram para sacanear o portuguesinho; em segundo foi que adotei a tática do Santos no campeonato brasileiro de 2010. Explico. Muitos corredores estavam trajados com camisetas dos clubes. Tinha fluminense, vitória da Bahia, coríntias, palmeiras, mas a maioria era de sampaulinos. A cada elemento batido já avistava outro mais à frente. E assim foi indo até o 4km. Quem sabe o Santos consegue a façanha até o 5km. Por enquanto estamos em terceiro lugar, mas com um jogo a menos.

Tal tática suicida logrou certo êxito, mas quase escangalhou o atleta lusitano. Ao cruzar a linha de chegada senti tontura e falta de ar. Até achei que teria de ir ao plantão médico. Após alguns minutos de caminhada e respirando forçado houve melhora, mas os pulmões estavam carregados e sentia dificuldade em respirar. Nesse interím encontrei o combatente Carlão, que foi quem fez minha inscrição na prova. Muito grato Carlos!

Depois de me recompor fui retirar meu kit, que consistiu em um copinho de água e uma barrinha de cereal, nada mais. A medalha veio junto com uma camiseta grená (símbolo do clube juventus da Mooca), mas tudo solto, sem sacolinha nem nada. Gostei da medalha e a camiseta é o padrão do circuito.Voltei para casa sob garôa fina, que nos tempos de seca desértica em São Paulo, foi uma grata surpresa.

Fim de semana de corrida com cara de partida de futebol. Só em Sampa (e com esse portuguesinho...), não é mesmo? O resultado? Não sei, pois fui com cronômetro novo que ganhei, e apertei tantos botões que deixei para lá a marcação de tempo. Daqui a pouco sai no sítio da cronoserv. Por outro lado, estou a 15 dias sem treino e sem corrida, assim qualquer tempo é bem vindo. Saiu o resultado oficial do portuguesinho foi 23m:12s; pace de 04m:39s/km, classificado 155/366 no geral e 22/54 na categoria. Nada como duas retas planas no tempo frio...
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Por fim peço desculpas aos leitores da nossa página pelo pouco conteúdo exibido nesses 15 dias, pois, do mesmo modo da atividade física, ficou relegado a segundo plano. O respeito que tenho por todos é muito grande e, confesso, me sinto um pouco constrangido. Essa semana não temos aulas na USP, quem sabe ponho as 'coisas' em dia. mens sana in corpore sano.
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Complementando o post com os resultados oficiais que saíram no sítio da cronoserv: 1. José Luis da Silva, 15m:43s; 2. Wellington Luciano, 15m:47s; 3. Nelson Korb, 15m:49s; 4. Odair Costa, 15m:57s; 5. João Roberto Silva, 16m:00s. Os colegas tiveram o seguinte desempenho: 78. Carlos Alexandre Batista Ribeiro, 20m:37s; 103. Clóvis Claudino Bento, 21m:24s; 108. Ricardo Tadeu Riso, 21m:44s; 130. Laércio Pereira do Vale, 22m:38s; 131. Antonio Carlos Rocha Colucci, 22m:38s; 226. Cleber Wilker Pereira da Silva, 25m:45s; 266. Djair Correia da Silva, 27m:37s. Tivemos 553 participantes... o olhômetro do portugues continua bom mesmo.