A retirada do numeral e chip descartável (numeral 819) se deu no sábado, dia 16/04/2011, das 08:00 às 18:00 nas instalações do Jockey Clube de São Paulo, situado na avenida Lineu de Paula Machado, 1175, próximo ao cruzamento com a avenida Francisco Morato. Na área me impressionou a quantidade de atividades oferecidas, no mesmo esquema das corridas do SESC, só que em maior dimensão. Tivemos até um pedígrafo, área de massagem, orientação de pilates e um estande da Mizuno. Se estava vendendo alguma coisa eu não percebi. . A camiseta muito legal, mas o que mais apreciei foi o squeeze de alumínio, que veio bem a calhar. Outra curiosidade foi a doação de mudas de ipê amarelo. Eu arrematei uma e vou tentar ao máximo para que ela vingue. Outra novidade, não tão nova, foi o chip descartável.
A largada da prova estava marcada para às 07:00, mas houve um atraso de 10 minutos, muito para evento dessa magnitude e organização, mas o locutor informou que era devido a confirmação da liberação do percurso pela CET. A conferir. O início do percurso foi fora do Jockey, na avenida Lineu de Paula Machado, em frete ao portão 5. A chegada, ao contrário, ocorreu dentro do Jockey Clube e foi muito legal. No aquecimento encontrei o Marcão e a namorada, aproveitei e peguei carona com eles. Mais adiante cruzei com o Régis. Faz um bom tempo que não conversamos... Pois bem, fomos os três para alinhamento de largada. Como dito, atrasou em 10 minutos. A muvuca foi grande e a primeira milha foi fechada em 09m:32s, ainda mais que o tênis desamarrou e fiz um pitstop para resolver de vez o problema. Isso não me ocorria à tempos. Aos poucos foi dispersando o pelotão e melhorou um pouco para o combatente. A terceira milha foi encerrada em 27 minutos cravados.
Naquele momento foi a hora de utilizar o posto de hidratação, apesar de que o clima estava bem ameno, ainda mais que a prova largou cedo. Esse lance de corrida às 07:00 devia se tornar corriqueiro. Os corredores deviam exigir isso das organizadoras. A prova acaba cedo e temos mais um pouquinho do domingo para curtir. Até a sexta milha a coisa continuou nesse passo, posto que o percurso foi todo plano e nada de elevações. Contar a subida do viaduto da rua Alvarenga é forçar a amizade. Pouco antes cruzei com Diego, nosso colega triatleta. Tivemos ali o posto de isotônico e aproveitei a “reduzida” para abastecer com o sache de gel. A oitava milha foi concluída em frente ao local da largada. A partir daí algumas curiosidades, mas a mais legal foi correr a última milha dentro das instalações do Jockey Clube, sob piso de cascalho e terra batida. Acabei me sentindo o próprio “pangaré”, pior daqueles paraguaios!
Mesmo cansado tentei apertar a última milha, mas uma milha não é um quilômetro, a coisa fica mais complicada. A placa de 400 metros deu ânimo ao combatente e lá fomos nós. Cruzei a linha de chegada bem ofegante, com marca de 1h:25m:26s, correspondendo a um pace de 5m:18s/km. Não foi muito mal...
Mesmo cansado tentei apertar a última milha, mas uma milha não é um quilômetro, a coisa fica mais complicada. A placa de 400 metros deu ânimo ao combatente e lá fomos nós. Cruzei a linha de chegada bem ofegante, com marca de 1h:25m:26s, correspondendo a um pace de 5m:18s/km. Não foi muito mal... Na chegada maças e bananas na banca para todos. O curioso foi a entrega de medalhas, por sinal muito bonita. Como o chip era descartável, o controle estava a cargo de um tíquete, destacável no numeral da prova. Entretanto a organização optou pela velha e boa prática de controle: marcação com pincel atômico no numeral de peito. Pronto, às vezes o excesso de tecnologia tem de conviver com os costumes mais simples, mas não menos práticos.
Depois de tudo isso, fiquei satisfeito com o resultado, tanto do evento como pela prova em si. Continuo sem treino cominado com a alimentação precária, que decaiu de vez. Ainda nesse mês temos muitas atividades acadêmicas e trabalhos a encerrar no escritório, desse modo o início de treinos e regularização na alimentação se dará próximo à maratona de São Paulo. Vamos em frente...

5 Click aqui para comentários:
Parabéns pela disposição invejável de sempre e pela participação nesta corrida no sistema imperial de medidas, combatente Nadais.
Uma boa maratona de SP para você, Nadais.
Parabéns por mais uma prova bem concluída.
Ass.: Guilherme.
Amigo Nadais, que bom reve-lo mesmo que muito rapido, e meus parabéns pela otima prova. abcs.
Parabéns pela postagens com riqueza de detalhes.
Um abraço
Fernando
www.vivendoavidacorrendo.blogspot.com
PUTZ PARABENS PELA CORRIDA DA MIZUNO, ME DIVIRTO COM SEUS COMENTARIOS SOBRE AS PROVAS, NO GOOGLE ACHEI UM COMENTARIO SEU SOBRE A MEIA DO ABC(NA QUAL DEBUTEI ESTE FINAL DE SEMANA) E VC CONSEGUIU DESCREVER TODA A DIFICULDADE DAQUELA MEIA E ONTEM PRA VARIAR "LARGADA AS 09:00, POLUIÇÃO E CALOR" PARECIA A MARATONA DE SP, MAS TINHA QUE CORRE-LA NÃO TINHA ESTA MEDALHA E NÃO PRETENDO REPETI-LA MESMO CORRENDO NUM TEMPO DE 01:33(E FOI UMA BATALHA), SENDO QUE UMA SEMANA ANTERIOR TREINEI NA MEIA DA CORPORE E FIZ ESTE MESMO TEMPO BATENDO PAPO, AINDA BEM QUE VC FOI PRA A MIZUNO VC ESTAVA EM UM PARAISO E NÃO SABIA !!!
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