As inscrições eram feitas no sítio da corpuseventos com taxa de R$ 25,00 (2006 a 2010 foi R$ 20,00 e retirada do chip se deu no dia e local da prova (numeral 167). A organização estava a cargo da Prefeitura, através da Secretaria de Esportes e Recreação e sob supervisão da Federação Paulista de Atletismo. A quilometragem do percurso estava indicando 9,5km, sendo que 30% é em terra e cascalho, os quilômetros iniciais, e 70% em asfalto, o restante. A largada estava prevista para às 09:00, na referida Praça de Eventos da Pedreira, mas dentro da normalidade, atrasou alguns minutos. Como cheguei um pouco em cima da largada, nem procurei colegas corredores, mas encontrei o combatente Marcelo Jacoto, que também havia levado a família para caminhada.
Tempo estava bem claro, mas não dava para dizer que estava quente a ponto de importunar. No meio da prova o sol “queimou” bem, aí fez o trabalho no portuguesinho. Apesar disso uma boa parte da prova, próximo a 50%, tivemos sombra a nosso favor, mais no trecho de mata, que era ladeada pelo rio, do que pela parte de asfalto, mas ajudou bem. Pois bem, antes de iniciarmos a corrida propriamente dita, passo a curiosidade dessa edição. Ao retirar o chip e numeral, já recebi adiantado, sem correr um metro sequer, brinde de chegada. Era um “mini-troféu”, bem simples, mas interessante. Vejam pela imagem como foi bem feito. Acho que os ventos yescomnianos chegaram a Itupeva...
Fui para largada e esperei o tiro inicial proseando com Marcelo Jacoto. A largada atrasou alguns minutos, e lá fomos nós. Logo de cara tivemos o trecho por dentro da mata, no estilo cross-country, ou corta-mato como dizem os patrícios. A marcação de quilometragem esteve presente em todo percurso. O ritmo dos primeiros metros foram bons, mas foram decaindo pouco a pouco. Estava me sentindo bem pesado e desconfortável, e a coisa foi piorando gradativamente. Cravei o 3km abaixo de 15 minutos; 5km 25m:08s; 6km 30m:21s e 7km 35: 40s. O Marcelo que saiu junto comigo, fez a ultrapassagem sobre mim antes do 4km e sumiu à frente. Só o vi no final da prova. A marca dos 9km não aferi tempo, mas tenho comigo que os últimos 500 metros foram, no máximo, 300. Terminei com tempo de 47m:10s que corresponde a 4m:58s/km, que reforça minha suspeita na perfeita aferição da extensão do trajeto. OU a marcação de quilometragem avançou um pouco, OU faltaram quase 200 metros para complemento do trajeto “oficial”.
Durante o percurso não senti dores ou incômodos, somente aquela sensação do corpo pesado. Muito esquisito... Por outro lado o percurso teve um grau de dificuldade mediano, nada invencível, mas as subidas em cascalho ficaram mais dificultosas em comparação com piso de asfalto. O quórum também não foi bom, pelo menos os esperados 600 corredores não se materializou. Tivemos apenas 284 corredores. Isso ajudou. Também tivemos a boa proteção do percurso pela organização, com autoridades e colaboradores cercando o trajeto. Isso também ajudou. Posto de hidratação à vontade, mesmo com o calor mediano, não fez feio aos participantes. Isso também ajudou. Meu histórico está assim 2007- 51m:45s; 2008- 41m:59s, 2009 e 2010 sem participação; 2011- 47m:10s. Deu uma bela piorada.
O kit de chegada continha maça, banana e uma barrinha de cereal, com hidratação à vontade, mas nada de isotônicos. Não recebi camiseta do evento (se é lá que havia...). Outra situação curiosa foi o controle de “mata-furão”. No meio do trecho de mata todos os corredores tinham que retirar um cordão amarelo. Coloquei-o no pescoço e continuei. Acabei a prova e retirei meu kit de chegada. Percebi que o tal cordão no pescoço continuava comigo. Pensei “Para que serviu esse troço?”. Só obtive resposta a essa pergunta quando da saída do local. Percebi que poucos metros antes da chegada um integrante do staff “cantava”, pelo rádio, o número dos corredores, um a um. Parece que ele apurava se o corredor portava o tal cordão amarelo. Interessante, não é mesmo? Entretanto passou batido para mim, e talvez para muita gente.
Fui embora logo após reitirar as frutas, posto que ainda tinha um punhado de coisas a fazer. A volta foi mais tranqüila e vi a rodovia dos Bandeirantes com trânsito parado por muito e muito quilômetros. Coisa de paulista em feriadão... A classificação oficial ficou assim: 1. Antonio Pedro da Silva Sales, 28m:13s; 2. Jefferson Tadeu Pultrini, 29m:13s; 3. Bruno Paulino dos Santos, 29m:31s; 4. Ronaldo do Nascimento, 29m:45s; 5. Adalcio Ferreira dos Santos, 30m:36s. O combatente Marcelo Jacoto ficou em 145° no geral, com tempo 45m:31s.

4 Click aqui para comentários:
Essa do cordão amarelo é nova para mim, nunca vi nada igual.
Sobre seus tempos, ainda estou treinando bastante para chegar ao seu pior resultado. Um dia chego lá!
Boas Corridas!!
Alessandro
http://blog42195.blogspot.com/
Sempre indo muito bem, combatente Nadais.
Nem em feriados você deixa de passar as tropas em revista, hein?
Parabéns por mais um evento.
Ass.: Guilherme.
0timo tempo amigo nadais, eu iria nessa prova, porém fiquei receso quanto ao feriado prolongado, mas adoro aquele percurso.abcs! boa pascoa.
Passei aqui para te desejar uma feliz Páscoa para você e toda sua família.
Um abraço
Fernando
www.vivendoavidacorrendo.blogspot.com
Enviar um comentário