Pessoal das corridas dia 22/05/2011 participei da primeira etapa do Circuito Athenas, que ocorrerá na capital paulista. O circuito tem três etapas que aumentam de percurso sucessivamente: começa com prova de 10km, depois passa para 16km e finalmente se chega a terceira etapa com 21km. É uma opção dos circuitos em locais iguais e quilometragens iguais, como Circuito das Estações da Adidas. Achei interessante o projeto, só que muito ‘salgado’, mas vamos lá. Esse circuito também haverá em Belo Horizonte e Rio de janeiro. As inscrições eram feitas pelo sitio www.circuitoathenas.com.br, com opções de participação em percurso de 10km e 5km, com taxas de R$ 75,00 e previsão de 4.000 participantes, somando-se ambas modalidades. Falando em ‘grana’ tivemos a seguinte premiação: para 10km, 1º R$ 2.500,00; 2º R$ 1.500,00; 3º R$ 900,00; 4º R$ 700,00; 5º R$400,00, além dos troféus; e para 5km, do 1º ao 5º lugares somente com troféus.

A retirada do chip e numeral (2132) se deu exclusivamente no dia 21/05/2011, entre 08:00 e 18:00, no estacionamento do hotel Transamérica, localizado na rua Bento Branco de Andrade Filho, 599, bairro de Santo Amaro, ao lado da ponte Transamérica, da marginal do rio Pinheiros. Para correr tudo bem, mas para pegar chip e numeral tão longe, acho que poderiam ‘melhorar’ a retirada, pela distância, pois do resto foi excelente. No local havia diversos benefícios aos ‘TOP 300’ que foram escolhidos previamente pela previsão de performance, entretanto havia outras áreas livres para todos os corredores, que poderiam realizar testes de pisada, medição o percentual de gordura, avaliação postural e testes de equilíbrio, alongamento e pliometria, bem como fazer umas ‘comprinhas’ no stand da Mizuno, patrocinadora master do evento.

Para chegar até o local da prova fui pelas marginais do rio Tietê e Pinheiros, mas ficou bem difícil chegar, pois as interdições deixaram o trafego insuportável. Optei por contornar pela próxima ponte e pegar a marginal do rio Pinheiros no sentido contrário. Também havia problemas, mas nem de longe se aproximava da situação anterior. Adentrando a região estacionei a viatura um pouco distante, próximo ao banco Santander e SESC Santo Amaro. Pelo menos valeu para dar uma ‘esquentada’. Com esse tumulto todo e até chegar na largada, os corredores já haviam saído, mas como tínhamos muitos corredores, deu tempo suficiente para me localizar no final da fila e mesmo assim tive que esperar para cruzar a linha de largada.


Mesmo antes de cruzar a linha de largada já percebi que o evento seria muito bem organizado, tudo bem demarcado e muita gente no staff controlando a movimentação dos corredores. Antes mesmo de cruzarmos a marca de 3km, já havíamos passado por 2 pontos de hidratação, e o interessante é que haviam placas informando “100 metros para hidratação” para cada posto. O problema, se é que podemos chamar isso, foi a largada um pouco apertada para quantidade de corredores, entretanto após passarmos pela ponte Transamérica e chegarmos a pista expressa da marginal do rio Pinheiros a coisa fluiu melhor. O percurso é todo plano, sendo que a única elevação é mesmo a ponte Transamérica, que também é facilmente vencível. Boa parte do percurso se dá na sombra o que facilitou muito a vida dos corredores, lembrando ainda da quantidade de postos de hidratação. Ou seja, tudo perfeito.

Perfeito, perfeito mesmo, não foi, pois faltava (de novo) o corredor. As aulas e o trabalho no escritório estão tomando muito tempo, e o descanso pede passagem, mas só mesmo em julho. Por enquanto ficaremos assim, meu problema é a maratona de São Paulo, que pelo jeito vai virar meia-maratona. Explico. Até os 7km consegui manter um ritmo não muito ruim, mas dessa feita senti muita falta de ar e o corpo pesado, muito pesado. O que não seria razoável de aceitar, pois com a falta de atividade física regular nesse semestre o meu peso diminuiu (pasmem...). Esse semestre perdi 4kg e a ‘alarguei’ um pouco o tronco, entendo que toda a massa magra sumiu. Paciência.

Passado a marca de aproximadamente 7,5km se deu a primeira arriada do combatente, e até quase o 9km, foram 4 vezes de passar de correr para andar. Isso me causou espanto, pois mesmo nos tempos ruins isso não acontecia, ainda mais em percurso plano e pouco calor. Nesse ínterim as panturrilhas começaram a incomodar (que também a tempos não acontecia...) e terminei a prova bem cansado. O tempo? Não sei, pois nem mesmo levei o cronômetro. Aliás, comprei um Garmim 405 a mais de um mês e não consegui (ou não tentei...) utilizá-lo.

Ao término da prova recebemos frutas à vontade (bananas e maças) e garrafa de Gatorade, mas nada de saquinhos plásticos. Interessante, não é mesmo? Na retirada do numeral recebemos uma camiseta muito boa, com a chancela da Mizuno (mas não era Mizuno...), e também uma ‘bag’ para levar as tranqueiras, pela que era da cor laranja. Voltando ao final da prova recebemos também uma toalha de treino muito boa e macia (pena que era laranja também...). O chip foi descartável, que está aos poucos se tornando freqüente nas provas, principalmente as mais caras. Agora a medalha foi mesmo hilária, tão pequenina, que muitos fizeram chacota. Depois, com mais calma, percebi que ela se encaixa nas posteriores, das demais etapas, mais ou menos com a ‘mandala’ do Circuito Adidas. No total a prova foi muito boa e bem organizada. Esse percurso também é ideal para fazer uma boa marca nos 10km. Até a próxima...

Pessoal das corridas, nesse domingo, 08/05/2011, participei da 11ª edição da Corrida Corpore GRAAC, na região do parque Ibirapuera. O evento tem objetivo de arrecadar fundos para a entidade que tem foco no cuidado de crianças com câncer. Esse ano a madrinha da prova foi a atriz global Paloma Bernardi. Pelo que apurei toda a verba arrecadada com as inscrições será revertida ao projeto de construção e modernização dos hospitais da entidade. Indiretamente é um jeito das pessoas colaborarem. Para chegar ao local da prova usei o trajeto de praxe: avenida Santos Dumont, avenida Prestes Maia, e avenida Vinte e Três de Maio. Estacionei a viatura na rua Abílio Soares, entretanto, para minha surpresa, motocicletas da polícia militar circulavam pelas imediações do parque Ibirapuera e como resultado tivemos ausência de flanelinhas.

As inscrições eram feitas pelo sítio www.corpore.com.br, com taxa de R$ 55,00 para associados da Corpore e R$ 70,00 para demais (2010- R$ 50,00/R$ 65,00; 2009- R$ 30,00/R$ 40,00; 2008- R$ 30,00/R$ 40,00; 2007- R$ 30,00/R$ 40,00), com opção para corrida de 10km e 3,1km e, claro, a caminhada. A retirada do chip e numeral (21008) se deu dias no estacionamento da Assembléia Legislativa das 09:00 às 18:00. A premiação contemplava uma bicicleta Gift/New Style do 1º ao 5º no geral; o 1º na faixa etária e a 1ª mãe, mas válido somente para percurso de 10km.






O percurso de 10km é a praxe do Parque Ibirapuera: Av. Pedro Álvares Cabral, Av. República do Líbano e Av. Ruben Berta. A largada, prevista para às 08:00 na Av. Pedro Álvares Cabral, se deu pontualmente. O tempo estava nublado, sem a sensação de frio. Isso ajudou muito. Eu fui alinhar mais para o final da largada e encontrei o combatente Laércio. Tanto ele quanto eu estávamos com aquela ‘vontade enorme’ de correr. Eu, com despertar do relógio, me perguntei por que levantar cedo se era domingo. Lembrei da corrida e saí aos pulos. Havia dado uma ‘esquentadinha’ donde estacionei a viatura até a largada, assim nada mais havia a fazer, exceto contar com a ajuda do combatente Laércio. E assim foi feito... O problema na largada foi que todos saíram juntos, no tempo e no espaço, caminhada, corrida de 3,1km e corrida de 10km, ou seja, uma ‘zona’. Houve recentemente outra corrida que participei (nem sei se era Corpore...), que a caminhada saiu em local separado e horário diferenciado. Caso fosse adotado esse procedimento hoje, o tumulto seria mínimo. Pois bem, percurso manjado, corredor manjado e clima manjado, resultaram em uma corrida manjada. A atratividade de participar dessa prova no ‘complexo do Ibirapuera’ foi de ajudar o GRAAC. O combatente sofreu muito, também pertinente aos meses e meses sem treino, entretanto os portugueses não desistem fácilmente, não é mesmo?

Os primeiros quatro quilômetros foram muito ruins, muito mais que o 'normal', e fechamos esse trecho em mais de 22 minutos. Fomos conversando sobre maratonas e assuntos afins, entretanto o que interessava mesmo, correr os 10km, ficou em segundo plano. O Laércio foi muito prejudicado com o ritmo (?) da corrida (??), ainda mais que ele só se auto-liberou depois do 9km. O curioso é que ele, perto do 7km, veio com uma de que se eu diminuísse o Santos ia perder mais à tarde. Com essa responsabilidade, forcei um pouco mais e fechei em 53m:13s. Acabei cansado e sem fôlego, mas sem incômodos. Essa foi a prova que mais senti a falta de condicionamento. Em dezembro estava com 67,5kg e na semana passada me pesei novamente: 63,1kg. É muita perda de peso, mas o pior é que foi devido a perda de massa magra, pois o tronco continua 'largo'. Ao final de prova encontrei com os colegas P.A, Clóvis, Carina Park, Ramirez e Colucci, e conversamos um pouco.

A organização da Corpore foi muito boa. Percurso bem marcado e protegido, posto de hidratação com água gelada e a contento, mesmo para os, como eu, estavam no pelotão de trás. A medalha foi a melhor das últimas edições e a camiseta muito boa, sendo que muitos corredores participaram da prova vestindo-a. O kit da prova continha somente uma maçã e uma banana, e vejam que, em edições anteriores, já tivemos até sanduíche de mortadela! Nada de isotônico ou similar. O problema que, no meu entender, deixou a desejar na organização foi a ‘mistura’ de todas as modalidades largarem no mesmo local e horário, e isso não é difícil solucionar pessoal da Corpore...

O resultado oficial da prova foi o seguinte: 1. Sivaldo Santos Viana, 31m:38s; 2. Domingos Jesus Freitas, 31m:38s; 3. Gilson Rodrigues de Miranda, 31m:41s; 4. Benedito Donizetti Gomes, 31m:41s; 5. Bruno Paulino dos Santos, 32m:11s; 6. Antonio José da Costa, 32m:13s; 7. Naval Freitas, 32m:22s; 8. Nelson Korb, 32m:26s; 9. César Augusto Martins, 32m:28s; 10. Antonio Soares Filho, 33m:00s. Os melhores desempenhos dos colegas que consegui peneirar foram de Paulo Augusto Viana (P.A.), 40m/50s; Edson de Menezes Rocha, 48m:19s; José Ricardo Brassarola, 49m:12s. Temos ainda o bom desempenho de uma verdaderia integrante do clã “Nadais”: Patrícia Nadais terminou a prova com tempo excelente de 46m:53s. Honrou o sobrenome. Eu fiquei com esse histórico: 2007- 52m:58s; 2008- não corri joelho estourado; 2009- 46m:39s; 2010- não participei- 2011- 53m:13s, ou seja, a pior contenda de todos os tempo de GRAAC. Mesmo assim pretendo correr a maratona de São Paulo... --> Onde estou com a cabeça? <--

Pessoal das corridas nesse feriado de 01/05/2011, que se comemora o dia do Trabalhador, participei da 6ª edição da Corrida do Trabalhador, patrocinada pelo Sindeepres, ou, como conhecida, ‘Desafio do Parque do Carmo’. O parque está situado, a aproximadamente 18km do centro de São Paulo, na avenida Afonso Sampaio Souza, 951. Essa avenida é travessa da Av. Aricanduva, próximo a confluência com a Av. Mateo Bei. Assim percorri a marginal do rio Tiête, até saída do viaduto Aricanduva, e segui pela avenida Aricanduva, passando pelo Shopping Aricanduva (quanto aricanduva...). Segui até avistar a placa “parque do Carmo”, indicando dobrar à esquerda. Era a avenida Afonso Sampaio Souza. Daí foi só seguir em frente até avistar o parque do lado direito. Parei a viatura numa rua transversal, do outro lado da avenida. Nada de flanelinhas.

As inscrições eram feitas pelo sítio www.yescom.com.br, com opção para corrida de 5km e 10km e caminhada, com taxas de R$ 25,00 a R4 40,00, com 3.500 inscritos. O valor da inscrição está congelado à 4 anos, mas cada edição aumenta o número de participantes. A entrega dos numerais e chips foram feitas no sábado, 30/04, na loja Centauro do Shopping Tatuapé, das 10:00 às 17:00. A premiação é muito boa e aumenta a cada edição: 1. R$ 2.000,00; 2. R$ 1.500,00; 3. R$ 1.200,00; 4. R$ 800,00, e 5. R$ 500,00. Em edições anteriores, o campeão além do prêmio em dinheiro ganhou uma passagem para Pequim, na China, oferecida pela Associação Cultural Chinesa do Brasil, e com direito a estadia completa.

Pois bem, nessa semana completei dois meses sem um mísero treino e para temperar melhor, desde sexta-feira um resfriado (ou gripe, sei lá) me ataca. Acordei com aquela vontade de correr, mas como a maratona de São Paulo está chegando, hora ou outra os treinos hão de começar. Que seja então nesse primeiro de maio. Cheguei à concentração faltando uns 25 minutos para largada, prevista para as 09:00. Como não estava bem, fiquei mais no descanso, nem mesmo o aquecimento fiz, para guardar o pouco da força para enfrentar as pirambeiras do parque do Carmo. Na área de largada encontrei o Riso e Carlão, que me apresentou o fábio, corredor iniciante e ficamos a bater uma papo, aguardando a largada. O dois, como sempre, valem pelas risadas e descontração. O percurso de 10km contempla rampas mortais, com mudança de piso, que por sinal é muito irregular, com trocava de terra, para cascalho, areia e, em alguns pontos, cimento. Há provas que há rampas que alvejam o combatente com “ponto cinquenta”, entretanto correr no parque do Carmo é ser alvo de uma saraiva delas, posto que nem se recupera de uma, lá vem outra mais forte. Até 2007 o percurso tinha 8km, ou seja, menos sofrimento...

A largada se deu pontualmente às 09:00, e logo de cara o percurso testa o combatente. Nos estritos termos são pelo menos três subidas que te derrubam, em especial uma longa e pesada, dentre os quilômetros sete e oito. Entretanto quando você “vence” uma rampa, lá vem outra e sente saudade da anterior. O clima também não ajudou muito, e o calor não perdoou nenhum corredor, a salvação foram as copas das arvores que davam alguns alívios pontuais. Venci os dois primeiros quilômetros em 12m:08s e percebi que não era meu dia, tanto que na primeira parte do circuito, quando encerra-se o percurso de 5km, o “grilo falante” me dizia para encerrar logo essa corrida e não pegar o trecho para 10km. Foi difícil calar o grilo... Por duas vezes sai de correr para andar, mas consegui terminar. O tempo de prova foi o pior dos últimos quatro anos. Desanima? Um pouco, mas pelo menos sei exatamente o que me espera na maratona de São Paulo, se é lá que correrei os 42km. Para ter idéia da “derrubada” do combatente em 2009 fechei com 46m:16s, em 2011 terminei com 59m:34s. Agora é tentar fazer uma preparação mínima, com o mínimo de cuidade com a alimentação.

A organização da yescom é a de praxe, dentro dos estritos termos “comerciais”. Aglutinaram os pontos de dispersão, palco, largada e guarda-volumes, posto que edições anteriores, era tudo muito distante, exigindo uma via sacra de uma lado para o outro dos corredores. A medalha não foi lá essas coisas,muito simples e a camiseta dentro do aceitável. O kit de chegada contemplou o de sempre: frutas duas maças (ainda bem pois as bananas chegam sempre amassadas ou verdes!); um torrone e uma barrinha de cereal. Não tivemos isotônico, que ocorre também intermitentemente nas provas da yescom. Em 2008, entretanto o Sindeprees “tentou” organizar sozinho e foi uma bagunça só, assim a yescom voltou a organizar o evento. Menos mal... Ao final da provas encontrei o professor Augusto, a Tomiko e Walquíria Milaine. Conversamos um pouco, mas o combatente tem uma pilha de provas e trabalhos para corrigir, eainda preciso acabar um trabalho para apreciação prévia a organização do Congresso do CONPEDI, em Belo Horizonte, que se dará em junho. Quem sabe a organização aceita minha pesquisa e consigo apresentar no congresso. O escritório, pelo menos, o trabalho está em dia... Bom fim de semana a todos!